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	<title>Desconversa - Biologia</title>
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		<title>Resumo: Teoria Endossimbiótica</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoal!
Já conferiram o SUPER DESCONTO DESCOMPLICA? Tudo 50% mais barato! Garanta logo o seu, pois o prazo está terminando&#8230;
Hoje vamos ver a teoria endossimbiótica! Vamos começar?

A teoria endossimbiótica foi proposta pela primeira vez na década de 60 pela microbiologista americana Lynn Margulis. Durante muitos anos a teoria foi alvo de duras críticas por parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, pessoal!</p>
<p style="text-align: left;">Já conferiram o SUPER DESCONTO <a href="http://www.descomplica.com.br/" target="_blank">DESCOMPLICA</a>? Tudo 50% mais barato! <a href="http://www.descomplica.com.br/promo-ferias?utm_source=Twitter&amp;utm_medium=Rafael&amp;utm_campaign=Promo%2BFerias%2BDesconversa" target="_blank">Garanta logo o seu</a>, pois o prazo está terminando&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Hoje vamos ver a<strong> teoria endossimbiótica</strong>! Vamos começar?</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">A <strong>teoria endossimbiótica</strong> foi proposta pela primeira vez na década de 60 pela microbiologista americana Lynn Margulis. Durante muitos anos a teoria foi alvo de duras críticas por parte de outros biólogos. No entanto, com o levantamento de diversas evidências empíricas e com a publicação do livro intitulado “A simbiose na evolução celular” a teoria de Margulis começou a se popularizar. Atualmente ela é amplamente aceita pela comunidade científica.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo esta teoria, há milhares de anos atrás, <span style="text-decoration: underline;">as <strong>mitocôndrias</strong> e os <strong>cloroplastos</strong> das<strong> células eucariontes</strong> teriam sido organismos procariontes de vida livre.</span> Estes organismos foram então englobados (através do processo de <strong>endocitose</strong>) por células maiores com as quais estabeleceram uma relação de <strong>simbiose</strong>.<span style="text-decoration: underline;"> As mitocôndrias seriam o resultado da endocitose de <strong>procariontes aeróbios </strong>e os cloroplastos de <strong>procariontes fotossintetizantes</strong> (possivelmente cianobactérias</span>). Desta forma, forneceriam energia à célula hospedeira, enquanto esta os protegeria do meio externo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Evidências a favor da teoria</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong>Uma série de evidências apóia a teoria da origem endossimbiótica das mitocôndrias e dos cloroplastos. Em primeiro lugar, as mitocôndrias e os cloroplastos <span style="text-decoration: underline;">possuem seu próprio genoma e seu <strong>DNA </strong>é capaz de se autoduplicar</span>. O genoma destas organelas é formado por uma molécula de <strong>DNA circular</strong>. Diferentemente do DNA nuclear, o DNA destas organelas não se encontra associado a um tipo especial de proteína chamado de <strong>histona</strong>. Esta organização é muito mais próxima daquela encontrada em bactérias do que em organismos eucariontes. Da mesma forma, a estrutura dos ribossomos encontrados em tais organelas é mais parecida com a estrutura dos ribossomos dos procariontes do que dos eucariontes.</p>
<p style="text-align: left;">Em segundo,<span style="text-decoration: underline;"> algumas das proteínas necessárias à fabricação das mitocôndrias e dos cloroplastos são produzidas exclusivamente pelo DNA destas organelas e não pelo DNA contido no núcleo das células</span>. Ou seja, apenas células que contenham estas organelas são capazes de fabricar novas mitocôndrias ou cloroplastos.</p>
<p style="text-align: left;">Em terceiro, <span style="text-decoration: underline;">as mitocôndrias e os cloroplastos possuem sua própria maquinaria para a síntese de proteínas</span>. Sendo que esta maquinaria é muito similar àquela encontrada em organismos procariontes.</p>
<p style="text-align: left;">Outra evidência a favor da teoria é que<span style="text-decoration: underline;"> diversas substâncias que inibem a síntese de proteínas no núcleo não afetam a atividade do DNA mitocondrial ou dos cloroplastos</span>. <span style="text-decoration: underline;">Por outro lado, muitas substâncias que inibem a síntese protéica das organelas não interferem na atividade nuclear</span>. Além disso, certos antibióticos que inibem a síntese protéica em bactérias também o fazem nas mitocôndrias e cloroplastos de organismos eucariontes, evidenciando a sua similaridade.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Uma possível falha na da teoria?</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Experimentos realizados em laboratório revelam que tanto as mitocôndrias quanto os cloroplastos não são capazes de sobreviver fora da célula em ambientes ricos em oxigênio</span>. Também foi observado que todas as proteínas codificadas pelo DNA das mitocôndrias e dos cloroplastos são utilizadas pelas próprias organelas. No entanto, o funcionamento de ambas depende também de proteínas codificadas pelo <strong>DNA nuclear</strong>. Estas proteínas (por exemplo, o citocromo C) são sintetizadas no citoplasma e então transportadas para a mitocôndria ou para o cloroplasto.</p>
<p style="text-align: left;">Estes argumentos já foram utilizados para questionar se tais organelas foram realmente organismos de vida livre e independente num passado distante. Porém, a teoria endossimbiótica responde a estas críticas argumentando que ao longo de milhares de anos de simbiose, os procariontes englobados sofreram um profundo processo de coevolução com as células hospedeiras. Este processo os tornou, em grande parte dependente destas e, consequentemente, incapazes de sobreviver atualmente no meio externo, bem como de produzir certas proteínas necessárias ao seu funcionamento.</p>
<p style="text-align: left;">Bom, pessoal, por hoje é só!</p>
<p style="text-align: left;">Até mais!</p>
<p style="text-align: left;">(fonte <a href="http://vestibular.uol.com.br/" target="_blank">Uol Vestibular</a>)</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Resumo: Evolução</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, nerds do meu coração!
Como anda essa preparação para a grande batalha, hein?
Para ajudar no seu treinamento, preparei um resumo sobre evolução. Nele,  falaremos sobre Lamarck, Darwin, Neodarwinismo e evidência atuais da evolução.
E então, está preparado? Vamos lá!

