Veja no Descomplica:

Provas de Física para aula de revisão

Pessoal,

Para quem está no Descomplica acompanhando nossas aulas ao vivo,  aqui estão as questões de revisão do professor Marco Fisbhen.

Prova Física UFBA 2010

Prova Física UFF 2008 – questões 4 e 5

Prova Física UFF 2007 – questões 2 e 3

Cotidiano: Gravidade influi na pressão arterial

Olá, meus amigos!

Tudo certo? Já conferiram nossa super Promoção de Férias do Descomplica? Garanta já seu pacote mensal com 50% de desconto! Vem gente!

Hoje, vamos falar o quanto a gravidade influencia na pressão arterial! Let’s go go go!

Alguns exercícios dos últimos exames vestibulares têm explorado a interdisciplinaridade entre a biologia e a física, pedindo ao aluno que explique o funcionamento de várias partes do corpo humano por meio da mecânica.

O nosso sistema cardiovascular é constituído de um tubo fechado através do qual o sangue flui em duplo circuito, e do coração, que atua como uma bomba que impulsiona o sangue. A força de impulsão do fluxo sanguíneo é dada pela contração das paredes do coração, distinguindo-se nessa mecânica a fase de contração das paredes, a sístole, e a fase de relaxamento, a diástole.

A pressão arterial normal de uma pessoa é “12 por 8″, ou seja, 12 cmHg acima da pressão atmosférica no auge da contração (pressão arterial sistólica) e 8 cmHg no relaxamento do coração (pressão arterial diastólica).

A pressão P exercida por uma coluna de líquido em repouso é dada por: P(líquido)=d.g.h, em que d é a densidade do líquido, g é a aceleração gravitacional, e h a altura da coluna do líquido. Um dos últimos vestibulares da Unicamp propôs a seguinte questão de hidrostática: “Suponha que o sangue tenha a mesma densidade que a água e que o coração seja uma bomba capaz de bombeá-lo a uma pressão de 150 mm de mercúrio acima da pressão atmosférica.

Considere uma pessoa cujo cérebro esteja 50 cm acima do coração e adote, para simplificar, que 1 atm = 750 mm de mercúrio. a) Até que altura o coração consegue bombear o sangue? ; b) Suponha que essa pessoa esteja em outro planeta. A que aceleração gravitacional máxima ela pode estar sujeita para que ainda receba sangue no cérebro?”.

A resposta ao item a) exige do aluno o conceito de que a pressão atmosférica de 1 atm corresponde à pressão de uma coluna de 75 cm de mercúrio e, aproximadamente, à pressão de uma coluna de 10 m de água ou de sangue.

Como a pressão arterial proposta no exercício (150 mmHg) é cinco vezes menor do que a pressão atmosférica (750 mmHg), o coração consegue bombear o sangue a uma altura cinco vezes menor do que os 10 m, ou seja, 2 m, acima do coração. Já o item b) explora o conceito de que a pressão da coluna também é em função da aceleração gravitacional.

Como a altura máxima que o coração consegue bombear o sangue é de 200 cm (2 m) e o cérebro da pessoa está a 50 cm acima do coração, ou seja, a uma altura quatro vezes menor, a aceleração gravitacional máxima a que ela pode estar sujeita é quatro vezes maior do que a aceleração gravitacional terrestre.
Por hoje, é só! Um excelente fim de semana e fiquem bem!
Até!

(fonte Uol Vestibular)

Resumo: Termodinâmica

Olá, meus guerreiros,

Como estão? Não se esqueçam que o Descomplica está com 50% de desconto! Garanta o seu, pois o prazo de compras está acabando..

Hoje falaremos sobre a termodinâmica? Sabe o que é? Não? Então, vamos la!

1) Trabalho em termodinâmica

1º princípio da termodinâmica
2) Máquinas térmicas
Então, pessoal, por hoje é só!
Até mais!
(fonte UOL Vestibular)

Vídeo Aula – Prova Específica UFRJ 2008

Olá, meus guerreiros,

Como estão? Já conferiram a PROMOÇÃO do Descomplica, né? 50% DE DESCONTO! Confira!

