Resumo: Conflitos Mundiais Recentes

Olá, meu povo!

Como estão os estudos? Ah, ates de mais nada, uma perguntinha: você já conferiu a Super Promoção de Férias do Descomplica? Pacote mensal com 50% de desconto! Vamos conferir?

Hoje, abordaremos os conflitos contemporâneos que permeiam nosso mundo e que são danados para cair no vestibular, principalmente no ENEM! Então, vamos lá!

Bolívia

A Bolívia é um dos países mais politicamente instáveis da América Latina, tendo enfrentado, até hoje, 193 golpes de Estado.

Desde o início de seu mandato, o governo do presidente Juan Evo Morales Ayma (do partido Movimento ao Socialismo) impôs grandes perdas aos departamentos (estados) mais ricos do país, principalmente ao promulgar uma lei que federalizou a receita advinda da exploração das reservas de gás.

Em 2008, em um processo de crescente tensão política, os departamentos de Santa Cruz, Tarija, Beni e Pando (que, juntos, possuem mais de 80% das reservas de gás do país) passaram a exigir maior autonomia em relação ao governo federal, defendendo mudanças na distribuição dos impostos e na escolha de seus governadores.

A crise se intensificou em consequência de três fatores:

- Interferência do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em favor de Evo Morales;

- Acusações do governo boliviano contra os EUA, alegando que os separatistas recebiam apoio da diplomacia norte-americana (o embaixador norte-americano chegou a ser expulso do país);

- Realização de referendos (sem apoio legal), nos departamentos citados acima, com o objetivo de aprovar constituições autonomistas;

Depois de embates violentos em algumas províncias – o país esteve à beira de uma guerra civil -, opositores e governo concordaram em iniciar conversações, graças, em grande parte, à interferência da diplomacia brasileira.

A tentativa de intermediação brasileira se deveu, principalmente, a três questões:

- Evitar um clima de instabilidade que causaria reflexos na fronteira da Bolívia com os estados do Acre e de Rondônia, inclusive com a entrada de refugiados bolivianos no Brasil;

- Há quase 15 mil cidadãos brasileiros vivendo em solo boliviano;

- Impedir que o clima de violência comprometesse o fornecimento de gás ao Brasil;

Uma nova Constituição foi aprovada na Bolívia, mas o país segue com graves divisões internas.

Colômbia, Equador e Venezuela

Em 1º de março de 2008, tropas da Colômbia atacaram um acampamento do movimento guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em uma região de fronteira, mas dentro do território do Equador. Durante o ataque, mataram um dos principais líderes das FARC, Raúl Reyes, e mais 16 guerrilheiros.

Em um primeiro momento, o presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou estar informado do ataque. Logo depois, contudo, declarou que o exército colombiano havia entrado no Equador sem sua autorização, rompeu relações diplomáticas com a Colômbia e enviou mais de 3 mil soldados à fronteira.

A mudança de comportamento de Correa aparentemente ocorreu sob influência do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Este já se encontrava em crise com o governo colombiano, desde que havia sido afastado das negociações que a Colômbia mantinha com as FARC, com o intuito de firmar um acordo humanitário para libertação dos reféns mantidos há anos pelos guerrilheiros. Ao ser informado da morte dos guerrilheiros, Chávez proferiu severas críticas ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, e mobilizou dez batalhões do exército na fronteira com esse país.

A crise se acirrou no dia 4 de março, quando a Colômbia anunciou ter descoberto, nos computadores dos guerrilheiros mortos, provas de que o Equador e a Venezuela mantêm vínculos estreitos com as FARC. Segundo o diretor da Polícia da Colômbia, Óscar Naranjo, os documentos provariam:

- Que a Venezuela, além de fornecer armas às FARC, já contribuíra com cerca de 300 milhões de dólares para ajudar os guerrilheiros;

- Que o ministro da Segurança Interna e Externa do Equador, Gustavo Larrea, havia demonstrado interesse em oficializar as relações com as FARC;

Em meio a um clima de acusações e de iminência de guerra entre os países, Álvaro Uribe declarou que não enviaria tropas às fronteiras do Equador e da Venezuela, mas que apresentaria as provas encontradas à Organização dos Estados Americanos (OEA) e à ONU, reiterando que os documentos encontrados com os guerrilheiros “violam a normalidade internacional na sua proibição aos países de proteger terroristas”.

Em julho de 2009, o Exército colombiano apreendeu uma série de lança-foguetes produzidos na Suécia em um dos acampamentos das FARC. Consultada, a Suécia confirmou que os números de série das armas correspondem a um lote vendido pela empresa Saab Bofors Dynamics ao Exército da Venezuela. O fato, que fere todos os acordos internacionais, provocou uma nova crise entre os países.