Lamarck
Lamarck (1744-1829) foi um naturalista francês que ficou conhecido pela elaboração de uma das primeiras teorias acerca da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, nerds do meu coração!</p>
<p style="text-align: left;">Como anda essa preparação para a grande batalha, hein?</p>
<p style="text-align: left;">Para ajudar no seu treinamento, preparei um resumo sobre evolução. Nele,  falaremos sobre Lamarck, Darwin, Neodarwinismo e evidência atuais da evolução.</p>
<p style="text-align: left;">E então, está preparado? Vamos lá!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Lamarck</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Lamarck</strong> (1744-1829) foi um naturalista francês que ficou conhecido pela elaboração de uma das primeiras teorias acerca da evolução dos organismos. Segundo Lamarck, <span style="text-decoration: underline;">o<strong> ambiente </strong>era capaz de provocar alterações nos seres vivos, modificando suas formas e comportamentos.</span></p>
<p style="text-align: left;">Esse cientista postulou a chamada<strong> lei do uso e desuso</strong>. A lei diz que, <span style="text-decoration: underline;">devido à pressão do ambiente, os organismos passariam a utilizar mais certas partes do corpo em detrimento de outras</span>. <span style="text-decoration: underline;">As partes mais utilizadas se desenvolveriam e cresceriam, enquanto as outras ficariam reduzidas e atrofiadas</span>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Lamarck </strong>também elaborou uma segunda lei, a <strong>lei da herança dos caracteres adquiridos</strong>. Através dela,<span style="text-decoration: underline;"> Lamarck defendia que as mudanças adquiridas através da lei do uso e desuso seriam transmitidas à prole</span>.</p>
<p style="text-align: left;">O exemplo mais famoso da<strong> teoria lamarquista</strong> é o caso do pescoço das girafas. Segundo Lamarck, as girafas ancestrais teriam pescoços mais curtos. De tanto esticar o pescoço para alcançar o alimento no topo das árvores, estes teriam se tornado cada vez mais longos. As girafas com pescoços longos transmitiram essa característica aos seus descendentes.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Darwin</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Darwin</strong> (1809-1882) foi um naturalista inglês que ficou conhecido pela elaboração da teoria da <strong>seleção natural</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Segundo essa teoria, em uma população existe variabilidade entre os indivíduos, ou seja, estes não são iguais entre si.</span> Essa variabilidade faz com que alguns indivíduos tenham características mais propícias a sobreviver num determinado ambiente.</p>
<p style="text-align: left;">Assim, <span style="text-decoration: underline;">dentro da população, aqueles que apresentam tais características tendem a sobreviver, e aqueles que não as têm tendem a morrer</span>. Portanto, pode-se dizer que os indivíduos são submetidos a um processo de seleção natural realizado pelo ambiente.</p>
<p style="text-align: left;">Voltando ao exemplo das girafas, segundo Darwin, as populações de girafas ancestrais apresentavam diversos tamanhos de pescoços. A <strong>competição intraespecífica</strong> e a <strong>seleção natural</strong> favoreceram aqueles indivíduos com pescoço mais longo. Estes, por sua vez, obtiveram um maior sucesso reprodutivo, deixando um maior número de descendentes.</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, Darwin não sabia explicar como essas características passavam para os descendentes nem o motivo da variabilidade entre indivíduos de uma mesma espécie.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Neodarwinismo</strong></p>
<p style="text-align: left;">O <strong>neodarwinismo</strong>, ou <strong>teoria sintética da evolução</strong>, surge no século 20 e<span style="text-decoration: underline;"> representa a união entre a genética e as ideias de Darwin</span>. A partir da compreensão da transmissão de caracteres através dos genes e da variabilidade genética foi possível explicar como as características são passadas para os descendentes &#8211; e também a variação entre indivíduos da mesma espécie.</p>
<p style="text-align: left;">A partir daí foi possível compreender que as <strong>mutações</strong> e recombinações gênicas são fatores que promovem a variabilidade entre os organismos que serão, então, selecionados de acordo com as pressões exercidas pelo ambiente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Evidências da evolução</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Algumas evidências servem como base para fundamentar as <strong>teorias evolucionistas</strong>. Entre elas, podemos citar, por exemplo, a existência de registros fósseis, além dos órgãos homólogos, análogos e vestigiais:</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Fósseis</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Os fósseis são restos ou vestígios de organismos que se mantiveram preservados em rochas ou outros sedimentos</span>. A análise dos fósseis permite o estudo comparativo entre organismos ou estruturas de diferentes eras geológicas, acompanhando as suas mudanças ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Órgãos homólogos</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Órgãos homólogos são aqueles que apresentam a mesma origem embrionária, podendo &#8211; ou não &#8211; desempenhar a mesma função</span>. Os braços dos humanos e as asas de morcegos são exemplos de órgãos homólogos (mesma origem), mas que desempenham funções diferentes.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>homologia </strong>pode ser explicada através do processo de irradiação adaptativa, ou seja, do processo de diferenciação das espécies a partir de um ancestral comum.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Órgãos análogos</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Órgãos análogos são aqueles que, apesar de realizarem a mesma função, não possuem a mesma origem embrionária</span>. São exemplos de órgãos análogos as asas dos insetos e das aves.</p>
<p style="text-align: left;">Os órgãos análogos indicam que não há relação de parentesco entre as espécies, porém evidenciam a ocorrência da convergência adaptativa. A convergência adaptativa é o nome dado às adaptações de espécies diferentes que habitam um mesmo ambiente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Órgãos vestigiais</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">São órgãos atrofiados ou que não desempenham nenhuma função em algumas espécies, mas que são funcionais em outras</span>. Indicam a presença de um ancestral comum entre as espécies nas quais ocorrem.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">O exemplo mais comum são os apêndices de humanos e coelhos. Em humanos, o apêndice é uma estrutura pequena e sem função. Já nos coelhos, o órgão exerce importante função no processo digestivo.</div>
<p style="text-align: left;">Então, por hoje é só! Deixem um comentário, é sempre um prazer saber o que vocês pensam!</p>
<p style="text-align: left;">Até logo!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">(fonte <a href="http://vestibular.uol.com.br/" target="_blank">Uol vestibular</a>)</p>
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		<title>Combustível Fóssil x Biocombustível</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fala, galera!
Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.
Voltando ao post&#8230; Hoje vamos descomplicar o combustível fóssil e o biocombustível. Você saberia diferenciá-los?
LET&#8217;S GO!