Hoje, você vai assistir a uma aula show, em que o professor Marco Fisbhen (@marco_fisbhen) explica a questão 8 da prova específica UFRJ 2008.

Vamos começar?

Imagem de Amostra do You Tube

Então, por hoje é só! Bom fim de semana!!! Deixem um comentário =)

Resumo: Inércia

Olá, meus queridos!

Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.

Voltando ao post.. Hoje vamos falar sobre a Inércia! Sim, a famosa Lei de Newton que tanto no atormenta no vestibular; embora esteja presente em nossa vida todo santo dia!

Vamos acabar com qualquer dúvida que tivermos e garantir essa questão no vestibular!

Existe na natureza uma tendência de não se alterar o estado de movimento de um objeto, isto é, um objeto em repouso tende naturalmente a permanecer em repouso. Um objeto com velocidade constante tende a manter a sua velocidade constante.

Essa tendência natural de tudo permanecer como está é conhecida como inércia. No caso da Mecânica, essas observações a respeito do comportamento da natureza levou Newton a enunciar a sua famosa Lei da Inércia, que diz:

“Qualquer corpo em movimento retilíneo e uniforme (ou em repouso) tende a manter-se em movimento retilíneo e uniforme (ou em repouso).”
A Inércia nas brecada

O exemplo mais simples, do ponto de vista da observação da inércia dos corpos, é aquele dos passageiros num veículo. Quando o veículo é brecado, os passageiros tendem a manter-se no seu estado de movimento. Por isso, as pessoas “vão para a frente” do ônibus quando este é brecado. Na realidade, a mudança do estado de movimento é apenas do ônibus. Os passageiros simplesmente tendem a manter-se como estavam. Da inércia resultam os ferimentos em acidentes no tráfego.

Colisão no Trânsito

O princípio da inércia explica por que as pessoas se ferem em acidentes automobilísticos. Conquanto os carros tenham suas velocidades reduzidas pela colisão, a tendência das pessoas é manterem-se em movimento. Daí resulta os corpos serem jogados contra o pára-brisas ou outras partes do carro. O uso do cinto de segurança tenta minimizar o efeito, fixando as pessoas ao veículo.

Encaixando o Martelo

Pode-se tirar proveito da inércia. O exemplo mais simples é o encaixe do martelo batendo com o cabo contra a mesa. Uma vez em movimento, o martelo preferirá manter-se em movimento, facilitando o encaixe.

Constatação do efeito da inércia através do bloco suspenso

Você vai precisar de madeira, pregos, barbante, tubo de PVC para fazer os moldes dos pesos de 1kg e 5kg, pedaços de ferro para fazer os ganchos para as massas, concreto e apetrechos de carpinteiro e de pedreiro.

Construa um suporte como mostra a figura.

Esquema do sistema construído e descrito no texto.

O sistema consiste num suporte em madeira com formato de “U” invertido, com dimensões da ordem de 60cm de altura e 60cm de largura. Este suporte deve apresentar “pés” para que fique rigidamente na posição vertical. Um suporte (gancho) centrado na barra horizontal desta trave será usado para suspender o bloco.

Um banquinho com três pés e furo central é usado imediatamente abaixo do bloco para segurá-lo quando a cordinha superior se rompe. Como corda use barbante comercial. É usado um bastão na extremidade inferior da cordinha para facilitar a operação de puxar. Os blocos são feitos com tubos de PVC de diâmetros variados de, aproximadamente, 20g e são preenchidos com concreto, ao mesmo tempo que se chumbam ganchos para amarrar as cordinhas.

O experimento é feito puxando-se lentamente o bastão para baixo e observando qual das cordas se romperá primeiro. Quando o bloco tem grande massa (~10kg), observa-se que com grande facilidade a corda inferior é que se rompe, apesar de, em condiçòes estáticas, sempre a corda superior estar sujeita a uma tensão superior. No caso de grandes massas, só velocidades muito baixas de puxão é que causam o rompimento da cordinha superior.

Por outro lado, se colocarmos uma pequena massa no bloco (~2kg), quase que para qualquer velocidade com que puxamos haverá o rompimento da cordinha superior. Só puxões com velocidades altíssimas é que causarão o rompimento da cordinha inferior.

