Resumo: Angiospermas

Olá, meu povo!

Hoje, temos um resuminho esperto super tranquilo sobre angiospermas! Não deixe de conferir! Vamos lá!

As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. A diferença entre as gimnospermas e as angiospermas é que as angiospermas apresentam flores e os frutos.

Flor das Angiospermas – É o aparelho de reprodução das angiospermas.

Uma flor completa de angiosperma aparece organizada em:

Pedúnculo floral – eixo que liga a flor ao caule.

Receptáculo floral – parte dilatada do pedúnculo, onde estão inseridos os elementos florais.

Cálice – constituído por folhas modificadas estéreis chamadas sépalas.

Corola – constituída por folhas modificadas estéreis chamadas pétalas.

Androceu – constituído por folhas modificadas férteis chamadas estames ou microesporofilos.

Gineceu – constituído por folhas modificadas férteis chamadas carpelares, pistilos ou macroesporofilos.

Perianto – nome que se dá ao conjunto de cálice e corola.

Perigônio – às vezes o cálice fica igual à corola na forma e na cor; ao conjunto dá-se o nome de perigônio.

Brácteas – são folhas modificadas que servem para a proteção da flor ou de uma inflorescência.

Estame – Folha modificada organizada em três partes: filete, antera e conectivo.

Folha carpelar ou carpelo – A folha carpelar toma a forma de uma garrafa, na qual se podem reconhecer três partes: estigma, estilete e ovário. No interior do ovário formam-se os óvulos.

Então, por essa semana é isso aí! Bom feriado, não deixem de estudar e deixe um comentário com a gente!

(fonte: Mundo Vestibular)

Resumo: Plantas Briófitas

E aí, meu povo!

Como estão os estudos? Para hoje, escolhi um tema que muitos consideram beeem chatinho, mas que é essencial nas provas do vestibular: as plantas briófitas. Leiam esse resuminho que tem muito para te ajudar!

Bons estudos!

As briófitas são organismos multicelulares autótrofos, de pequeno porte. Vivem em ambientes úmidos e sombreados. Na sua fisiologia, não possuem sistema de vasos condutores.

Características Gerais das Briófitas:

- A grande maioria das espécies é terrestre de ambiente úmido e sombreado (ex: musgos, hepáticas anthóceros).

-  São plantas avasculares (ausência de vasos condutores); A condução dos líquidos é feita por difusão célula a célula.

-  Ocorrem ainda espécies como a Ricciocarpus natans que flutua em água doce e a Riccia flutuantes que vive submersa em água doce.

-  O musgo do gênero Shpagnum forma a turfa. Ela age como adubo na melhoria do solo. Além disso, quando seco e moído pode ser utilizado como combustível.

Classificação

Classe Musci: classe em que seus representantes são os musgos, vegetais que apresentam o corpo divido em três regiões específicas rizoíde, caulóide, e filóide.

Reprodução nas Briófitas

Assexuada: ocorre por fragmentação. Com o crescimento da planta adulta, ela divide-se em pedaços irregulares chamados propágulos. Com isso, pela ação do vento e da água da chuva são levados até o solo, germinando e formando uma nova planta.

Sexuada: Ocorre alternância de gerações (Metagênese).

Gametângios: são os órgãos produtores de gametas.

Planta masculina: chamada de Anterídeo -> produz anterozóides.

Planta feminina: chamada de Arquegônio -> produz oosferas.

Classe: Hepaticae

Conceito: O termo hepática (hepato=fígado), deve-se a forma de fígado do gametófito. Esse consiste em uma planta briófita, cujo gametófito têm forma de fígado e são características de ambientes terrestres úmidos, sombreados.

Gênero: O mais conhecido é o Marchantia

Gênero: Anthóceros

Reprodução: Os gametângios estão mergulhados nos tecidos dos gametófitos, podendo ser homotálicos ou heterotálicos. Após a fecundação, vários esporófitos são formados em uma mesma planta. Possui uma base e um esporângio alongado, produtor de esporos.

4. Importância das briófitas: agem como espécies pioneiras no meio ambiente.

Por hoje é só! Vamos que vamos que ao longo da semana tem mais! Deixe seu comentário!