Desde crianças, costumamos ouvir falar de fósseis e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Fala, galera!</p>
<p style="text-align: left;">Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com <a href="http://www.descomplica.com.br/assinatura/descomplica-especial-de-ferias/?utm_source=Landing%2BPromo%2BF%C3%A9rias%2B50%25&amp;utm_medium=banner%2Bhome&amp;utm_campaign=Promo%2BF%C3%A9rias%2B50%25" target="_blank">50% de DESCONTO</a>!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.</p>
<p style="text-align: left;">Voltando ao post&#8230; Hoje vamos descomplicar o <strong>combustível fóssil</strong> e o <strong>biocombustível</strong>. Você saberia diferenciá-los?</p>
<p style="text-align: left;">LET&#8217;S GO!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Desde crianças, costumamos ouvir falar de <strong>fósseis</strong> e que o petróleo é um &#8220;<strong>combustível fóssil</strong>&#8220;. Atualmente, ouvimos muito falar que &#8220;a queima de combustíveis fósseis aumenta o <strong>efeito estufa</strong>&#8220;. Vamos então entender como isso tudo se processa?</p>
<p style="text-align: left;">Formação:</p>
<p style="text-align: left;">Quando seres vivos morrem e são soterrados rapidamente por lama, podem morrer e ser decompostos muito lentamente na ausência de oxigênio. Ao passar de milhares de anos de decomposição, podem gerar o petróleo. No caso das grandes bacias oceânicas, o petróleo em questão vem de animais marinhos mortos, algas, e protozoários foraminíferos. O petróleo produzido acaba ficando preso em minúsculos orifícios de algumas rochas sedimentares, como acontece com a água numa esponja de cozinha.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Daí então a necessidade de perfurar a rocha até atingir o &#8220;bolsão&#8221; de petróleo, deixando-o fluir (<strong>prospecção de petróleo</strong>). Normalmente devido à alta pressão a que está submetido no interior da terra, quando a perfuração atinge o tal &#8220;bolsão&#8221;, o petróleo jorra sozinho em direção à superfície, como um tubo de desodorante que tem seu frasco pressionado. (Lembrando que esse &#8220;bolsão&#8221; não se trata de um &#8220;lago subterrâneo&#8221;, e sim uma área de rocha esponjosa onde o petróleo se encontra absorvido. Se existissem &#8220;buracos&#8221; no interior da terra, quando o petróleo fosse removido, a terra cederia&#8230;)</div>
<div><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/petroleo.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-669" title="petroleo" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/petroleo-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<div style="text-align: left;"><strong>Composição Química</strong>:</div>
<div style="text-align: left;">A composição do<strong> petróleo</strong> não é sempre a mesma e depende do local de extração. Apresenta centenas de compostos químicos diferentes. Sua coloração nem sempre é preta, variando do marrom ao verde-escuro. O petróleo é composto por diferentes tipos de<strong> hidrocarbonetos</strong>, como por exemplo o metano (CH4) &#8211; componente do gás natural &#8211; e o octano (C8H18) &#8211; componente da gasolina e óleo diesel.</div>
<div style="text-align: left;">Os petróleos podem ser <strong>parafínicos</strong> (90% de alcanos), <strong>aromáticos</strong> (25 a 30% de hidrocarbonetos aromáticos) , <strong>naftalênicos</strong> (15 a 20% de cicloalcanos). Dependendo da composição do petróleo, diferentes compostos são extraídos. Pode ser produzido a partir do <strong>petróleo</strong>: <span style="text-decoration: underline;">gás natural, óleo diesel, óleo lubrificante, graxa, nafta, querosene, gasolina, GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), asfalto, parafina, além de matéria prima para a fabricação de plásticos , isopores, borrachas sintéticas, fibras têxteis, detergentes, fertilizantes, espumas, inseticidas, tintas, resinas, </span>etc. Entendem o porquê do petróleo ter a importância que tem no mercado mundial?</div>
</div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/petroleo-2.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-670" title="petroleo 2" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/petroleo-2-300x221.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a>Metano (CH4) e Octano (C8H18)</div>
<div style="text-align: left;">
<div><strong>Processamento</strong>:</div>
<div>A principal técnica de separação aplicada ao petróleo é a <strong>destilação fracionada</strong>. É como uma destilação comum, onde o petróleo é vaporizado e, em seguida, condensado. Como o petróleo é composto por várias substâncias diferentes, com faixas de ebulição diferentes, basta aquecê-lo em diferentes temperaturas. Cada uma das substâncias que o compõem vai evaporar em uma temperatura específica. Assim são obtidas frações na forma de gasolina, de querosene e óleo diesel. O craqueamento catalítico gera outros subprodutos de interesse comercial.</div>
<div style="text-align: left;"><strong>Craqueamento</strong> <span style="text-decoration: underline;">significa &#8220;quebra&#8221; do petróleo, neste caso, com o auxilio de catalizadores</span>. Eles permitem que hidrocarbonetos grandes sejam quebrados em outros menores. A gasolina, por exemplo, depende de um fator chamado de &#8220;<strong>octanagem</strong>&#8220;, que <span style="text-decoration: underline;">determina a qualidade da queima da mesma</span>. Uma alta octanagem permite uma queima eficiente, deixando poucos resíduos. Já uma baixa octanagem produz uma &#8220;borra&#8221; que pode entupir os dispositivos mecânicos de automóveis e outras máquinas à gasolina.</div>
</div>
<div style="text-align: left;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/craqueamento.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-671" title="craqueamento" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/craqueamento-300x284.jpg" alt="" width="300" height="284" /></a></p>
<div style="text-align: left;"><strong>Poluição</strong>:</div>
<div style="text-align: left;">Mas por que o petróleo tem sido visto como o grande vilão dos dias de hoje?</div>
<div style="text-align: left;">Sabe-se que o CO2 (Gás Carbônico ou Dióxido de Carbono) é o grande causador do<strong> efeito estufa</strong>. Como podem ver, ele é formado por vários tipos de<strong> hidrocarbonetos</strong>. Esses hidrocarbonetos, quando queimados, liberam gás carbônico (CO2). Uma molécula de &#8220;hexano&#8221;, por exemplo, é capaz de liberar 6 moléculas de CO2, enquanto uma molécula de &#8220;octano&#8221;, libera 8 moléculas de CO2. Conseguem imaginar o que faria uma molécula de hidrocarboneto com mais de 8 carbonos?</div>
<div style="text-align: left;">Para se ter uma idéia, uma molécula de glicose, queimada na respiração, libera apenas 6 moléculas de CO2. Imaginem todo o gás carbônico que os seres vivos liberam diariamente, somados aos muitos que são produzidos pela queima da gasolina dos automóveis, os combustíveis de aviões, de máquinas industriais, além de queimadas que são feitas&#8230; É muito CO2 na atmosfera!</div>
<div style="text-align: left;">O problema maior é que, diferente da respiração que é contra-balanceada pela fotossíntese vegetal (os vegetais absorvem o CO2 no processo de fotossíntese, certo?), a <span style="text-decoration: underline;">queima do petróleo e dos combustíveis fósseis em geral, não tem essa compensação</span>! Isso porque o petróleo se encontrava soterrado em algum lugar. É como pegar toneladas de CO2 enterradas e começar a jogar na atmosfera!</div>
<div style="text-align: left;">É óbvio que vai dar algum problema&#8230; É diferente da queima de <strong>biocombustíveis</strong>, os quais são produzidos a partir de óleos vegetais. Todo <strong>biocombustível</strong> (<span style="text-decoration: underline;">álcool, biodiesel, biogás, etc</span>.), <span style="text-decoration: underline;">ao ser queimado, vai liberar CO2 como qualquer outro combustível. Entretanto, para a sua produção, é necessário o plantio de centenas de vegetais (mamona, girassol, milho, cana-de-açúcar, etc.). E esses vegetais reabsorvem todo o CO2 liberado na queima do combustível. Portanto, é por isso que os biocombustíveis não são totalmente &#8220;limpos&#8221;, mas são mais &#8220;ecologicamente corretos&#8221; que os combustíveis fósseis.</span></div>
<div style="text-align: left;">OBS: Além disso tudo, também é gerado dióxido de enxofre (SO2) na queima do petróleo, que provoca chuva ácida.</div>
</div>
<div style="text-align: left;">Bom, por hoje é só! Deixem um comentário, por favoooorrr =D =D =D =D</div>
<div style="text-align: left;">Até mais!</div>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Resumo: Membrana Plasmática</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 22:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meu povo!
Hoje, vamos abordar um pouquinho melhor a membrana plasmática, mas relaxem! É um resumo mesmo e com tudo o que você precisa para passar no vestibular escrito de forma simples e dinâmica. Vamos começar?