Para explicar esse comportamento de forma quantitativa, foi construído um modelo no qual as cordinhas se comportam como molas (de alta rigidez, é claro), que suportam um estiramento máximo após o qual ocorre a ruptura. A cordinha que atinge o estiramento máximo primeiro é que se romperá.
Se for considerado que a força F aplicada à corda aumenta linearmente com o tempo, F = a t, onde a é a taxa com que o bloco é puxado ou a “velocidade” do puxão.
Pode-se mostrar que se espera o comportamento descrito na figura abaixo para massas M e para coeficientes a diferentes. Existe um valor crítico de a para cada massa ac(M) que separa o espaço.
PROCEDIMENTO
Monte o sistema e faça repetições da observação para situações diferentes.
1. Monte a massa pequena e puxe lentamente a corda. Verifique qual corda arrebenta. Anote.
2. Monte a massa pequena e puxe rapidamente. Anote o resultado.
3. Repita os procedimentos 1 e 2 para a massa maior.
4. Vários alunos devem repetir a seqüência para tirar dúvidas quanto à reprodutibilidade.
E aí? Fez seu experimento? Deixe seu comentário!
(fonte Mundo Vestibular)

Dicas de Estudo

” DROGA, SOU BURRO, NÃO APRENDO NADA, ESTUDO ESTUDO ESTUDO E SÓ ME FERRO…”

Se isso que você acabou de ler tiver passado pela sua cabeça esses dias, só digo uma coisa: CALMA.

Sabe por que? Porque eu vou te dar dicas iradas sobre como estudar física, como optimizar seu tempo, ou seja, torná-lo mais eficiente.

Você não é burro e você sabe disso. No entanto, se não está obtendo sucesso com seus estudos, é muito provável que seja porque você não está estudando da maneira mais adequada. Portanto, leia aqui essas dicas e tenho certeza que o sucesso baterá em sua porta ;)

Let’s go!

Quando você estuda Português ou História, uma lição passada pelo professor abrange, na maioria das vezes, um grande número de páginas de texto. A Física, tal como a Matemática, é mais condensada.

Uma lição de Física pode reduzir-se apenas a uma ou duas páginas. Você poderia decorar a lição, mas isto não lhe adiantaria nada. Algumas vezes, o seu trabalho é compreender urna lei. Depois de compreender essa lei – e a lei é muitas vezes expressa por uma equação – e a puder explicar e aplicar na resolução de problemas, você terá aprendido a lição.

Sugestões para o estudo:

1. Leia toda a lição, a fim de saber do que se trata.
2. Leia novamente a lição, porém, mais devagar, e escreva no seu caderno a lei (se houver alguma) e outros pontos importantes da lição. Verifique se você compreende cada parágrafo. Certifique-se também se compreende o verdadeiro significado de cada palavra nova. Estude com cuidado as definições de termos como “trabalho” e “potência” até ficar completamente seguro do seu verdadeiro sentido em Física.
3. Se a lei for expressa por uma equação matemática, pergunte a si mesmo de que maneira cada símbolo da equação está relacionado com a lei. Por exemplo, (trabalho = força . deslocamento) nos diz que, duplicando-se o deslocamento, se duplica o trabalho realizado e, do mesmo modo, fazendo duplicar a força, duplica-se o trabalho produzido.
4. Resolva os problemas incluídos no texto do seu livro.
5. Discuta a lição com os seus colegas.

Durante a aula e o trabalho de laboratório

1. Faça, sem hesitação, perguntas a respeito do que você não compreende.
2. Esteja alerta e pronto a explicar o que você compreende.
3. Pense por você mesmo; faça o seu trabalho. Você não pode aprender Física olhando para o seu companheiro.

Revisão para as provas:

1. Estude todos os dias, conscienciosamente, as suas lições. Reveja as notas que tomou na última aula. Nunca deixe as suas notas se acumularem, sem estudá-las metodicamente.
2. Antes da prova, escreva todos os pontos difíceis da parte que está revendo; faça perguntas sobre os mesmos, na aula.
3. Pense nas perguntas que faria se você fosse o professor. Tente responder, você mesmo, a essas perguntas.
4. Faça uma “cola” com as fórmulas ou conceitos mais importantes. Não exagere. Coloque apenas pontos importantes da matéria.

Durante as provas:

1. Antes do professor distribuir a prova, dê uma última “olhadinha” na cola que você fez.
2. Guarde a cola dentro da sua pasta. Você não a usará, já que já memorizou tudo que tinha nela.
3. Ao receber a prova escreva, em algum lugar dela, tudo que puder de fórmulas, conceitos e exemplos. Essas anotações serão muito úteis quando você estiver cansado e surgirem os famosos “brancos” de memória.
4. Faça as questões da prova como se estivesse resolvendo os testes em casa, com calma e muita atenção. Lembre-se que sempre existirão mais questões “fáceis” do que “difíceis” .
5. Lembre-se que quando um aluno diz que foi mal numa prova, é devido aos erros nas questões “fáceis”. Todo aluno que vai mal usa como desculpa as tais questões “difíceis” como argumento para mascarar sua falta de estudos.
6. Sucesso !

O seu professor passa problemas numéricos para que você possa aumentar a sua capacidade em resolvê-los ou possa compreender alguma lei cientifica.

Por exemplo, uma das primeiras equações que aprendemos é:

Constante de atrito = força de atrito/peso

Resolvendo esta equação, você aprende a relação entre a força necessária para mover um objeto e o peso deste.

Sugerimos seis etapas para resolver os problemas

1. Leia o seu problema cuidadosamente; compreenda o que está enunciado.
2. Escreva cada item que é dado.
3. Escreva o que pretende determinar.
4. Desenhe um diagrama simples com os dados do problema e do que pretende determinar.
5.  Pense num modo de resolver o problema. (Use uma equação, se possível).
6. Resolva o problema, eliminando tudo aquilo que for desnecessário, onde for possível e aconselhável.

Verifique a resposta obtida

Pergunte a si mesmo se a solução encontrada é lógica ou não. Se a sua resposta a um problema sobre movimento é que um automóvel se move com uma velocidade de 1.500 km/h, (!) provavelmente a solução encontrada não está certa e o melhor que tem a fazer é verificar tudo novamente.

Todas as vezes que você usa uma equação, pode verificar, até certo ponto, a correção do seu resultado substituindo a resposta na equação.

Elimine os termos semelhantes em ambos os membros da equação. Finalmente, se obtiver dois membros iguais, você pode concluir que a solução algébrica está correta. Deve, pois, procurar o erro noutra parte do problema.

Acabou o desespero? Espero que sim =)

Um excelente final de semana e deixe seu comentário!

Inté!

(fonte: Mundo Vestibular)

Resumo: Energia

Faaala, galera!

Enem é em abril e a gente não pode parar? É férias? E daí, o estudo deve continuar. Que tal dar uma revisada em energia?

Vamos lá!

Usando apenas a experiência do nosso cotidiano, poderíamos conceituar energia como “algo que é capaz de originar mudanças no mundo“. A queda de uma folha. A correnteza de um rio. A rachadura em uma parede. O vôo de um inseto. A remoção de uma colina. A construção de uma represa. Em todos esses casos, e em uma infinidade de outros que você pode imaginar, a interveniência da energia é um requisito comum.

Muitos livros definem energia como “capacidade de realizar trabalho“. Mas esta é uma definição limitada a uma área restrita: a Mecânica. Um conceito mais completo de energia deve incluir outras áreas (calor, luz, eletricidade, por exemplo). À medida que procuramos abranger áreas da Física no conceito de energia, avolumam-se as dificuldades para se encontrar uma definição concisa e geral.

Mais fácil é descrever aspectos que se relacionam à energia e que, individualmente e como um todo, nos ajudam a ter uma compreensão cada vez melhor do seu significado.

ENERGIA

Vejamos, a seguir, alguns aspectos básicos para a compreensão do conceito de energia.

1) A quantidade que chamamos energia pode ocorrer em diversas formas. Energia pode ser transformada, ou convertida, de uma forma em outra (conversão de energia).

Exemplo: A energia mecânica de uma queda d’água é convertida em energia elétrica a qual, por exemplo, é utilizada para estabilizar a temperatura de um aquário (conversão em calor) aumentando, com isso, a energia interna do sistema em relação à que teria à temperatura ambiente. As moléculas do meio, por sua vez, recebem do aquário energia que causa um aumento em sua energia cinética de rotação e translação.

2) Cada corpo e igualmente cada “sistema” de corpos contém energia. Energia pode ser transferida de um sistema para outro (transferência de energia).

Exemplo: Um sistema massa/mola é mantido em repouso com a mola distendida. Nestas condições, ele armazena energia potencial. Quando o sistema é solto, ele oscila durante um determinado tempo mas acaba parando. A energia mecânica que o sistema possuía inicialmente acaba transferida para o meio que o circunda (ar) na forma de um aumento da energia cinética de translação e rotação das moléculas do ar.

3) Quando energia é transferida de um sistema para outro, ou quando ela é convertida de uma forma em outra, a quantidade de energia não muda (conservação de energia).

Exemplo:A energia cinética de um automóvel que pára é igual à soma das diversas formas de energia nas quais ela se converte durante o acionamento do sistema de freios que detém o carro por atrito nas rodas.

4) Na conversão, a energia pode transformar-se em energia de menor qualidade, não aproveitável para o consumo. Por isso, há necessidade de produção de energia apesar da lei de conservação. Dizemos que a energia se degrada (degradação de energia).

Exemplo: Em nenhum dos três exemplos anteriores, a energia pode “refluir” e assumir sua condição inicial. Nunca se viu automóvel arrancar reutilizando a energia convertida devido ao acionamento dos freios quando parou. Ela se degradou. Daí resulta a necessidade de produção constante (e crescente) de energia.

Considerações Gerais sobre Energia Mecânica

Chamamos de Energia Mecânica a todas as formas de energia relacionadas com o movimento de corpos ou com a capacidade de colocá-los em movimento ou deformá-los.

Classes de energia mecânica

1) Energia potencial

É a que tem um corpo que, em virtude de sua posição ou estado, é capaz de realizar trabalho.

Podemos classificar a energia potencial em:

a) Energia Potencial Gravitacional (EPG)

Está relacionada com a posição que um corpo ocupa no campo gravitacional terrestre e sua capacidade de vir a realizar trabalho mecânico.
Matematicamente

Onde P é o peso do corpo e h é a altura em relação ao nível de referência (EPG = 0 ).

Ou, sabendo que P = m.g,

onde m é a massa do corpo e g é a aceleração gravitacional no local.

Então, por hoje é só! Nos vemos ainda essa semana! Até lá!

(fonte Mundo Vestibular)

Resumo: Força Normal, Força Elástica e Dinâmica do Movimento Circular Uniforme

Olá, parceiros do Desconversa!

Tudo bem? No post de hoje, abordaremos os principais aspectos sobre a Força Normal, a Força Elástica e a dinâmica do Movimento Circular Uniforme. O conteúdo é retirado do site UOL vestibular.

Boa leitura!

Forças de contato e forças de campo

As forças de contato, como o próprio nome define, são aquelas em que ocorre um contato direto entre as superfícies dos corpos que estão interagindo (por exemplo, força normal, força de atrito), ou entre o elemento que aplica a força (fio, barra rígida etc.) e o corpo que a recebe.

As forças de campo atuam sem um contato direto como resultado da existência de um campo – uma região do espaço onde efeitos físicos específicos se fazem sentir (por exemplo, força magnética, força gravitacional etc.).

Força normal

Um exemplo de força de contato é a força normal, veja a figura abaixo:

A força normal é a reação perpendicular (em geometria, sinônimo de normal) do plano de apoio sobre a superfície inferior do corpo. Embora costume ser representada por uma seta única, na verdade ela se distribui por toda a superfície de contato.

No exemplo acima, como não há movimento do corpo, conclui-se que a força peso é igual à força normal, que resulta da ação do apoio sobre o corpo.

Força elástica

Quando um corpo elástico (por exemplo, uma mola) sofre uma deformação (x) sob a ação de uma força

existe uma relação entre a força e a deformação que obedece à fórmula:

onde k é a constante elástica do corpo elástico, medida em

no sistema internacional de medidas.