Rússia e Geórgia

A guerra entre a Rússia e a Geórgia, em agosto de 2008, ocorreu em função do projeto separatista da Ossétia do Sul e da Abkházia, mas está relacionada a problemas que datam da dissolução da União Soviética.

Antes do colapso do regime socialista, a região da Ossétia do Sul havia declarado autonomia em relação à República Socialista Soviética da Geórgia, aproximando-se da Rússia, que dominava a União Soviética. Com a dissolução da URSS, em 1991, a Geórgia tornou-se uma república independente. A Ossétia do Sul procurou seguir pelo mesmo caminho, proclamando sua independência em relação à Geórgia.

Disso resultou uma guerra entre a Geórgia e a Ossétia do Sul que se estendeu até 1992. A Rússia intermediou a paz entre as duas. A atuação russa, porém, estava condicionada por seus próprios interesses: transformar em área de influência russa tanto a Ossétia do Sul quanto a própria Geórgia.

A Geórgia, contudo, caminhava no sentido contrário às ambições russas, particularmente a partir de 2004, com a eleição do presidente Mikhail Saakashvili, que tentou levar o país à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), além de se aproximar dos Estados Unidos, de modo a escapar ao poderio russo.

Em 2008, a Ossétia do Sul retomou suas pretensões separatistas. Ao mesmo tempo, a tentativa georgiana de entrar para a Otan fez com que a Rússia apoiasse a independência da Ossétia do Sul.

A reação da Geórgia foi atacar a Ossétia com artilharia e foguetes. A Rússia, então, entrou na guerra. O conflito entre os países durou alguns dias, até que os russos aceitaram o cessar-fogo negociado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy. O clima de tensão, contudo, permanece.

Israel e a faixa de Gaza

Na passagem de 2008 para 2009 as Forças de Defesa de Israel iniciaram uma ofensiva contra a faixa de Gaza, território palestino dominado pelo grupo radical islâmico Hamas. O objetivo da operação era eliminar a capacidade do Hamas de atacar as cidades israelenses próximas à fronteira.

Os bombardeios começaram oito dias depois do fim de uma trégua de seis meses mediada pelo Egito, que não foi renovada em meio a acusações mútuas de desrespeito aos termos do acordo. Na verdade, nenhum dos dois lados cumpriu o acordo: foguetes continuaram a ser lançados de Gaza, atacando cidades de Israel – e Israel não liberou o fluxo de mercadorias para a região, sob bloqueio econômico e físico israelense desde meados de 2007.

Na verdade, o cenário foi agravado quando o Hamas derrotou o Fatah – partido do líder Yasser Arafat, morto em 2004 – nas eleições palestinas em 2006. Diferente do rival, o Hamas não reconhece o Estado de Israel e não aceita os acordos já firmados do país com a ANP (Autoridade Nacional Palestina).

A ofensiva de Israel sobre a faixa de Gaza durou 22 dias, provocando centenas de mortes.

China e Tibete

O isolamento provocado pela altitude favoreceu o surgimento, no Tibete, de uma civilização característica: no século 7, o país se converteu num reino lamaísta, seita local do budismo, que definiria o caráter teocrático da estrutura política e econômica do Estado tibetano.

Depois de várias turbulências políticas, o Tibete foi um país independente de 1911 a 1950, quando foi anexado à China comunista. De lá para cá, manifestações do povo tibetano contra o domínio chinês se repetem esporadicamente. Em 1959 ocorreu um grande levante, violentamente reprimido.

Em agosto de 2008, o movimento nacionalista do Tibete voltou a protestar contra o domínio da China sobre a região. Os primeiros protestos surgiram logo após a prisão de monges tibetanos que organizaram uma passeata para marcar os 49 anos do grande levante contra o governo chinês. Em seguida, milhares de pessoas também foram às ruas, reivindicando a independência.

Segundo observadores internacionais, o governo chinês reprimiu violentamente as manifestações, provocando mais de 120 mortes.

Bom, por hoje é só! Um excelente final de semana e estudem! =)

(fonte Uol Vestibular)

Atualidades: Transposição do rio São Francisco

Olá, meu povo!

Como estão meus cabeçudinhos? Estudando muito? Espero que sim, porque o que não falta é conteúdo no Descomplica!

Bom, hoje vamos falar de um assunto super recente que é questão da transposição do rio São Francisco, tema recorrente na mídia e é super possível de que caia no vestibular.

Então, vamos começar vendo um breve resumo desse caso e terminar analisando os prós e contras da transposição:  estão prontos? Vamos lá!