Exercícios de Vestibular

Olá, pessoal!

Conforme o prometido, a equipe Desconversa separou alguns exercícios de múltipla escolha de Biologia! Vamos testar seus conhecimentos e o conteúdo aprendido? Boa resolução!

01) (UFRN/2007) Durante o processo de fotossíntese, a ação da luz sobre a clorofila libera elétrons que são capturados por uma cadeia transportadora. Durante esse processo de transporte, ocorre:

a) formação de quantidades elevadas do aceptor NADP+ a partir da captura de elétrons e prótons.

b) transferência dos elétrons entre moléculas organizadas em ordem decrescente de energia.

c) fotólise de moléculas de CO2 que liberam elétrons e cedem o carbono para a formação da glicose.

d) quebra da molécula de água a partir da conversão de ATP em ADP, com liberação de prótons.

02)  (CEFET- Rio Pomba-JULHO/2003) Associe o processo metabólico com a equação correspondente:

A – fotossíntese

B – respiração

C – quimiossíntese

1) 2S + 3 O2 + 2 H2O ® 2 H2SO4 + ENERGIA

2) C6H12O6 + 6 O2 ® 6 CO2 + 6 H2O + ENERGIA

3) 6 CO2 + 12 H2O + ENERGIA  C6H12O6 + 6 O2 + 6 H2O

A associação CORRETA é:

a) A3; B1; C2

b) A2; B3; C1

c) A3; B2; C1

d) A2; B1; C3

e) A1; B3; C2

03) (UFSCar/2004) … quando cultivadas por três meses num local com 720 ppm (partes por milhão) de CO2 no ar, o dobro da concentração atmosférica, as mudas de Hymenaea courbaril [jatobá] duplicam a absorção de gás carbônico e a produção de açúcares (carboidratos) e aumentam em até 50% sua biomassa …

(Marcos Pivetta. Pesquisa FAPESP n.º 80, outubro de 2002.)

O texto permite concluir que, nos jatobás, a

a) taxa de respiração celular em condições naturais é cerca de 100% maior do que em um ambiente com 720 ppm (partes por milhão) de CO2 no ar.

b) produção de açúcares só não é maior em condições naturais porque a concentração de CO2 atmosférico atua como fator limitante da fotossíntese.

c) produção de açúcares só não é maior em condições naturais porque a concentração de CO2 atmosférico atua como fator limitante da respiração celular.

04) (UFV/2002) Um palco montado para a realização de um show no Maracanã ocupou toda a extensão do gramado. Quatro semanas após o show, com a desmontagem do palco, observou-se que o gramado estava amarelado, perdendo o seu verde exuberante. Assinale a alternativa INCORRETA:

a) Mesmo no escuro, houve intensa síntese de tecidos de condução e de sustentação.

b) Na ausência da luz, o padrão de lamelação normal dos cloroplastos foi desestruturado.

c) A fotossíntese foi comprometida com a ausência.

da luz, o que interferiu na síntese de parede celular.

d) Na ausência da luz, ocorreu estiolamento das folhas e dos caules do gramado.

e) O gramado, na ausência de luz, interrompe a produção dos pigmentos de clorofila.

05)(UFSCar/2005) O gráfico representa as taxas fotossintéticas e de respiração para duas diferentes plantas, uma delas umbrófita (planta de sombra) e a outra heliófita (planta de sol). Considere que a taxa respiratória é constante e igual para as duas plantas.

Pode-se concluir que:

a) no intervalo X-Y, cada uma das plantas consome mais oxigênio do que aquele produzido na sua fotossíntese.

b) a partir do ponto Y, cada uma das plantas consome mais oxigênio do que aquele produzido na sua fotossíntese.

c) as plantas A e B são, respectivamente, umbrófita e heliófita.

d) no intervalo X-Y, cada uma das plantas produz mais oxigênio do que aquele consumido na sua respiração.

e) no ponto X, a planta A consome mais oxigênio do que aquele produzido na sua fotossíntese, e a planta B produz a mesma quantidade de oxigênio que aquela consumida na sua respiração.