A Membrana plasmática é o envoltório que toda célula possui.  Sua espessura está entre 6 a 9 nm, só visível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meu povo!</p>
<p style="text-align: left;">Hoje, vamos abordar um pouquinho melhor a<strong> membrana plasmática</strong>, mas relaxem! É um resumo mesmo e com tudo o que você precisa para passar no vestibular escrito de forma simples e dinâmica. Vamos começar?</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>Membrana plasmática </strong>é o envoltório que toda <strong>célula</strong> possui.  Sua espessura está entre 6 a 9 nm, só visível ao microscópio eletrônico, são flexíveis e fluidas. São estruturas altamente diferenciadas, destinadas a uma compartimentação única, na natureza. Elas são capazes de selecionar, por mecanismos de transporte ativo e passivo, os ingredientes que devem passar, tanto para dentro como para fora das células.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Estrutura básica da Membrana Plasmática</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Modelo Mosaico Fluido</strong> – Sugerido por Singer e Nicholson, onde as proteínas da membrana estão engastadas na camada lipídica, do lado interno, do lado externo, ou atravessando completamente a membrana. Existe uma grande variedade de<strong> proteínas membranais</strong>. A fluidez está condicionada ao tipo de ligações intermoleculares na membrana. O termo <strong>mosaico</strong> se deve ao aspecto da membrana na microscopia eletrônica.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, o modelo do<strong> mosaico fluido </strong>é o mais aceito, por encontrar apoio em varias evidências experimentais. Nenhum modelo está pronto, a evolução das pesquisas irá melhorar o conhecimento atual.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Ligações na Membrana Plasmática</strong></p>
<p style="text-align: left;">A membrana plasmática não é uma estrutura <strong>covalente</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">As forças que mantém as<strong> biomoléculas </strong>na membrana , são coulombianas, hidrofóbicas,pontes de H, etc.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Composição e propriedades da Membrana Celular</strong></p>
<p style="text-align: left;">Todas as membrana biológicas são constituídas por uma dupla camada lipídica aproximadamente (45%) e proteína (55%) é altamente higroscópica, seletivamente permeável (controla e entrada e saída de substâncias), possui poros, tem sistema para transporte ativo de íons, e diversas enzimas encravadas na dupla camada lipídica, que exercem várias funções.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Enzimas</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> É um importante catalisador que une ou separa moléculas.</span></p>
<p style="text-align: left;">As<strong> membranas plasmáticas</strong> de um<strong> eucariócitos</strong> contém quantidades particularmente grande de colesterol. <span style="text-decoration: underline;">As moléculas de colesterol aumentam as propriedades da barreira da bicamada lipídica e devido a seus rígidos anéis planos de esteróides diminuem a mobilidade e torna a bicamada lipídica menos fluida</span>.</p>
<p style="text-align: left;">A maioria dos lipídios que compõe a membrana são<strong> fosfolipídios </strong>dos quais predominam: fosfatidilcolina, esfingomielina, fosfatidilserina e fosfalipidiletanolamina.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/membrana_celular.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-665" title="membrana_celular" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/membrana_celular-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><strong>Estruturas da Membrana Celular</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Poros</strong> ou <strong>canais</strong>: são “falhas” na membrana constituídas por proteínas ou por moléculas lipídicas. Permitem a passagem de moléculas pequenas cujo diâmetro seja inferior ao diâmetro do poro. Os poros têm diâmetro variável apresentando um valor médio de 0,8 nm. Esses canais podem ter carga positiva, negativa ou serem destituídos de cargas. Os canais com carga positiva facilitam a passagem de moléculas negativas e vice-versa.</p>
<p style="text-align: left;">Os canais podem apresentar portões.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Zonas de difusão facilitada</strong>: são regiões que possuem moléculas de uma determinada espécie química, em alta concentração. Moléculas afins se difundem com facilidade através dessas zonas. Exemplos: lipídios e proteínas.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Receptores</strong>: são locais (sítios) específicos da membrana onde podem se encaixar moléculas (mensageiras) que passam uma determinada informação à célula.</p>
<p style="text-align: left;">Alguns receptores podem estar acoplados a canais regulando, dessa forma, os processos de permeabilidade celular receptores, freqüentemente estão associados aos operadores.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Operadores</strong>: são estruturas protéicas capazes de realizar transporte contra um gradiente de concentração do soluto transportado. Operam no sentido unidirecional e são dependentes do fornecimento de energia (ATP).</p>
<p style="text-align: left;">Como já foi mencionado nosso corpo é constituído predominantemente por água. E sabemos que as reações bioquímicas podem ocorrer somente nesta solução. Dentro da células existem um complexo ambiente químico, denominado meio intracelular, constituído principalmente por água, proteínas e saís inorgânicos (LIC).</p>
<p style="text-align: left;">As células estão imersas em uma outra grande solução, que é denominada<strong> meio extracelular</strong> (LEC). As soluções dentro e fora da células tem diferentes composições, e este fato é muito importante para a função da célula, em especial a célula do neurônio e células musculares, (células estas ditas excitáveis) que podem reagir a estímulos vindos do ambiente externo.</p>
<p style="text-align: left;">Os processos de membrana, são fenômenos que ocorrem na membrana celular que explicam como as células nervosas podem ser excitadas e transmitir esta excitação para outra parte do sistema nervoso e sistema muscular.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Glicocálix</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Reveste externamente as células animais</span> &#8211; é formada por moléculas de glicídios frouxamente entrelaçadas &#8211; protege a célula contra agressões, retém nutrientes e enzimas. Mantém um microambiente adequado ao redor da célula.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Parede Celulósica</strong></p>
<p style="text-align: left;">Reveste externamente a MP de plantas e algas &#8211; é um envoltório espesso, relativamente rígido, constituído principalmente pela celulose (<strong>polissacarídeo</strong>), encontrada sob forma de longas e resistentes fibras (microfibrilas celulósicas). As microfibrilas são mantidas unidas pela matriz formada por glicoproteínas e dois polissacarídeos ( himicelulose e pectina). Seus componentes são sintetizados no citoplasma e expelidos da célula, depositando-se sobre a superfície externa da MP &#8211; parede primária: encontrada em células jovens de plantas, fina e elástica, permite o crescimento celular &#8211; parede secundária: camada espessa e rígida, onde novos componentes depositam-se internamente à parede primária, depois que a célula atinge tamanho e formas definitivas</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Modelo do Mosaico Fluido</strong></p>
<p style="text-align: left;">- Criado em 1972 por Singer e Nicholson, explica a organização da membrana plasmática. As Membranas Celulares são formadas por duas camadas de fosfolipíos. Nelas se incrustam moléculas de proteína: algumas aderidas superficialmente, outras mergulham profundamente, podendo atravessar a membrana. Os fosfolipídios movem-se continuamente, tem fluidez de movimento, mas não perdem o contato uns com os outros, por isso as membranas são flexíveis.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pemeabilidade Celular</strong></p>
<p style="text-align: left;">A membrana é permeável a algumas substâncias e impermeável a outras, apresenta semipermeabilidade. Ocorre uma certa seleção do que entra e sai da célula, há permeabilidade seletiva. A passagem de algumas subst. é totalmente facilitada e outras tem sua passagem totalmente impedida.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Difusão</strong></p>
<p style="text-align: left;">É um processo espontâneo onde as partículas tendem a se espalhar graças ao movimento contínuo e casual de átomos e moléculas &#8211; diversas substâncias (como água, gases e outras com moléculas peq.) entram e saem da célula por simples difusão &#8211; se a substância estiver mais concentrada fora da célula, ela entrará. Se a substância estiver mais concentrada dentro da célula ela sairá.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Osmose</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">É um tipo de difusão que ocorre quando duas soluções aquosas de concentração diferentes entram em contato através de uma membrana semipermeável.</span></p>
<div style="text-align: left;">Por hoje, é só! Até logo!</div>
<div style="text-align: left;">(fonte: <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>)</div>
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		<title>Resumo: Angiospermas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meu povo!
Hoje, temos um resuminho esperto super tranquilo sobre angiospermas! Não deixe de conferir! Vamos lá!

As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. A diferença entre as gimnospermas e as angiospermas é que as angiospermas apresentam flores e os frutos.
Flor das Angiospermas &#8211; É o aparelho de reprodução das angiospermas.
Uma flor completa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meu povo!</p>
<p style="text-align: left;">Hoje, temos um resuminho esperto super tranquilo sobre <strong>angiospermas</strong>! Não deixe de conferir! Vamos lá!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">As<strong> angiospermas </strong>produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. A diferença entre as<strong> gimnospermas</strong> e as<strong> angiospermas </strong>é que as angiospermas apresentam <strong>flores</strong> e os <strong>frutos</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Flor das Angiospermas</strong> &#8211; É o aparelho de <span style="text-decoration: underline;">reprodução</span> das angiospermas.</p>
<p style="text-align: left;">Uma flor completa de angiosperma aparece organizada em:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pedúnculo floral</strong> – eixo que liga a flor ao caule.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Receptáculo floral</strong> – parte dilatada do pedúnculo, onde estão inseridos os elementos florais.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Cálice</strong> – constituído por folhas modificadas estéreis chamadas sépalas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Corola </strong>– constituída por folhas modificadas estéreis chamadas pétalas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Androceu</strong> – constituído por folhas modificadas férteis chamadas estames ou microesporofilos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Gineceu </strong>– constituído por folhas modificadas férteis chamadas carpelares, pistilos ou macroesporofilos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Perianto</strong> – nome que se dá ao conjunto de cálice e corola.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Perigônio</strong> – às vezes o cálice fica igual à corola na forma e na cor; ao conjunto dá-se o nome de perigônio.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Brácteas</strong> – são folhas modificadas que servem para a proteção da flor ou de uma inflorescência.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><strong>Estame</strong> &#8211; Folha modificada organizada em três partes: filete, antera e conectivo.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Folha carpelar ou carpelo</strong> &#8211; A folha carpelar toma a forma de uma garrafa, na qual se podem reconhecer três partes: estigma, estilete e ovário. No interior do ovário formam-se os óvulos.</p>
<p style="text-align: left;">Então, por essa semana é isso aí! Bom feriado, não deixem de estudar e deixe um comentário com a gente!</p>
<p style="text-align: left;">(fonte: <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>)</p>
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		<title>Resumo: Plantas Briófitas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E aí, meu povo!
Como estão os estudos? Para hoje, escolhi um tema que muitos consideram beeem chatinho, mas que é essencial nas provas do vestibular: as plantas briófitas. Leiam esse resuminho que tem muito para te ajudar!
Bons estudos!

As briófitas são organismos multicelulares autótrofos, de pequeno porte. Vivem em ambientes úmidos e sombreados. Na sua fisiologia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">E aí, meu povo!</p>
<p style="text-align: left;">Como estão os estudos? Para hoje, escolhi um tema que muitos consideram beeem chatinho, mas que é essencial nas provas do vestibular: as <strong>plantas briófitas</strong>. Leiam esse resuminho que tem muito para te ajudar!</p>
<p style="text-align: left;">Bons estudos!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">As<strong> briófitas </strong>são organismos<strong> multicelulares autótrofos</strong>, de pequeno porte. Vivem em ambientes úmidos e sombreados. Na sua fisiologia, não possuem sistema de <strong>vasos condutores</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Características Gerais das <strong>Briófitas</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">- A grande maioria das espécies é<span style="text-decoration: underline;"> terrestre de ambiente úmido e sombreado</span> (ex: musgos, hepáticas anthóceros).</p>
<p style="text-align: left;">-  São plantas <strong>avasculares</strong> (<span style="text-decoration: underline;">ausência de vasos condutores</span>); A condução dos líquidos é feita por difusão célula a célula.</p>
<p style="text-align: left;">-  Ocorrem ainda espécies como a <em>Ricciocarpus natans</em> que <span style="text-decoration: underline;">flutu</span>a em água doce e a<em> Riccia</em> flutuantes que vive <span style="text-decoration: underline;">submersa</span> em água doce.</p>
<p style="text-align: left;">-  O musgo do gênero <em>Shpagnum</em> forma a <strong>turfa.</strong> Ela age como adubo na melhoria do solo. Além disso, quando seco e moído pode ser utilizado como <span style="text-decoration: underline;">combustível</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Classificação</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Classe Musci</strong>: classe em que seus representantes são os<strong> musgos</strong>, vegetais que apresentam o corpo divido em <span style="text-decoration: underline;">três regiões</span> específicas <strong>rizoíde</strong>,<strong> caulóide</strong>, e <strong>filóide</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Reprodução nas Briófitas</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Assexuada</strong>: ocorre por <strong>fragmentação.</strong> Com o crescimento da planta adulta, ela divide-se em pedaços irregulares chamados <strong>propágulos.</strong> Com isso, pela ação do vento e da água da chuva são levados até o solo, germinando e formando uma nova planta.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Sexuada</strong>: Ocorre alternância de gerações (<strong>Metagênese</strong>).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Gametângios</strong>: são os órgãos produtores de gametas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Planta masculina</strong>: chamada de <strong>Anterídeo</strong> -&gt; <span style="text-decoration: underline;">produz <strong>anterozóides</strong></span>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Planta feminina</strong>: chamada de <strong>Arquegônio</strong> -&gt;<span style="text-decoration: underline;"> produz <strong>oosferas.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Classe</strong>: <em>Hepaticae</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Conceito</strong>: O termo <em>hepática</em> (hepato=fígado), deve-se a forma de fígado do <strong>gametófito. </strong>Esse consiste em uma planta briófita, cujo gametófito têm forma de fígado e são características de ambientes terrestres úmidos, sombreados.</p>
<p><strong>Gênero</strong>: O mais conhecido é o <em>Marchantia</em></p>
<p><strong>Gênero</strong>: <em>Anthóceros</em></p>
<p><strong>Reprodução</strong>: Os <strong>gametângios</strong> estão mergulhados nos tecidos dos <strong>gametófitos</strong>, podendo ser <strong>homotálicos</strong> ou <strong>heterotálicos</strong>. Após a fecundação, vários esporófitos são formados em uma mesma planta. Possui uma<span style="text-decoration: underline;"> base e um esporângio alongado</span>, produtor de esporos.</p>
<p>4. <strong>Importância das briófitas</strong>: agem como espécies pioneiras no meio ambiente.</p>
<p style="text-align: left;">Por hoje é só! Vamos que vamos que ao longo da semana tem mais! Deixe seu comentário!</p>
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		<title>Exercícios de Vestibular</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoal!
Conforme o prometido, a equipe Desconversa separou alguns exercícios de múltipla escolha de Biologia! Vamos testar seus conhecimentos e o conteúdo aprendido? Boa resolução!