O Projeto de Transposição do Rio São Francisco não é uma ideia nova. Ampliado no governo Lula, ele existe há décadas. O plano básico é construir dois imensos canais ligando o rio São Francisco a bacias hidrográficas menores do Nordeste, bem como aos seus açudes. A seguir, seriam construídas adutoras, com o objetivo de efetivar a distribuição da água.

De acordo com o governo federal, o projeto seria a solução para o grave problema da seca no Nordeste, pois distribuiria água a 390 municípios dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte – uma população de 12 milhões de nordestinos. O prazo para realização do projeto é de 20 anos, a um custo total estimado, até meados de 2009, em R$ 4,5 bilhões.

A transposição, contudo, tem sido criticada por ambientalistas e representantes de outros setores da sociedade, incluindo a Igreja Católica. A resposta do governo é de que o número de empregos criados, direta e indiretamente, graças ao projeto, bem como a solução do problema da seca derrubam toda e qualquer crítica.

Além da interligação das bacias, o governo também pretende executar um projeto de recuperação do rio São Francisco e de seus afluentes, pois vários desses rios sofrem problemas de assoreamento, decorrentes do desmatamento para agricultura.

Prós e contras

- Diante da alegação de que o projeto resolveria os problemas sociais existentes na região semiárida do Brasil, o geógrafo Aziz Ab’Saber argumenta que “o Nordeste Seco abrange um espaço fisiográfico socioambiental da ordem de 750.000 km2, enquanto que a área que receberá benefícios abrange dois projetos lineares que somam apenas alguns milhares de quilômetros nas bacias do rio Jaguaribe (Ceará) e Piranhas/Açu, no Rio Grande do Norte”.

- Se a transposição pretende levar água a regiões massacradas pela seca, Aziz Ab’Sáber, olhando a questão por outro lado, faz as seguintes ponderações: “Deve ser mantido um equilíbrio entre as águas que seriam obrigatórias para as importantíssimas hidrelétricas já implantadas no médio/baixo vale do rio – Paulo Afonso, Itaparica e Xingó –, pois a energia ali produzida, e transmitida para todo o Nordeste, constitui um tipo de planejamento da mais alta relevância para o espaço total da região”.

- Nesse sentido, os maiores beneficiários serão os proprietários de terra, residentes longe, em apartamentos luxuosos em grandes centros urbanos”.

-  Enquanto o governo reforça que as margens do rio São Francisco serão revitalizadas e que o tratamento de água diminuirá a poluição, os ambientalistas dizem que o projeto causará danos à fauna e à flora da região – e que serão desmatados 430 hectares.

Então, pessoal, por hoje é só!

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Resumo: Terceira Revolução Industrial

Olá, meu povo!

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Hoje, vamos tratar de um assunto presente em nosso cotidiano: a Terceira Revolução Industrial! Começaremos com um breve resumo da Primeira e da Segunda Revolução Industrial só para contextualizar. Vamos começar?

Primeira Revolução Industrial

A energia a vapor passa a ser utilizada na extração de minério, na indústria têxtil e na fabricação de grande variedade de bens, antes feitos à mão. Surge o telégrafo. O navio a vapor substitui a escuna e a locomotiva a vapor substitui os vagões puxados a cavalo, melhorando o processo de transporte de matéria-prima e de produtos manufaturados. O trabalho físico começa a ser transformado em força mecânica.

Surgem novas profissões. As fábricas e as mercadorias se diversificam. Os centros urbanos crescem, muitas vezes em ritmo acelerado, e a mecanização chega ao campo, à agricultura. As ferrovias e os navios a vapor ampliam a circulação não só de mercadorias, mas também de pessoas. Em decorrência da necessidade crescente de matéria-prima, povos menos desenvolvidos são explorados, sobretudo na África.

Segunda Revolução Industrial

O petróleo passa a competir com o carvão. A eletricidade também se impõe como fonte de energia indispensável, operando motores e linhas de produção, além de iluminar as cidades. O processo de industrialização promove o desenvolvimento do capitalismo. Surge o automóvel, o telefone, o rádio, o avião e, finalmente, o televisor. Cada vez mais, a carga da atividade econômica passa do homem para a máquina. A crescente industrialização dos países europeus promove a disputa por novos mercados consumidores e novos fornecedores de matéria-prima, provocando a partilha da África e, dentre outras causas, a Primeira e Segunda Guerras Mundiais.