06) (UFLA-JULHO/2005) O gráfico abaixo mostra o espectro de ação para fotossíntese (curva superior) e o espectro de absorção para a clorofila a e a clorofila b (curva inferior) no cloroplasto de uma planta. Os comprimentos de ondas (nanômetros) em relação às cores da luz: luz violeta (390 – 430 nm); luz azul (430 – 500 nm); luz verde (500 – 560 nm); luz amarela (560 – 600 nm); luz laranja (600 – 650 nm); luz vermelha (650 – 760 nm).

Analisando o gráfico e os dados acima, conclui-se que, teoricamente, as luzes que são mais efetivas para o processo da fotossíntese são:

a) Verde e amarela

b) Azul e vermelha

c) Violeta e laranja

d) Azul e amarela

e) Verde e vermelha

*

*

*

*

*

*

RESPOSTA:

01) B

02) C

03) B

04) A

05) E

06) B

Gostou? Deixe um comentário!

Até semana que vem!

Resumo: Ponto de Compensação Fótico

Olá, futuros universitários!

Como andam os estudos? Nessa semana, a equipe Desconversa fecha a questão da fotossíntese com essa série de resumos  que viemos postando ao longo desses dias ( fatores limitantes 1, fatores limitantes 2, fotossíntese, cloroplastos), todos retirados do site Vestibulando Web. Portanto, muita atenção para a parte teórica final!

As células vegetais, assim como a enorme maioria das células vivas, realizam a respiração aeróbica, processo que absorve O2 e elimina CO2. A intensidade desse processo não é influenciada pela luz, e a célula o realiza tanto no claro como no escuro.

Já a intensidade da fotossíntese é influenciada pela luz. Com respeito às trocas gasosas, a fotossíntese tem papel inverso ao da respiração, pois absorve CO2 e elimina O2.

O gráfico abaixo ilustra o que foi dito.

Identificam-se, no gráfico, situações distintas:

Situação A: sob baixa luminosidade, a intensidade da fotossíntese é pequena, de tal forma que a intensidade da respiração é superior a ela. Nessa situação, a planta absorve O2 e elimina CO2 para o meio ambiente.

Situação B: corresponde à intensidade luminosa na qual a intensidade da fotossíntese é exatamente igual à da respiração celular. Portanto, o oxigênio liberado pela fotossíntese é consumido na respiração celular, e CO2 liberado na respiração celular é consumido na fotossíntese. Portanto, as trocas gasosas entre a planta e o ambiente são nulas. Esta intensidade luminosa é chamada Ponto de Compensação Luminoso ou Ponto de Compensação Fótico.

As plantas que vivem preferencialmente em locais pouco iluminados (plantas umbrófilas ou “de sombra”) têm PCL baixo. Já as que vivem em locais bem iluminados (plantas heliófilas ou “de sol”) têm PCL elevado.

Situação C: sob intensa luminosidade, a fotossíntese predomina sobre a respiração. Assim, a planta absorve CO2 e elimina O2 para o ambiente. Como a produção de compostos orgânicos é superior ao consumo, nesta situação a planta cresce e incorpora matéria orgânica.

Ao longo de suas vidas as plantas passam, a cada 24 horas, pelas 3 situações expostas anteriormente. Para que possam crescer e se desenvolver normalmente, devem passar a maior parte do tempo em intensidade luminosa superior ao seu ponto de compensação luminosa, sintetizando e incorporando matéria orgânica e liberando oxigênio.

É importante ressaltar que, em um ecossistema em equilíbrio, como uma floresta tropical, as trocas globais são pequenas, uma vez que as substâncias liberadas, como oxigênio, são consumidas no próprio ecossistema. Populações vegetais mais abertas e mais dinâmicas têm balanço positivo, isto é, sintetizam mais produtos do que consomem. As algas marinhas, por exemplo, constituem a maior massa fotossintetizante da biosfera, e seu maior fornecedor de oxigênio.

No próximo post, faremos exercícios sobre tudo o que foi falado! Não perca!

Deixe seu comentário, será um prazer falar com você!

Até logo!


SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline