Respiração celular
Olá, pessoal! Hoje vamos fazer uma revisão sobre respiração celular. A energia dos alimentos pode ou não ser extraída com a utilização do O2. No primeiro caso, a respiração é aeróbica. No segundo, anaeróbica.
Etapas da respiração aeróbica:
Glicólise – A glicose converte-se em duas moléculas de um ácido pirúvico dotado de 3 carbonos.
Ciclo de Krebs: O ácido pirúvico, formado no hialoplasma, penetra na mitocôndria, onde perde CO2 e então converte-se em aldeído acético. O aldeído acético combina-se com a coenzima A (COA), originando acetil-COA. Nesse momento inicia-se o ciclo de Krebs. Da reação da acetil-CoA, ocorrem series de desidrogênações e descarboxilações até originar uma nova molécula de ácido oxalacético.
Cadeia Respiratória:Ocorre nas cristas mitocondriais. Os H presentes nas moléculas de FADH2 e NADH2 são levados até o O2, formando água. Na cadeia respiratória, verifica-se também a participação de citocromos, que tem papel de transportar elétrons dos hidrogênios. À medida que os elétrons passam pela cadeia de citocromos, liberam energia gradativamente. Essa energia é empregada na síntese de ATP. Depois de muitos cálculos…, podemos dizer que o processo respiratório aeróbico pode, então, ser equacionado assim: C6H12O6 + 6 O2 -> CO2 + 6 H2O + 38 ATP
Respiração Anaeróbica: É o processo de extração de energia de compostos sem utilização de oxigênio.
Fermentação: Nos processos fermentativos, a glicose não é totalmente degradada – rendimento energético inferior.
Fermentação alcoólica: A glicose inicialmente sofre glicólise, originando 2 moléculas de ácido pirúvico, 2 NADH2 E um saldo energético de 2 ATP. Em seguida o ácido pirúvico é descarboxilado, originando aldeído acético e CO2, sob a ação de enzimas descarboxilases. O aldeído acético, então, atua como receptor de hidrogênios do NADH2 e se converte em álcool etílico.
Na fermentação láctica, a glicose sofre glicólise exatamente como na fermentação alcoólica. Porém o aceptor de hidrogênios é o próprio ácido pirúvico, que se converte em ácido láctico. Portanto não havendo descarboxilação do ácido píruvico, não ocorre formação de CO2. A fermentação láctica é realizada por microorganismos (certas bactérias, fungos e protozoários) e por certos animais.
Até mais! Bons estudos!