Terceira Revolução Industrial

Num primeiro momento, o sistema de produção em massa, disseminado a partir da indústria automobilística, permanece como padrão em todo o mundo. Ao mesmo tempo, contudo, o processo de produção japonês – a chamada produção enxuta ou Toyotismo – ganha cada vez mais espaço. Evitando os altos custos da produção artesanal e a inflexibilidade da produção em massa, os japoneses reúnem equipes de operários com várias habilidades para trabalharem ao lado de máquinas automatizadas, produzindo enorme quantidade de bens, mas com variedade de escolha. O sistema de hierarquia gerencial e as chamadas linhas de produção são substituídos por equipes multiqualificadas que trabalham em conjunto, o que diminui significativamente o esforço humano e os custos.

A tecnologia se refina, aprimorando antigas invenções, criando novas ou estabelecendo conexões inusitadas entre os diferentes ramos da ciência. A informática produz computadores e softwares; a microeletrônica, chips, transistores e inúmeros produtos eletrônicos. Surge a robótica. As telecomunicações, utilizando os satélites, viabilizam transmissões de rádio e televisão em tempo real. A telefonia – fixa e móvel -, conjugada à Internet, transforma a comunicação em um processo instantâneo. A indústria aeroespacial fabrica satélites e leva homens e robôs a novas fronteiras no espaço. Medicamentos, plantas e animais são transformados pela biotecnologia.

Todas essas inovações são introduzidas no processo produtivo, criando máquinas capazes de realizar não apenas o serviço pesado, mas tarefas sutis e que exigem cálculos complexos e grande precisão. Computadores e robôs, unidos, extraem matéria-prima, manufaturam, distribuem o produto final e realizam serviços gerais.

As novas tecnologias eliminam, gradativamente, a necessidade de antigos materiais (como o papel, por exemplo), aceleram a transmissão de informações e estimulam, em graus nunca antes vistos, o fluxo de atividade em cada nível da sociedade. A compressão de tempo passa a exigir respostas e decisões mais rápidas. O tempo e o conhecimento tornam-se mercadorias.

As empresas passam a substituir a mão de obra humana por máquinas e computadores. Postos de trabalho são eliminados e, em diferentes ramos da economia, o trabalhador tradicional desaparece.

Bom, por hoje é só =(

Deixem um comentário! É um prazer saber o que vocês pensam!

Até mais!

(fonte Uol Vestibular)

Guia de Estudos – Geografia

FFFAAAAALAAAAA, meus amigos!

Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.

Voltando ao post… Vamos preparar um guia de estudos para o Enem 2012? Aqui vai a minha dica com as principais matérias para serem vistas antes do vestibular!

Checa só:

O espaço mundial.

Desigualdades sócio espaciais das atividades econômicas, população, trabalho e tempo livre, centros de poder e conflitos atuais.

A distribuição territorial das atividades econômicas.

1 – A natureza como recurso para o desenvolvimento das atividades econômicas: extrativismo, coleta e produção agropecuária. A utilização dos recursos naturais e os impactos ambientais.
2 – Os processos de industrialização, urbanização e metropolização e o desenvolvimento desigual dos países.
3 – Os grandes centros econômicos e sua organização territorial: Estados Unidos, Japão e
Europa Ocidental.
4- Diversidade geográfica e socioeconômica da América Latina, África, Ásia e Oceania.
5 – A integração dos países pelas redes materiais e imateriais. As redes de transporte e a circulação
de mercadorias e as redes imateriais: fluxos de informação, de comunicação e de capital financeiro.

A população mundial: estrutura, dinâmica e mobilidade geográfica.

1 – Estrutura e dinâmica populacional, desemprego e exclusão social.
2 – Mobilidade populacional: migração de trabalhadores, fluxo de turistas e de refugiados políticos.
Tempo livre: diferenças geográficas e sociais.
1- O lazer e o entretenimento na sociedade atual: direito ao lazer e sua mercantilização.
2 – O turismo como atividade econômica e suas diversas formas.
3 – Os impactos sócio-ambientais da atividade turística.
4 – O esporte. A indústria cultural.

Do mundo bipolar ao mundo multipolar.

1 – Surgimento e crise do mundo bipolar: as potências coloniais, a Primeira e a Segunda Guerras
Mundiais, as superpotências, o movimento dos países não alinhados, a corrida armamentista e a
Guerra Fria.
2 – Implicações geopolíticas da desestruturação da União Soviética: crise e desagregação da URSS
e a reestruturação política do leste europeu.
3 – O mundo multipolar: a hegemonia mundial dos Estados Unidos e os novos pólos do poder
mundial: Alemanha, França, Reino Unido, Japão, China e Rússia. As potências regionais: África do
Sul, Brasil e Índia.
4 – A organização do poder econômico e político mundial: os principais organismos internacionais,
os blocos econômicos regionais, os grandes grupos econômicos internacionais e as organizações não
governamentais.
5 – A emergência de conflitos regionais e a questão das identidades sócio-culturais: étnicas, tribais e religiosas.

O espaço geográfico brasileiro.

A formação do território, a distribuição territorial das atividades econômicas, população e participação do Brasil na ordem mundial.

1 – A formação do território brasileiro e a gênese das desigualdades sócio-espaciais contemporâneas. A produção de espaços vinculados ao comércio colonial exportador.
2 – Os espaços geográficos complementares à economia colonial exportadora.
3 – As fronteiras territoriais.

A distribuição territorial das atividades econômicas.

1 – A natureza como recurso para o desenvolvimento das atividades econômicas.
2 – A exploração vegetal e a pesca.
3 – Os recursos minerais, as fontes de energia e os impactos ambientais.
4 – O modelo energético brasileiro.

A diversidade regional da agricultura e da pecuária brasileira.

1 – Da subsistência à modernização
agropastoril. A questão da propriedade territorial, das relações de produção e de trabalho.
2 – O complexo agro-industrial. A política agrícola e os mecanismos de financiamento das atividades no campo.
3 – A reforma agrária e os movimentos sociais no campo.
4 – A agricultura e os impactos ambientais.

O processo de industrialização brasileiro.

1 – Gênese da indústria: a cafeicultura e a concentração de riqueza em São Paulo.
2 – O processo de industrialização, a
concentração da atividade industrial no Brasil e a recente desconcentração espacial da indústria.
3 – A industrialização restringida, a substituição de importações e o desenvolvimento de pólos industriais e tecnológicos.
4 – O processo de industrialização e o desenvolvimento desigual das regiões brasileiras.

O processo de urbanização e a constituição da rede urbana brasileira.

1 – O desenvolvimento metropolitano e as atividades de serviços.
2 – A produção científica e tecnológica no Brasil: as instituições de pesquisa.
3 – A urbanização e os impactos ambientais.
4 – Os movimentos sociais urbanos.
5 – As regiões brasileiras e o Estado de São Paulo.

A população brasileira: estrutura, dinâmica e mobilidade geográfica.

1 – A formação da população brasileira. A questão indígena e as seqüelas da escravidão africana. A imigração européia e asiática.
2 – Estrutura e dinâmica da população brasileira, emprego, distribuição da renda e exclusão social.

Os indicadores de qualidade de vida.

1 – A distribuição espacial da população,  migrações internas e externas. Migração de
trabalhadores, fluxo de turistas e de refugiados políticos.

O Brasil na nova ordem mundial.

1 – Participação do Brasil nos organismos internacionais, sua relação com os centros hegemônicos mundiais, e com blocos econômicos regionais.
2 – O Brasil e os Estados Unidos.
3 – O Brasil e a América Latina. A relação com os países amazônicos. A formação e o desenvolvimento do Mercosul.
4 – O Brasil e seus demais parceiros internacionais.

O planeta Terra:

1 – Os climas e os ecossistemas terrestres, o relevo e a água na superfície terrestre.
2 – O planeta Terra.
3 – Origem do Universo e do planeta Terra: hipóteses explicativas.

Movimentos principais da Terra  e suas conseqüências.

1 – Estrutura interna da Terra.
2 – Os sismos e o conhecimento das camadas internas. A crosta terrestre e sua composição. Origem e evolução dos continentes e a deriva continental.
3 – A tectônica de placas: distribuição das placas na superfície terrestre e seus movimentos. Bordas de placas, atividade vulcânica e formação de montanhas.

Natureza e origem das rochas.

1 – Minerais constituintes e tipos de rochas. O ciclo das rochas.
2 – As rochas, os fósseis e a escala do tempo geológico. A idade da Terra.
3 – Recursos minerais e sua distribuição.

Origem e evolução dos depósitos de combustíveis fósseis.

1 – Recursos minerais no Brasil.
2 – Os climas e os ecossistemas terrestres.
3 – O clima.
4 – A atmosfera: composição química.
5 – Temperaturas e circulação atmosférica.

As mudanças de temperatura e  os fatores geográficos. As precipitações.

2.1.3 – Tempo e clima. Zonalidade climática.
2.1.4 – O efeito estufa natural. As mudanças climáticas.
2.2 – A biosfera. Conservação, uso, manejo e estado atual dos ecossistemas.
2.2.1 – Distribuição geográfica dos climas e a distribuição da vegetação.
2.2.2 – Ecossistemas das zonas polares, temperadas frias, temperadas, áridas e de altitude.
2.2.3 – Os ecossistemas intertropicais e sua diversidade.

O relevo  terrestre.

1 – Fatores endógenos.
2 – Escudos e bacias sedimentares antigos e modernos e cadeias dobradas. Tipos de relevo associados.
3 – A formação das montanhas: falhas e dobras. Tipos de relevo associados.
4 – Vulcões e relevo vulcânico.
5 – Escala de unidades geomorfológicas: magnitude, tamanho e permanência.
6 – Origem e evolução da plataforma brasileira. Os tipos de relevo.
7 – Fatores exógenos.
8 – Os ambientes terrestres e o modelado do relevo. Intemperismo e pedogênese.
9 – Morfogênese: formas e depósitos associados nos ambientes polares, temperados frios, temperados, intertropicais, áridos e de altitude.
10 – O modelado antrópico.
11- O modelado do relevo brasileiro.

A água na superfície terrestre.

1 – Oceanos e mares.
2 – A água em movimento: correntes marinhas, ondas e marés.
3 – O relevo e os ambientes submarinos.
4 – A temperatura e a salinidade como
fatores de distribuição das espécies.
5 – A plataforma e as bacias oceânicas brasileiras: biodiversidade, recursos minerais e impactos ambientais.
6 – Formas resultantes da dinâmica marinha, dos fatores tectônicos e dos seres vivos na interface continente-oceano.
7 – O litoral brasileiro: os tipos de costa e sua evolução. Os ecossistemas costeiros: conservação, uso, manejo e estado atual.

Os ambientes de água doce.

1 – A bacia hidrográfica como unidade de
análise. A rede hidrográfica.
2 – Os sistemas fluviais: formas e depósitos. Os rios meandrantes e os deltas.
3 – A vida no ambiente fluvial.
4 – As bacias fluviais brasileiras: conservação, uso, manejo e estado atual.
5 – A água nos ambientes áridos e semi- áridos: rios anastomosados e leques aluviais.
6 – Lagos e águas subterrâneas. Tipos de lagos. A vida nos ambientes lacustres.
7 – Geleiras: formas e depósitos associados. A vida no ambiente glacial.

A questão ambiental

Os ciclos globais, a agenda ambiental internacional e as políticas ambientais no Brasil.

1 – Os ciclos globais e o ambiente terrestre nas questões internacionais.
2 – Escala temporal das flutuações climáticas.
3 – O sistema climático tropical e o fenômeno

ENSO (El Niño/Oscilação Sul).

1 – Episódios ENSO e o clima global: secas na África, desertificação, variabilidade das monções, atividade ciclônica no Atlântico e oscilações de temperatura na zona extratropical.
2 – Os resultados físicos das mudanças químicas: a intervenção antrópica. A Convenção sobre Mudanças Climáticas Globais.
3 – A intensificação do efeito estufa e o aquecimento global. O buraco na camada de ozônio. O Protocolo de Montreal.
4 – O uso intensivo do solo e a desertificação. A Convenção sobre Desertificação.
5 – Os países de megadiversidade biológica. A Convenção sobre Diversidade Biológica.

A agenda internacional ambiental e o movimento ambientalista.

1 – A questão ambiental na ONU e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
2 – As Conferências internacionais sobre o ambiente.
3 – A participação do Brasil nas reuniões internacionais sobre o ambiente.
4 – A participação das organizações não governamentais ambientalistas em organismos internacionais.
5 – As diferentes visões do ambientalismo.

Políticas públicas ambientais  e o ambientalismo no Brasil.

1 – A institucionalização da temática ambiental no Brasil.
2 – A legislação ambiental brasileira.
3 – Os Conselhos sobre o meio ambiente e a participação da sociedade civil.
4 – Políticas de gestão dos recursos hídricos.
5 – Os Comitês de Bacia.
6 – O uso dos aqüíferos.
7 – Políticas de conservação da diversidade biológica brasileira.
8 – As unidades de conservação no Brasil.
9 – O acesso aos recursos genéticos do Brasil e o conhecimento desses recursos pelas comunidades locais.
10- O ambientalismo no Brasil.

A Cartografia, disciplina auxiliar da Geografia.

1 – O sistema de coordenadas terrestres. As coordenadas geográficas. Hemisférios e zonas terrestres.
2 – A representação da superfície terrestre: projeções cartográficas, escalas de representação e tipos de mapeamento.
Mapeamento da Terra por satélite. Aplicações geográficas das imagens de satélite.
3 – A linguagem cartográfica como meio de compreensão e expressão de fenômenos da realidade.
4 – As diferentes formas de representação gráfica no tratamento da informação de fenômenos da realidade.

Bom, estudando cada dia um pouquinho, chagamos lá!

Até logo ;)

(fonte Mundo Vestibular)

Resumo: Fim da URSS

ÉÉÉÉ, meus amigos…

Até Luiza voltou do Canadá para estudar para o vestibular!  Hahahaha =)

Não entendeu? Confira!

Então, não vamos marcar bobeira, Enem está chegando e quero ver todo mundo arrebentando.

Se liguem no que trouxe hoje para vocês: FIM DA URSS. Não sabe como foi, o que foi, o que é URSS? Relaxa… Leia esse resuminho e parta para o abraço!

Vamos lá!

A estagnação econômica a partir de meados da década de 1970, aliada à corrida armamentista, coloca em evidência as deficiências e distorções estruturais da sociedade soviética e a necessidade de reformas urgentes. A URSS enfrenta dificuldades crescentes para manter sua hegemonia na Europa Oriental, recua na Ásia, África e América Latina e naufraga no Afeganistão.

Fim da URSS

Perestroika

Movimento geral de desestalinização adotado a partir da ascensão de M. Gorbatchóv á secretaria geral do PCUS (11 de março de 1985) e que ao lado da glasnost (transparência), provocou reformas fundamentais em toda a vida soviética.

A perestroika, ou reconstrução econômica é iniciada em 1985, logo após a instalação do governo Gorbatchóv. Consiste num projeto ambicioso de introdução de mecanismos de mercado, renovação do direito à propriedade privada e diferentes setores e retomada do crescimento. A perestroika visa reduzir os monopólios estatais, descentralizar as decisões empresariais e criar setores comerciais, industriais e de serviços nas mãos de proprietários privados nacionais ou estrangeiros.

O Estado continua como principal proprietário, mas é permitida a propriedade privada em setores secundários de produção de bens de consumo, comércio varejista e serviços não-essenciais. Na agricultura é permitido o arrendamento de terras estatais e cooperativas por grupos familiares e indivíduos. A retomada do crescimento é projetada por meio de conversão de industrias militares em civis, voltadas para a produção de bens de consumo, e de investimentos estrangeiros.

Glasnost

Na antiga URSS, política de transparência que tinha como objetivo permitir uma renovação da vida pública.

A glasnost, ou transparência política, foi desencadeada paralelamente ao anúncio da perestroika e considerada essencial para mudar a mentalidade, acabar com a burocracia e criar uma vontade política geral de realizar as reformas.

Abrange o fim da perseguição aos dissidentes políticos, marcada simbolicamente pelo retorno do exílio do físico Abdrei Sakharov, em 1986, e inclui campanhas contra a corrupção e a ineficiência administrativa, realizadas com a intervenção dos meios de comunicação e a crescente participação da população.

Avança ainda na liberalização cultural, com a liberação de obras proibidas, a permissão para a publicação de uma nova safra de obras críticas ao regime e a liberdade de imprensa, caracterizada pelo numero crescente de jornais e emissoras de rádio e TV que abrem espaço às críticas.

Então, é isso aí, meus amigos! Até semana que vem!
(fonte Mundo Vestibular)

Resumo: A Guerra dos Balcãs

Olá, meus desesperados!

Como anda essa preparação para a GRANDE GUERRA? O Enem é logo aí, não podemos parar!

Hoje, vamos descomplicar a Guerra dos Balcãs com um resuminho esperto tendo como fonte o site Mundo Vestibular. Simbora, meu povo!

Entre 1912 e 1913, acontece a chamada “Guerra dos Balcãs”, que envolveu várias nações e províncias do leste europeu. Sérvia, Montenegro, Grécia e Bulgária uniram-se contra a Turquia, com o objetivo de expulsar os turcos otomanos da região, que dominavam a Macedônia, que pertenceria à Sérvia. A tendência de expansionismo da Sérvia também buscava anexar a Albânia. A Áustria, no entanto, interveio e conseguiu o reconhecimento da independência da Albânia, impedindo o expansionismo sérvio.

Estes conflitos iriam se desencadear na 1º Guerra Mundial, e na formação prévia do chamado “pan-eslavismo”, que foi um movimento que visava agregar as nações dos balcãs na chamada Grande Sérvia. Em outras palavras, caracterizava o interesse hegemônico do expansionismo Sérvio na região, com o apoio posterior da URSS stalinista.

O final da Primeira Guerra e o desmembramento do Império Áustro-Húngaro, resultou na unificação dos territórios da Croácia, Eslovênia e Bósnia-Herzegovina com os da Sérvia e Montenegro. Nasce aí o chamado Reino da Sérvia, Croácia e Eslovênia.