A constante é uma característica do corpo, dependendo do material, dimensões etc.

Obs.: a deformação (x) é medida a partir do ponto de repouso da mola.

Dinâmica do movimento circular uniforme

A primeira lei de Newton diz que um corpo em estado de repouso ou de movimento retilíneo uniforme somente abandona essa condição se houver uma força externa que atue sobre ele. No movimento circular uniforme essa força externa deve existir para que o corpo mantenha tal movimento. A essa força dá-se o nome de força centrípeta. Veja o esquema:

Exemplos de força normal no movimento circular uniforme

a. No caso de um declive. Veja a figura:

Qual será a força normal no ponto B?

São dados: a velocidade no ponto B, o raio de curvatura r, a aceleração da gravidade

e a massa do corpo AmA.

A aceleração e a força centrípeta serão:

A força peso:

A força normal no ponto B será:
b. No caso de um aclive. Veja a figura:

Qual será a força normal no ponto C?
Dados: a velocidade no ponto C, o raio de curvatura r, a aceleração da gravidade g ? e a massa do corpo A (mA).
A aceleração e a força centrípeta serão:
A força peso:
A normal no ponto C será:

Obs.: conforme o caso, pode-se constatar diminuição ou aumento da força normal em relação a força peso.
Então, parceiros, por essa semana é só! Gostou? Deixe seu comentário! Adoraríamos saber o que vocês estão achando!
Até mais!

Você sabe? – A diferença entre fusão e fissão nuclear

Olá, amigos!

Tudo certo? Para essa preparação inicial, considero fundamental sabermos diferenciar fusão de fissão nuclear. Parece simples, mas muitas pessoas ainda se confundem. Portanto, não perca tempo e não corra risco de errar isso no vestibular! O texto é retirado do site Uol Educação.

Boa leitura!

A diferença entre fissão e fusão nuclear
Carlos Alberto Campagner*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

Na área da ficção literária, o autor de “Anjos e Demônios”, Dan Brown, fez sucesso falando sobre uma bomba de antimatéria, que na realidade não existe. Em matéria de bombas não-convencionais, atualmente, o que há são as chamadas bombas radioativas sujas (uma bomba normal, mas que contém material radioativo a ser liberado na explosão). Além disso, existem as bombas nucleares, ou superbombas, que podem ser de dois tipos: as bombas de fissão e as de fusão. Para compreender como elas funcionam, é preciso, antes de mais nada, conhecer o conceito que segue:

Isótopo

Isótopos são átomos de um elemento químico que possuem, em seu núcleo, um número de nêutrons diferente do elemento original. Assim, o urânio tem uma massa atômica 238, sendo o seu isótopo o U-235 – o que significa que em seu núcleo possui três nêutrons a menos. A partir disso, poderemos compreender as superbombas.

Bomba de fissão

O termo fissão significa quebra. Então, na bomba de fissão, ou bomba atômica, o núcleo de um átomo se rompe.O isótopo de urânio 235, por ter três nêutrons a menos, captura nêutrons livres que se tornam altamente instáveis. Esta instabilidade é tamanha que ele se quebra em dois outros (bário e criptônio) e libera três nêutrons, gerando uma quantidade enorme de energia.Esses três nêutrons tendem a romper outros três núcleos, os quais libertarão nove nêutrons, que libertarão 27 e, assim, sucessiva e exponencialmente. Se essa reação for muito rápida, ocorre uma grande explosão.

Massa crítica

Como o urânio 235 é muito instável, a simples concentração de uma quantidade (por volta de 3,5 quilos) pode iniciar essa reação. A essa massa mínima, suficiente para iniciar o processo, dá-se o nome de massa crítica.A simples obtenção de massa crítica não necessariamente a fará explodir, mas a sua temperatura pode alcançar milhares de graus e, como numa bomba, acontecerão emissões alfa, beta e gama (vide radioatividade)

Bomba de fusão

A fusão significa a união de dois ou mais núcleos, resultando em um novo elemento mais pesado. Quando isso acontece, o novo elemento formado é mais estável, daí a grande liberação de energia. Quando dois isótopos de hidrogênio se fundem formam um átomo de hélio. Esta reação é a responsável pela energia do Sol e das maiorias das estrelas. Dá para imaginar a sua potência, não é?Para o início de uma reação como essa, necessita-se de altas pressões e altas temperaturas. No Sol, isso é conseguido pela enorme massa dele mesmo, que provoca altíssimas pressões, e pela continuidade das reações de fusão. Na bomba H, essas pressões e temperaturas são obtidas com a detonação de uma bomba de fissão, que é o detonador. A bomba de hidrogênio é mil vezes mais potente que a de urânio.