01) (UFRN/2007) Durante o processo de fotossíntese, a ação da luz sobre a clorofila libera elétrons que são capturados por uma cadeia transportadora. Durante esse processo de transporte, ocorre:
a) formação de quantidades elevadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, pessoal!</p>
<p style="text-align: left;">Conforme o prometido, a equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> separou alguns <strong>exercícios de múltipla</strong> escolha de<strong> Biologia</strong>! Vamos testar seus conhecimentos e o conteúdo aprendido? Boa resolução!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>01) (UFRN/2007)</strong> Durante o processo de fotossíntese, a ação da luz sobre a clorofila libera elétrons que são capturados por uma cadeia transportadora. Durante esse processo de transporte, ocorre:</p>
<p style="text-align: left;">a) formação de quantidades elevadas do aceptor NADP+ a partir da captura de elétrons e prótons.</p>
<p style="text-align: left;">b) transferência dos elétrons entre moléculas organizadas em ordem decrescente de energia.</p>
<p style="text-align: left;">c) fotólise de moléculas de CO2 que liberam elétrons e cedem o carbono para a formação da glicose.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">d) quebra da molécula de água a partir da conversão de ATP em ADP, com liberação de prótons.</div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>02)  (CEFET- Rio Pomba-JULHO/2003) </strong>Associe o processo metabólico com a equação correspondente:</p>
<p style="text-align: left;">A – fotossíntese</p>
<p style="text-align: left;">B – respiração</p>
<p style="text-align: left;">C – quimiossíntese</p>
<p style="text-align: left;">1) 2S + 3 O2 + 2 H2O ® 2 H2SO4 + ENERGIA</p>
<p style="text-align: left;">2) C6H12O6 + 6 O2 ® 6 CO2 + 6 H2O + ENERGIA</p>
<p style="text-align: left;">3) 6 CO2 + 12 H2O + ENERGIA  C6H12O6 + 6 O2 + 6 H2O</p>
<p style="text-align: left;">A associação CORRETA é:</p>
<p style="text-align: left;">a) A3; B1; C2</p>
<p style="text-align: left;">b) A2; B3; C1</p>
<p style="text-align: left;">c) A3; B2; C1</p>
<p style="text-align: left;">d) A2; B1; C3</p>
<p style="text-align: left;">e) A1; B3; C2</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>03) (UFSCar/2004)</strong> &#8230; quando cultivadas por três meses num local com 720 ppm (partes por milhão) de CO2 no ar, o dobro da concentração atmosférica, as mudas de Hymenaea courbaril [jatobá] duplicam a absorção de gás carbônico e a produção de açúcares (carboidratos) e aumentam em até 50% sua biomassa &#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><em>(Marcos Pivetta. Pesquisa FAPESP n.º 80, outubro de 2002.) </em></p>
<p style="text-align: left;">O texto permite concluir que, nos jatobás, a</p>
<p style="text-align: left;">a) taxa de respiração celular em condições naturais é cerca de 100% maior do que em um ambiente com 720 ppm (partes por milhão) de CO2 no ar.</p>
<p style="text-align: left;">b) produção de açúcares só não é maior em condições naturais porque a concentração de CO2 atmosférico atua como fator limitante da fotossíntese.</p>
<p style="text-align: left;">c) produção de açúcares só não é maior em condições naturais porque a concentração de CO2 atmosférico atua como fator limitante da respiração celular.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>04) (UFV/2002)</strong> Um palco montado para a realização de um show no Maracanã ocupou toda a extensão do gramado. Quatro semanas após o show, com a desmontagem do palco, observou-se que o gramado estava amarelado, perdendo o seu verde exuberante. Assinale a alternativa INCORRETA:</p>
<p style="text-align: left;">a) Mesmo no escuro, houve intensa síntese de tecidos de condução e de sustentação.</p>
<p style="text-align: left;">b) Na ausência da luz, o padrão de lamelação normal dos cloroplastos foi desestruturado.</p>
<p style="text-align: left;">c) A fotossíntese foi comprometida com a ausência.</p>
<p style="text-align: left;">da luz, o que interferiu na síntese de parede celular.</p>
<p style="text-align: left;">d) Na ausência da luz, ocorreu estiolamento das folhas e dos caules do gramado.</p>
<p style="text-align: left;">e) O gramado, na ausência de luz, interrompe a produção dos pigmentos de clorofila.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>05)(UFSCar/2005) </strong>O gráfico representa as taxas fotossintéticas e de respiração para duas diferentes plantas, uma delas umbrófita (planta de sombra) e a outra heliófita (planta de sol). Considere que a taxa respiratória é constante e igual para as duas plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/foto1-.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-652 aligncenter" title="foto1" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/foto1-.jpg" alt="" width="231" height="148" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Pode-se concluir que:</p>
<p style="text-align: left;">a) no intervalo X-Y, cada uma das plantas consome mais oxigênio do que aquele produzido na sua fotossíntese.</p>
<p style="text-align: left;">b) a partir do ponto Y, cada uma das plantas consome mais oxigênio do que aquele produzido na sua fotossíntese.</p>
<p style="text-align: left;">c) as plantas A e B são, respectivamente, umbrófita e heliófita.</p>
<p style="text-align: left;">d) no intervalo X-Y, cada uma das plantas produz mais oxigênio do que aquele consumido na sua respiração.</p>
<p style="text-align: left;">e) no ponto X, a planta A consome mais oxigênio do que aquele produzido na sua fotossíntese, e a planta B produz a mesma quantidade de oxigênio que aquela consumida na sua respiração.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>06) (UFLA-JULHO/2005)</strong> O gráfico abaixo mostra o espectro de ação para fotossíntese (curva superior) e o espectro de absorção para a clorofila a e a clorofila b (curva inferior) no cloroplasto de uma planta. Os comprimentos de ondas (nanômetros) em relação às cores da luz: luz violeta (390 – 430 nm); luz azul (430 – 500 nm); luz verde (500 – 560 nm); luz amarela (560 – 600 nm); luz laranja (600 – 650 nm); luz vermelha (650 – 760 nm).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/foto-2.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-653 aligncenter" title="foto 2" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/foto-2.jpg" alt="" width="249" height="227" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Analisando o gráfico e os dados acima, conclui-se que, teoricamente, as luzes que são mais efetivas para o processo da fotossíntese são:</p>
<p style="text-align: left;">a) Verde e amarela</p>
<p>b) Azul e vermelha</p>
<p>c) Violeta e laranja</p>
<p>d) Azul e amarela</p>
<p>e) Verde e vermelha</p>
<p>*</p>
<p>*</p>
<p>*</p>
<p>*</p>
<p>*</p>
<p>*</p>
<p>RESPOSTA:</p>
<p>01) B</p>
<p>02) C</p>
<p>03) B</p>
<p>04) A</p>
<p>05) E</p>
<p style="text-align: left;">06) B</p>
<p style="text-align: left;">Gostou? Deixe um comentário!</p>
<p style="text-align: left;">Até semana que vem!</p>
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		<title>Resumo: Ponto de Compensação Fótico</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 00:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, futuros universitários!
Como andam os estudos? Nessa semana, a equipe Desconversa fecha a questão da fotossíntese com essa série de resumos  que viemos postando ao longo desses dias ( fatores limitantes 1, fatores limitantes 2, fotossíntese, cloroplastos), todos retirados do site Vestibulando Web. Portanto, muita atenção para a parte teórica final!
