Provas de Física para aula de revisão
Pessoal,
Para quem está no Descomplica acompanhando nossas aulas ao vivo, aqui estão as questões de revisão do professor Marco Fisbhen.
Pessoal,
Para quem está no Descomplica acompanhando nossas aulas ao vivo, aqui estão as questões de revisão do professor Marco Fisbhen.
Olá, meus amigos!
Tudo certo? Já conferiram nossa super Promoção de Férias do Descomplica? Garanta já seu pacote mensal com 50% de desconto! Vem gente!
Hoje, vamos falar o quanto a gravidade influencia na pressão arterial! Let’s go go go!
Alguns exercícios dos últimos exames vestibulares têm explorado a interdisciplinaridade entre a biologia e a física, pedindo ao aluno que explique o funcionamento de várias partes do corpo humano por meio da mecânica.
O nosso sistema cardiovascular é constituído de um tubo fechado através do qual o sangue flui em duplo circuito, e do coração, que atua como uma bomba que impulsiona o sangue. A força de impulsão do fluxo sanguíneo é dada pela contração das paredes do coração, distinguindo-se nessa mecânica a fase de contração das paredes, a sístole, e a fase de relaxamento, a diástole.
A pressão arterial normal de uma pessoa é “12 por 8″, ou seja, 12 cmHg acima da pressão atmosférica no auge da contração (pressão arterial sistólica) e 8 cmHg no relaxamento do coração (pressão arterial diastólica).
A pressão P exercida por uma coluna de líquido em repouso é dada por: P(líquido)=d.g.h, em que d é a densidade do líquido, g é a aceleração gravitacional, e h a altura da coluna do líquido. Um dos últimos vestibulares da Unicamp propôs a seguinte questão de hidrostática: “Suponha que o sangue tenha a mesma densidade que a água e que o coração seja uma bomba capaz de bombeá-lo a uma pressão de 150 mm de mercúrio acima da pressão atmosférica.
Considere uma pessoa cujo cérebro esteja 50 cm acima do coração e adote, para simplificar, que 1 atm = 750 mm de mercúrio. a) Até que altura o coração consegue bombear o sangue? ; b) Suponha que essa pessoa esteja em outro planeta. A que aceleração gravitacional máxima ela pode estar sujeita para que ainda receba sangue no cérebro?”.
A resposta ao item a) exige do aluno o conceito de que a pressão atmosférica de 1 atm corresponde à pressão de uma coluna de 75 cm de mercúrio e, aproximadamente, à pressão de uma coluna de 10 m de água ou de sangue.
Como a pressão arterial proposta no exercício (150 mmHg) é cinco vezes menor do que a pressão atmosférica (750 mmHg), o coração consegue bombear o sangue a uma altura cinco vezes menor do que os 10 m, ou seja, 2 m, acima do coração. Já o item b) explora o conceito de que a pressão da coluna também é em função da aceleração gravitacional.
(fonte Uol Vestibular)
Olá, meus guerreiros,
Como estão? Não se esqueçam que o Descomplica está com 50% de desconto! Garanta o seu, pois o prazo de compras está acabando..
Hoje falaremos sobre a termodinâmica? Sabe o que é? Não? Então, vamos la!
1) Trabalho em termodinâmica
Olá, meus guerreiros,
Como estão? Já conferiram a PROMOÇÃO do Descomplica, né? 50% DE DESCONTO! Confira!
Hoje, você vai assistir a uma aula show, em que o professor Marco Fisbhen (@marco_fisbhen) explica a questão 8 da prova específica UFRJ 2008.
Vamos começar?
Então, por hoje é só! Bom fim de semana!!! Deixem um comentário =)
Olá, meus queridos!
Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.
Voltando ao post.. Hoje vamos falar sobre a Inércia! Sim, a famosa Lei de Newton que tanto no atormenta no vestibular; embora esteja presente em nossa vida todo santo dia!
Vamos acabar com qualquer dúvida que tivermos e garantir essa questão no vestibular!
Existe na natureza uma tendência de não se alterar o estado de movimento de um objeto, isto é, um objeto em repouso tende naturalmente a permanecer em repouso. Um objeto com velocidade constante tende a manter a sua velocidade constante.
Essa tendência natural de tudo permanecer como está é conhecida como inércia. No caso da Mecânica, essas observações a respeito do comportamento da natureza levou Newton a enunciar a sua famosa Lei da Inércia, que diz:

O exemplo mais simples, do ponto de vista da observação da inércia dos corpos, é aquele dos passageiros num veículo. Quando o veículo é brecado, os passageiros tendem a manter-se no seu estado de movimento. Por isso, as pessoas “vão para a frente” do ônibus quando este é brecado. Na realidade, a mudança do estado de movimento é apenas do ônibus. Os passageiros simplesmente tendem a manter-se como estavam. Da inércia resultam os ferimentos em acidentes no tráfego.
Colisão no Trânsito
O princípio da inércia explica por que as pessoas se ferem em acidentes automobilísticos. Conquanto os carros tenham suas velocidades reduzidas pela colisão, a tendência das pessoas é manterem-se em movimento. Daí resulta os corpos serem jogados contra o pára-brisas ou outras partes do carro. O uso do cinto de segurança tenta minimizar o efeito, fixando as pessoas ao veículo.
Encaixando o Martelo
Pode-se tirar proveito da inércia. O exemplo mais simples é o encaixe do martelo batendo com o cabo contra a mesa. Uma vez em movimento, o martelo preferirá manter-se em movimento, facilitando o encaixe.
Constatação do efeito da inércia através do bloco suspenso
Você vai precisar de madeira, pregos, barbante, tubo de PVC para fazer os moldes dos pesos de 1kg e 5kg, pedaços de ferro para fazer os ganchos para as massas, concreto e apetrechos de carpinteiro e de pedreiro.
Construa um suporte como mostra a figura.
Esquema do sistema construído e descrito no texto.
O sistema consiste num suporte em madeira com formato de “U” invertido, com dimensões da ordem de 60cm de altura e 60cm de largura. Este suporte deve apresentar “pés” para que fique rigidamente na posição vertical. Um suporte (gancho) centrado na barra horizontal desta trave será usado para suspender o bloco.
Um banquinho com três pés e furo central é usado imediatamente abaixo do bloco para segurá-lo quando a cordinha superior se rompe. Como corda use barbante comercial. É usado um bastão na extremidade inferior da cordinha para facilitar a operação de puxar. Os blocos são feitos com tubos de PVC de diâmetros variados de, aproximadamente, 20g e são preenchidos com concreto, ao mesmo tempo que se chumbam ganchos para amarrar as cordinhas.
O experimento é feito puxando-se lentamente o bastão para baixo e observando qual das cordas se romperá primeiro. Quando o bloco tem grande massa (~10kg), observa-se que com grande facilidade a corda inferior é que se rompe, apesar de, em condiçòes estáticas, sempre a corda superior estar sujeita a uma tensão superior. No caso de grandes massas, só velocidades muito baixas de puxão é que causam o rompimento da cordinha superior.
Por outro lado, se colocarmos uma pequena massa no bloco (~2kg), quase que para qualquer velocidade com que puxamos haverá o rompimento da cordinha superior. Só puxões com velocidades altíssimas é que causarão o rompimento da cordinha inferior.
” DROGA, SOU BURRO, NÃO APRENDO NADA, ESTUDO ESTUDO ESTUDO E SÓ ME FERRO…”
Se isso que você acabou de ler tiver passado pela sua cabeça esses dias, só digo uma coisa: CALMA.
Sabe por que? Porque eu vou te dar dicas iradas sobre como estudar física, como optimizar seu tempo, ou seja, torná-lo mais eficiente.
Você não é burro e você sabe disso. No entanto, se não está obtendo sucesso com seus estudos, é muito provável que seja porque você não está estudando da maneira mais adequada. Portanto, leia aqui essas dicas e tenho certeza que o sucesso baterá em sua porta
Let’s go!
Quando você estuda Português ou História, uma lição passada pelo professor abrange, na maioria das vezes, um grande número de páginas de texto. A Física, tal como a Matemática, é mais condensada.
Uma lição de Física pode reduzir-se apenas a uma ou duas páginas. Você poderia decorar a lição, mas isto não lhe adiantaria nada. Algumas vezes, o seu trabalho é compreender urna lei. Depois de compreender essa lei – e a lei é muitas vezes expressa por uma equação – e a puder explicar e aplicar na resolução de problemas, você terá aprendido a lição.
Sugestões para o estudo:
Durante a aula e o trabalho de laboratório
Revisão para as provas:
Durante as provas:
O seu professor passa problemas numéricos para que você possa aumentar a sua capacidade em resolvê-los ou possa compreender alguma lei cientifica.
Por exemplo, uma das primeiras equações que aprendemos é:
Resolvendo esta equação, você aprende a relação entre a força necessária para mover um objeto e o peso deste.
Sugerimos seis etapas para resolver os problemas
Verifique a resposta obtida
Pergunte a si mesmo se a solução encontrada é lógica ou não. Se a sua resposta a um problema sobre movimento é que um automóvel se move com uma velocidade de 1.500 km/h, (!) provavelmente a solução encontrada não está certa e o melhor que tem a fazer é verificar tudo novamente.
Todas as vezes que você usa uma equação, pode verificar, até certo ponto, a correção do seu resultado substituindo a resposta na equação.
Elimine os termos semelhantes em ambos os membros da equação. Finalmente, se obtiver dois membros iguais, você pode concluir que a solução algébrica está correta. Deve, pois, procurar o erro noutra parte do problema.
Acabou o desespero? Espero que sim =)
Um excelente final de semana e deixe seu comentário!
Inté!
(fonte: Mundo Vestibular)
Faaala, galera!
Enem é em abril e a gente não pode parar? É férias? E daí, o estudo deve continuar. Que tal dar uma revisada em energia?
Vamos lá!
Usando apenas a experiência do nosso cotidiano, poderíamos conceituar energia como “algo que é capaz de originar mudanças no mundo“. A queda de uma folha. A correnteza de um rio. A rachadura em uma parede. O vôo de um inseto. A remoção de uma colina. A construção de uma represa. Em todos esses casos, e em uma infinidade de outros que você pode imaginar, a interveniência da energia é um requisito comum.
Muitos livros definem energia como “capacidade de realizar trabalho“. Mas esta é uma definição limitada a uma área restrita: a Mecânica. Um conceito mais completo de energia deve incluir outras áreas (calor, luz, eletricidade, por exemplo). À medida que procuramos abranger áreas da Física no conceito de energia, avolumam-se as dificuldades para se encontrar uma definição concisa e geral.
Mais fácil é descrever aspectos que se relacionam à energia e que, individualmente e como um todo, nos ajudam a ter uma compreensão cada vez melhor do seu significado.
ENERGIA
Vejamos, a seguir, alguns aspectos básicos para a compreensão do conceito de energia.
1) A quantidade que chamamos energia pode ocorrer em diversas formas. Energia pode ser transformada, ou convertida, de uma forma em outra (conversão de energia).
Exemplo: A energia mecânica de uma queda d’água é convertida em energia elétrica a qual, por exemplo, é utilizada para estabilizar a temperatura de um aquário (conversão em calor) aumentando, com isso, a energia interna do sistema em relação à que teria à temperatura ambiente. As moléculas do meio, por sua vez, recebem do aquário energia que causa um aumento em sua energia cinética de rotação e translação.
2) Cada corpo e igualmente cada “sistema” de corpos contém energia. Energia pode ser transferida de um sistema para outro (transferência de energia).
Exemplo: Um sistema massa/mola é mantido em repouso com a mola distendida. Nestas condições, ele armazena energia potencial. Quando o sistema é solto, ele oscila durante um determinado tempo mas acaba parando. A energia mecânica que o sistema possuía inicialmente acaba transferida para o meio que o circunda (ar) na forma de um aumento da energia cinética de translação e rotação das moléculas do ar.
3) Quando energia é transferida de um sistema para outro, ou quando ela é convertida de uma forma em outra, a quantidade de energia não muda (conservação de energia).
Exemplo:A energia cinética de um automóvel que pára é igual à soma das diversas formas de energia nas quais ela se converte durante o acionamento do sistema de freios que detém o carro por atrito nas rodas.
4) Na conversão, a energia pode transformar-se em energia de menor qualidade, não aproveitável para o consumo. Por isso, há necessidade de produção de energia apesar da lei de conservação. Dizemos que a energia se degrada (degradação de energia).
Exemplo: Em nenhum dos três exemplos anteriores, a energia pode “refluir” e assumir sua condição inicial. Nunca se viu automóvel arrancar reutilizando a energia convertida devido ao acionamento dos freios quando parou. Ela se degradou. Daí resulta a necessidade de produção constante (e crescente) de energia.
Considerações Gerais sobre Energia Mecânica
Chamamos de Energia Mecânica a todas as formas de energia relacionadas com o movimento de corpos ou com a capacidade de colocá-los em movimento ou deformá-los.
Classes de energia mecânica
1) Energia potencial
É a que tem um corpo que, em virtude de sua posição ou estado, é capaz de realizar trabalho.
Podemos classificar a energia potencial em:
a) Energia Potencial Gravitacional (EPG)
Onde P é o peso do corpo e h é a altura em relação ao nível de referência (EPG = 0 ).
Ou, sabendo que P = m.g,
onde m é a massa do corpo e g é a aceleração gravitacional no local.
Então, por hoje é só! Nos vemos ainda essa semana! Até lá!
(fonte Mundo Vestibular)
Olá, parceiros do Desconversa!
Tudo bem? No post de hoje, abordaremos os principais aspectos sobre a Força Normal, a Força Elástica e a dinâmica do Movimento Circular Uniforme. O conteúdo é retirado do site UOL vestibular.
Boa leitura!
Forças de contato e forças de campo
As forças de contato, como o próprio nome define, são aquelas em que ocorre um contato direto entre as superfícies dos corpos que estão interagindo (por exemplo, força normal, força de atrito), ou entre o elemento que aplica a força (fio, barra rígida etc.) e o corpo que a recebe.
As forças de campo atuam sem um contato direto como resultado da existência de um campo – uma região do espaço onde efeitos físicos específicos se fazem sentir (por exemplo, força magnética, força gravitacional etc.).
Força normal
Um exemplo de força de contato é a força normal, veja a figura abaixo:
A força normal é a reação perpendicular (em geometria, sinônimo de normal) do plano de apoio sobre a superfície inferior do corpo. Embora costume ser representada por uma seta única, na verdade ela se distribui por toda a superfície de contato.
No exemplo acima, como não há movimento do corpo, conclui-se que a força peso é igual à força normal, que resulta da ação do apoio sobre o corpo.
Força elástica
Quando um corpo elástico (por exemplo, uma mola) sofre uma deformação (x) sob a ação de uma força
existe uma relação entre a força e a deformação que obedece à fórmula:
onde k é a constante elástica do corpo elástico, medida em
no sistema internacional de medidas.
A constante é uma característica do corpo, dependendo do material, dimensões etc.
Obs.: a deformação (x) é medida a partir do ponto de repouso da mola.
Dinâmica do movimento circular uniforme
A primeira lei de Newton diz que um corpo em estado de repouso ou de movimento retilíneo uniforme somente abandona essa condição se houver uma força externa que atue sobre ele. No movimento circular uniforme essa força externa deve existir para que o corpo mantenha tal movimento. A essa força dá-se o nome de força centrípeta. Veja o esquema:
Exemplos de força normal no movimento circular uniforme
a. No caso de um declive. Veja a figura:
Qual será a força normal no ponto B?
São dados: a velocidade no ponto B, o raio de curvatura r, a aceleração da gravidade
e a massa do corpo AmA.
A aceleração e a força centrípeta serão:
A força peso:
Olá, amigos!
Tudo certo? Para essa preparação inicial, considero fundamental sabermos diferenciar fusão de fissão nuclear. Parece simples, mas muitas pessoas ainda se confundem. Portanto, não perca tempo e não corra risco de errar isso no vestibular! O texto é retirado do site Uol Educação.
Boa leitura!
Na área da ficção literária, o autor de “Anjos e Demônios”, Dan Brown, fez sucesso falando sobre uma bomba de antimatéria, que na realidade não existe. Em matéria de bombas não-convencionais, atualmente, o que há são as chamadas bombas radioativas sujas (uma bomba normal, mas que contém material radioativo a ser liberado na explosão). Além disso, existem as bombas nucleares, ou superbombas, que podem ser de dois tipos: as bombas de fissão e as de fusão. Para compreender como elas funcionam, é preciso, antes de mais nada, conhecer o conceito que segue:
Isótopos são átomos de um elemento químico que possuem, em seu núcleo, um número de nêutrons diferente do elemento original. Assim, o urânio tem uma massa atômica 238, sendo o seu isótopo o U-235 – o que significa que em seu núcleo possui três nêutrons a menos. A partir disso, poderemos compreender as superbombas.
O termo fissão significa quebra. Então, na bomba de fissão, ou bomba atômica, o núcleo de um átomo se rompe.O isótopo de urânio 235, por ter três nêutrons a menos, captura nêutrons livres que se tornam altamente instáveis. Esta instabilidade é tamanha que ele se quebra em dois outros (bário e criptônio) e libera três nêutrons, gerando uma quantidade enorme de energia.Esses três nêutrons tendem a romper outros três núcleos, os quais libertarão nove nêutrons, que libertarão 27 e, assim, sucessiva e exponencialmente. Se essa reação for muito rápida, ocorre uma grande explosão.
Como o urânio 235 é muito instável, a simples concentração de uma quantidade (por volta de 3,5 quilos) pode iniciar essa reação. A essa massa mínima, suficiente para iniciar o processo, dá-se o nome de massa crítica.A simples obtenção de massa crítica não necessariamente a fará explodir, mas a sua temperatura pode alcançar milhares de graus e, como numa bomba, acontecerão emissões alfa, beta e gama (vide radioatividade)
A fusão significa a união de dois ou mais núcleos, resultando em um novo elemento mais pesado. Quando isso acontece, o novo elemento formado é mais estável, daí a grande liberação de energia. Quando dois isótopos de hidrogênio se fundem formam um átomo de hélio. Esta reação é a responsável pela energia do Sol e das maiorias das estrelas. Dá para imaginar a sua potência, não é?Para o início de uma reação como essa, necessita-se de altas pressões e altas temperaturas. No Sol, isso é conseguido pela enorme massa dele mesmo, que provoca altíssimas pressões, e pela continuidade das reações de fusão. Na bomba H, essas pressões e temperaturas são obtidas com a detonação de uma bomba de fissão, que é o detonador. A bomba de hidrogênio é mil vezes mais potente que a de urânio.
A energia de fissão nuclear já foi domada e pode servir para fins pacíficos, como a produção de energia elétrica. Já a energia de fusão ainda está em estudos, embora muito provavelmente também possam se adequar às mesmas finalidades. Reatores de fusão já estão em funcionamento dentro de laboratórios, só que a energia gasta para o controle da fusão é maior que a energia aproveitada. Ou seja, na relação custo x benefício, elas ainda deixam a desejar.O projeto ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor) do qual participam Rússia, Estados Unidos, União Européia (UE), China, Japão e Coréia do Sul, pretende construir na cidade francesa de Cadarache o primeiro reator sustentável. A China, apesar de participar do ITER, anunciou recentemente que os testes de seu reator próprio (EAST) foram um sucesso.
Entenderam? Deixe seu comentário para que possamos debater melhor o assunto! Até mais!
Olá, guerreiros!
Para fechar esse conteúdo de ótica, a equipe Desconversa selecionou uma vídeo aula resumindo esse tema. O vídeo é do site Descomplica, então já sabem, melhor qualidade impossível quando se trata de educação online.
Boa aula!
Dúvidas? Deixa um comentário ou pergunte no Perguntas e Respostas!
Até semana que vem, galera!
Olá, pessoal,
Como foram de ano novo? 2012 chegou e temos que começar com corda total para obtermos aquele resultado positivo ano que vem! Pensando nisso, a equipe Desconversa selecionou um post show de bola sobre a reflexão da luz e cores dos objetos. Retiramos do site Vestibulando Web!
Boa leitura!
1. Introdução
Um corpo é branco quando reflete todas as cores componentes da luz branca, e um corpo é negro quando absorve todas as cores que nele incidem.
Vivemos num mundo de cores. No entanto, devemos lembrar que os objetos coloridos que vemos ao nosso redor somente possuem essa cor porque são iluminados com luz branca: luz do Sol ou de uma lâmpada. Mas, como veríamos, por exemplo, a bandeira brasileira se ela fosse iluminada por uma fonte luminosa que emitisse somente luz monocromática verde?
Sabemos que as cores da bandeira brasileira são verde, amarela, azul e branca. Isto somente acontece quando a bandeira é iluminada com luz branca. Se a iluminação for com luz verde, teremos:
– a parte verde será vista verde;
– as partes amarela e azul serão vistas negras (um objeto amarelo ou azul absorve totalmente a luz verde);
Portanto, a nossa percepção de cores depende da fonte de luz, da luz que é refletida difusamente e da sensibilidade de nossos olhos em relação à luz refletida.
Vejamos um exemplo. Consideremos que um objeto iluminado com luz branca absorva todos os seus componentes, com exceção da vermelha. Portanto, esse objeto reflete, difusamente, somente a luz vermelha e, então, para nós, esse objeto é vermelho. Se ele refletisse somente a luz azul, nós o enxergaríamos azul. Por outro lado, se ele refletisse as cores verde e vermelha, absorvendo as demais, nós o enxergaríamos amarelo (soma do verde com o vermelho).