A energia de fissão nuclear

A energia de fissão nuclear já foi domada e pode servir para fins pacíficos, como a produção de energia elétrica. Já a energia de fusão ainda está em estudos, embora muito provavelmente também possam se adequar às mesmas finalidades. Reatores de fusão já estão em funcionamento dentro de laboratórios, só que a energia gasta para o controle da fusão é maior que a energia aproveitada. Ou seja, na relação custo x benefício, elas ainda deixam a desejar.O projeto ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor) do qual participam Rússia, Estados Unidos, União Européia (UE), China, Japão e Coréia do Sul, pretende construir na cidade francesa de Cadarache o primeiro reator sustentável. A China, apesar de participar do ITER, anunciou recentemente que os testes de seu reator próprio (EAST) foram um sucesso.

Entenderam? Deixe seu comentário para que possamos debater melhor o assunto! Até mais!

Vídeo Aula: Instrumentos Óticos

Olá, guerreiros!

Para fechar esse conteúdo de ótica, a equipe Desconversa selecionou uma vídeo aula resumindo esse tema. O vídeo é do site Descomplica, então já sabem, melhor qualidade impossível quando se trata de educação online.

Boa aula!

Assista ao vídeo

Dúvidas? Deixa um comentário ou pergunte no Perguntas e Respostas!

Até semana que vem, galera!

Resumo: Reflexão da Luz

Olá, pessoal,

Como foram de ano novo? 2012 chegou e temos que  começar com corda total para obtermos aquele resultado positivo ano que vem! Pensando nisso, a equipe Desconversa selecionou um post show de bola sobre a reflexão da luz e cores dos objetos.  Retiramos do site Vestibulando Web!

Boa leitura!

1. Introdução

Os objetos que não possuem luz própria – objetos iluminados – são vistos porque refletem difusamente a luz que neles incide. Quando iluminados por uma luz policromática, um objeto pode não refletir todos os componentes da luz incidente, absorvendo alguns deles. Assim, podemos afirmar que as cores com que vemos os objetos correspondem às cores da luz refletida por eles.

Um corpo é branco quando reflete todas as cores componentes da luz branca, e um corpo é negro quando absorve todas as cores que nele incidem.

Vivemos num mundo de cores. No entanto, devemos lembrar que os objetos coloridos que vemos ao nosso redor somente possuem essa cor porque são iluminados com luz branca: luz do Sol ou de uma lâmpada. Mas, como veríamos, por exemplo, a bandeira brasileira se ela fosse iluminada por uma fonte luminosa que emitisse somente luz monocromática verde?

Sabemos que as cores da bandeira brasileira são verde, amarela, azul e branca. Isto somente acontece quando a bandeira é iluminada com luz branca. Se a iluminação for com luz verde, teremos:

– a parte verde será vista verde;

– as partes amarela e azul serão vistas negras (um objeto amarelo ou azul absorve totalmente a luz verde);

– a parte branca será vista verde (a luz verde é uma das componentes da luz branca).

Portanto, a nossa percepção de cores depende da fonte de luz, da luz que é refletida difusamente e da sensibilidade de nossos olhos em relação à luz refletida.

Vejamos um exemplo. Consideremos que um objeto iluminado com luz branca absorva todos os seus componentes, com exceção da vermelha. Portanto, esse objeto reflete, difusamente, somente a luz vermelha e, então, para nós, esse objeto é vermelho. Se ele refletisse somente a luz azul, nós o enxergaríamos azul. Por outro lado, se ele refletisse as cores verde e vermelha, absorvendo as demais, nós o enxergaríamos amarelo (soma do verde com o vermelho).


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