As células vegetais, assim como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, futuros universitários!</p>
<p style="text-align: left;">Como andam os estudos? Nessa semana, a equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> fecha a questão da <strong>fotossíntese </strong>com essa série de resumos  que viemos postando ao longo desses dias (<a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/fotossintese-fatores-limitantes-1/" target="_blank"> fatores limitantes 1</a>, <a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/fotossintese-fatores-limitantes-2/" target="_blank">fatores limitantes 2</a>, <a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/resumo-fotossintese/" target="_blank">fotossíntese</a>, <a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/resumo-cloroplastos/" target="_blank">cloroplastos</a>), todos retirados do site <a href="http://www.vestibulandoweb.com.br/" target="_blank">Vestibulando Web</a>. Portanto, muita atenção para a parte teórica final!</p>
<p style="text-align: left;">As <strong>células vegetais</strong>, assim como a enorme maioria das células vivas, realizam a <strong>respiração aeróbica</strong>, <span style="text-decoration: underline;">processo que absorve O2 e elimina CO2</span>. <span style="text-decoration: underline;">A intensidade desse processo não é influenciada pela <strong>luz</strong></span>, e a célula o realiza tanto no claro como no escuro.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/ponto-compensacao-fotico.gif" rel="lightbox"><img class="alignnone size-full wp-image-644" title="ponto-compensacao-fotico" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/ponto-compensacao-fotico.gif" alt="" width="204" height="189" /></a></div>
<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Já a intensidade da <strong>fotossíntese </strong>é influenciada pela luz.</span> Com respeito às <strong>trocas gasosas</strong>, a fotossíntese tem papel inverso ao da respiração, pois <span style="text-decoration: underline;">absorve CO2 e elimina O2</span>.</p>
<p style="text-align: left;">O gráfico abaixo ilustra o que foi dito.</p>
<p style="text-align: left;">Identificam-se, no gráfico, situações distintas:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/ponto-compensacao-fotico-2.gif" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-645 aligncenter" title="ponto-compensacao-fotico-2" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/ponto-compensacao-fotico-2.gif" alt="" width="261" height="183" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/ponto-compensacao-fotico-32.gif" rel="lightbox"><img class="alignleft size-medium wp-image-648" title="ponto-compensacao-fotico-3" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/ponto-compensacao-fotico-32-231x300.gif" alt="" width="231" height="300" /></a>Situação A: <span style="text-decoration: underline;">sob baixa luminosidade, a intensidade da fotossíntese é pequena</span>, de tal forma que a intensidade da respiração é superior a ela. Nessa situação, <span style="text-decoration: underline;">a planta absorve O2 e elimina CO2 para o meio ambiente</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Situação B: corresponde à intensidade luminosa na qual<span style="text-decoration: underline;"> a<strong> intensidade da fotossíntese</strong> é exatamente igual à da respiração celular</span>. Portanto, <span style="text-decoration: underline;">o oxigênio liberado pela fotossíntese é consumido na respiração celular</span>,<span style="text-decoration: underline;"> e CO2 liberado na respiração celular é consumido na fotossíntese</span>. Portanto, as <strong>trocas gasosas</strong> entre a planta e o ambiente são <span style="text-decoration: underline;">nulas</span>. Esta intensidade luminosa é chamada<strong> Ponto de Compensação Luminoso</strong> ou <strong>Ponto de Compensação Fótico</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">As plantas que vivem preferencialmente em locais pouco iluminados (<strong>plantas umbrófilas</strong> ou &#8220;de sombra&#8221;) têm PCL baixo</span>. <span style="text-decoration: underline;">Já as que vivem em locais bem iluminados (<strong>plantas heliófilas </strong>ou &#8220;de sol&#8221;) têm PCL elevado.</span></p>
<p style="text-align: left;">Situação C: sob intensa luminosidade,<span style="text-decoration: underline;"> a fotossíntese predomina sobre a respiração</span>. Assim, a planta absorve CO2 e elimina O2 para o ambiente. Como a produção de compostos orgânicos é superior ao consumo, nesta situação <span style="text-decoration: underline;">a planta cresce e incorpora matéria orgânica</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ao longo de suas vidas as plantas passam, a cada 24 horas, pelas 3 situações expostas anteriormente. Para que possam crescer e se desenvolver normalmente, devem passar a maior parte do tempo em intensidade luminosa superior ao seu ponto de compensação luminosa, sintetizando e incorporando matéria orgânica e liberando oxigênio.</p>
<p style="text-align: left;">É importante ressaltar que, em um <strong>ecossistema</strong> em equilíbrio, como uma <strong>floresta tropical</strong>, as trocas globais são pequenas, uma vez que as substâncias liberadas, como oxigênio, são consumidas no próprio <strong>ecossistema</strong>. Populações vegetais mais abertas e mais dinâmicas têm <strong>balanço positivo</strong>, isto é, <span style="text-decoration: underline;">sintetizam mais produtos do que consomem</span>. As <strong>algas marinhas</strong>, por exemplo, <span style="text-decoration: underline;">constituem a maior massa fotossintetizante da biosfera, e seu maior fornecedor de oxigênio</span>.</p>
<p style="text-align: left;">No próximo post, faremos exercícios sobre tudo o que foi falado! Não perca!</p>
<p style="text-align: left;">Deixe seu comentário, será um prazer falar com você!</p>
<p style="text-align: left;">Até logo!</p>
</div>
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		<title>Resumo: Cloroplastos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 12:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
Conforme o prometido no post anterior, o Desconversa de Biologia vai continuar falando da fotossíntese, no entanto, agora focados nos cloroplastos. Os post foi retirado do site Vestibulando Web e nos oferece um panorama completo sobre essa organela. Muita atenção e vamos nessa!
Um tipo de organela característico das células vegetas são os plastos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Conforme o prometido no<a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/resumo-fotossintese/" target="_blank"> post anterior</a>, o<strong> <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> de Biologia</strong> vai continuar falando da<strong> fotossíntese</strong>, no entanto, agora focados nos <strong>cloroplastos</strong>. Os post foi retirado do site <a href="http://www.vestibulandoweb.com.br/" target="_blank">Vestibulando Web</a> e nos oferece um panorama completo sobre essa organela. Muita atenção e vamos nessa!</p>
<p style="text-align: -webkit-auto;"><span style="text-align: left;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/cloroplasto-31.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-635" title="cloroplasto-3" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/cloroplasto-31.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a>Um tipo de organela característico das células vegetas são os </span><strong>plastos</strong><span style="text-align: left;">. Acumulam substâncias e são classificados de acordo com a natureza da substância armazenada. </span><span style="text-decoration: underline;">Os plastos incolores, que armazenam amido, lipídios ou proteínas, são os</span><span style="text-align: left;"> </span><strong>leucoplastos</strong><span style="text-align: left;">. Os </span><span style="text-decoration: underline;">plastos coloridos pela presença de pigmentos são chamados <strong>cromoplastos</strong></span><span style="text-align: left;"> e, destes, os mais numerosos e importantes são os </span><strong>cloroplastos</strong><span style="text-align: left;">, nos quais ocorrem as reações da fotossíntese. </span><span style="text-decoration: underline;">Possuem o pigmento verde clorofila</span><span style="text-align: left;">.</span></p>
<p style="text-align: left;">Uma célula da folha contém cerca de 50 cloroplastos. Em um milímetro quadrado da superfície da folha encontram-se mais de 500 000 deles.</p>
<p style="text-align: left;">Os cloroplastos guardam algumas semelhanças estruturais com as <strong>mitocôndrias</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/estrutura-cloroplasto2.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-637 aligncenter" title="estrutura-cloroplasto" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/estrutura-cloroplasto2-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">São delimitados por duas membranas</span>. Internamente, <span style="text-decoration: underline;">são ocupados por uma substância amorfa, o estroma. Grânulos de amido podem ser encontrados mergulhados no estroma</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ao microscópio eletrônico, verifica-se a presença, dentro do cloroplasto, de um complexo sistema de membranas que constituem sacos achatados e unidos entre si. São os <strong>tilacóides</strong>. Nos vegetais, os tilacóides se arranjam como uma pilha de moedas. Cada pilha é chamada <strong>granum </strong>e o conjunto de granum é chamado <strong>grana</strong>. Existem membranas que ligam os grana através do estroma. A clorofila existe no interior dos tilacóides. Os cloroplastos possuem, em média, a seguinte composição:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">água             50%</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">proteínas      25%</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">lipídios          15%</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">clorofila           3%</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">carotenóides   2%</div>
<p style="text-align: left;">Possuem, ainda, glicídios, nucleotídios, ATP, ADP, aceptores de hidrogênio (NADP, citocromos, vitamina K, etc.). O <strong>NADP</strong> difere do <strong>NAD</strong>, aceptor de elétrons da respiração celular, pela presença de um grupo fosfato. Contém, também, <strong>DNA </strong>e <strong>RNA</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Têm certa autonomia dentro das células, sendo capazes de sintetizar proteínas e de se autoduplicar</span>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">Os pigmentos fotossintetizantes</span></p>
<p style="text-align: left;">Os <strong>pigmentos</strong> são <span style="text-decoration: underline;">substâncias que absorvem luz</span>. A cor de um pigmento depende das faixas do espectro da luz visível que ele absorve ou reflete. A clorofila, pigmento que torna verdes os vegetais, <span style="text-decoration: underline;">absorve luz principalmente nas faixas do vermelho e do azul; por refletir a luz verde, é verde</span>.</p>
<p style="text-align: left;">O perfil de absorção de luz de uma substância é o seu espectro de absorção.</p>
<p style="text-align: left;">Além das clorofilas, os <strong>carotenóides</strong> <span style="text-decoration: underline;">são pigmentos que absorvem luz em comprimentos de onda diferentes da clorofila</span>. Estes pigmentos transferem energia luminosa para a clorofila.</p>
<p style="text-align: left;">As figuras a seguir mostram as estruturas moleculares das clorofilas “a” e “b” e do b (beta) caroteno.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/clorofila-1.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-633 aligncenter" title="clorofila-1" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/clorofila-1-299x300.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a></p>
<p>As clorofilas “a” e “b” apresentam espectros diferentes da absorção de luz, sendo a absorção maior nas faixas do violeta-azul e alaranjado-vermelho e menor na faixa do verde, conforme pode ser observado no gráfico abaixo:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/clorofila-2.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-634   aligncenter" title="clorofila-2" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/clorofila-2-300x251.jpg" alt="" width="300" height="251" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Então, pessoal, por essa semana é só. Nos vemos segunda-feira com posts fresquinhos para vocês! Até logo!</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Resumo: Fotossíntese</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, guerreiros,
Como foram de passagem de ano? 2012 mal começou e a equipe Desconversa já está cheia de gás com post novíssimos para todos vocês! Essa semana, falaremos um pouco mais sobre o processo da fotossíntese.  O post é retirado do site Vestibulando Web e nos dá uma noção geral desse processo fantástico e fundamental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, guerreiros,</p>
<p style="text-align: left;">Como foram de passagem de ano? 2012 mal começou e a equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> já está cheia de gás com post novíssimos para todos vocês! Essa semana, falaremos um pouco mais sobre o processo da<strong> fotossíntese</strong>.  O post é retirado do site <a href="http://www.vestibulandoweb.com.br/" target="_blank">Vestibulando Web</a> e nos dá uma noção geral desse processo fantástico e fundamental para o vestibular. Portanto, boa leitura e vamos nessa!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O Sol é a fonte de toda energia da <strong>biosfera</strong>. A <strong>fotossíntese</strong> é o <span style="text-decoration: underline;">processo pelo qual a energia luminosa é captada e convertida em energia química</span>.</p>
<p style="text-align: left;">A capacidade de executar a fotossíntese está presente em <strong>eucarionte</strong>s e em <strong>procariontes</strong>. Os <strong>eucariontes</strong> <strong>fotossintetizantes</strong> são os<span style="text-decoration: underline;"> vegetais e as algas</span>. As <span style="text-decoration: underline;">cianobactérias e algumas bactérias</span> são <strong>procariontes</strong> que também realizam a fotossíntese. Mais da metade de toda a fotossíntese da biosfera ocorre nos <strong>seres unicelulares</strong>, particularmente nas algas, que formam o fitoplâncton.</p>
<p style="text-align: left;">Todos os seres fotossintetizantes, exceto algumas bactérias, utilizam a água como fonte de hidrogênio. A equação geral/para o processo é:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-1.gif" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-622 aligncenter" title="processo-fotossintese-1" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-1.gif" alt="" width="254" height="42" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">A equação geral do processo indica que o organismo fotossintetizante utiliza o <strong>CO2</strong> (gás carbônico) e a <strong>H2O</strong> (água), <span style="text-decoration: underline;">absorve energia luminosa por meio da <strong>clorofila</strong></span> (pigmento fotossintetizante) e produz <strong>glicose</strong> (açúcar) e <strong>O2</strong> (gás oxigênio).</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com o hábitat do organismo fotossintetizante (algas ou vegetais), o CO2 pode ser retirado da água ou do solo, e a água pode ser retirada do ambiente aquático ou do solo.</p>
<p style="text-align: left;">O pesquisador inglês C.B. Van Niel demonstrou que a fotossíntese, dos vegetais, das algas e das bactérias são, fundamentalmente, semelhantes, mas apresentam substâncias doadoras de hidrogênios diferentes. Na fotossíntese dos vegetais e das algas, a água (H2O) é a fonte de hidrogênios e do gás oxigênio; e na fotossíntese das bactérias, a fonte de hidrogênios é o H2S (gás sulfídrico), mas neste caso não ocorre liberação de oxigênio, e sim de enxofre (S), por isso essas bactérias são chamadas de sulfobactérias.</p>
<p style="text-align: left;">Experimentos utilizando água (H2O) e gás carbônico (CO2) marcados com oxigênio isótopo 18 demonstram que a origem do gás oxigênio é a molécula de água e não o gás carbônico(CO2).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-2.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-623 aligncenter" title="processo-fotossintese-2" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-2.jpg" alt="" width="274" height="156" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Com base no experimento acima, sabendo da origem do gás oxigênio a partir da molécula de água, podemos escrever a equação da fotossíntese assim:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-3.gif" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-624 aligncenter" title="processo-fotossintese-3" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-3-300x37.gif" alt="" width="300" height="37" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Veja que nessa equação o número de átomos de oxigênio da água (H2O) corresponde ao número de átomos de oxigênio presentes no gás oxigênio (O2), que não é mostrado quando utilizamos a equação resumida da fotossíntese mostrada a seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-4.gif" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-625 aligncenter" title="processo-fotossintese-4" src="http://www.desconversa.com.br/biologia/wp-content/uploads/2012/01/processo-fotossintese-4.gif" alt="" width="288" height="42" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Então, amigos, por hoje é só. Quarta-feira falaremos sobre os cloroplastos! Não percam e até mais!</p>
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