Durante a 2º Guerra Mundial, em 1941, a Yoguslávia assina um pacto de amizade com a URSS. A Alemanha, Itália, Hungria e Bulgária, então, invadiram a Yoguslávia, aproximando-se da Croácia, que fazia oposição e desejava a separação, o que os levou a uma aproximação dos croatas com a Alemanha.

Uma Guerra civil se instaurou na região. (Conflito dos Balcãs)

Não apenas étnico, este episódio também pode ser visto como um conflito político. O sentido geo-político do conflito civil nos balcãs era claro, porém, “maquiado” pela justificativa de um conflito étnico. Havia, claro, interesses econômicos e territoriais.

Com o fim da 2º Guerra Mundial, é proclamada a República Federativa da Yoguslávia, ligada ao bloco socialista. Até o início da década de 1990 foi mantida tal ordem, baseada em um pensamento unitário (de partido único), influenciado pelo stalisnismo.

Ao longo dos anos foi produzida na região uma grande insatisfação popular, que explodiria durante a década de 1990.

De fato, a pluralidade da unitária Iugoslávia deve ser levada em conta: são cinco grupos eslavos (eslovenos, montenegrinos, croatas, sérvios e macedônicos); dois alfabetos (cirílico e latino); três línguas (esloveno, macedônico e sérvo-croata); quatro religiões (católicos, protestantes, ortodoxos e muçulmanos); e seis repúblicas federadas.

Em 1991 iniciou-se a fragmentação da Iugoslávia: Croácia e Eslovênia declararam suas independências. A Bósnia, em 1995, após três anos de guerra, conquista também a sua independência. A guerra da Bósnia, entre 1992 e 1995, mostra a divisão étnica do país, além de fazer saltar aos olhos os interesses econômicos por trás dos conflitos.

Na segunda metade da década de 1990, a Guerra de Kosovo intensificaria os conflitos na região. Desde desmembrada a Iugoslávia, sérvios e albaneses se digladiam na região do Kosovo, que luta para conseguir sua independência da Sérvia.

Depois dos bombardeios da Otan à Belgrado, em 1999, os líderes ocidentais e Slobodan Milosevic chegaram a um acordo para colocar fim aos conflitos. As tropas sérvias seriam retiradas, com a formação de uma força internacional de paz no Kosovo.

Então, por hoje é só! Aguenta aí, que tem mais ao longo da semana!

Para o Vestibular: Urbanização Brasileira II

Olá, parceiros!

Conforme o prometido, aqui vai a continuação do post anterior sobre o processo de urbanização brasileira, focado nas características da urbanização do Brasil.

Boa leitura!

4 – Características da urbanização do Brasil:

O Processo de intensa urbanização é recente, ocorrendo, sobretudo após-segunda guerra mundial.

Urbanização terciária, ou seja, grande parte da população atraída para a cidade foi absorvida no setor terciário.

Intenso processo de metropolização, ou seja, os fluxos migratórios se direcionaram para as grandes cidades que cresceram de maneira acelerada, criando uma série de problemas urbanos. Tais problemas são resultado de um fenômeno urbano característico de muitos países subdesenvolvidos: a macrocefalia urbana. O crescimento rápido de algumas cidades, que acaba culminando no fenômeno da metropolização, é resultado da incapacidade de criação de empregos, seja na zona rural, seja em cidades pequenas e médias, o que força o deslocamento de milhões de pessoas para as cidades que polarizam a economia de cada país.

5 – Algumas características Recentes na Urbanização Brasileira:
Apesar do continuo processo de metropolização, assiste-se hoje também na região sudeste brasileira o processo de Desmetropolização ou Involução Metropolitana, que consiste na redução do ritmo de crescimento de algumas metrópoles, a exemplo de São Paulo que passa a apresentar um ritmo de crescimento mais lento em relação a algumas cidades médias do interior

Crescimento de cidades medias em função da desconcentração dos investimentos produtivos (desconcentração industrial), além da migração da população das grandes metrópoles que buscam qualidade de vida emcidades médias.

Como resultado da descontração industrial de São Paulo, ocorre uma redução do setor secundário e o crescimento do setor terciário, o que vai refletir na paisagem urbana, com a tendência da diminuição no número das chaminés no centro das metrópoles nacionais e o crescimento de prédios inteligentes,bolsas de valores, shopping Center, etc.

Redução da população rural e aumento da população agrícola.

Então, pessoal, por essa semana é só!

Até mais!

Para o Vestibular: Urbanização Brasileira I

Olá, amigos do Desconversa!

Essa semana, falaremos sobre o processo de urbanização brasileira. O resumo foi retirado do site Mundo Vestibular. Não fique por fora e boa leitura!

Urbanização:

- O maior aumento da população urbana em relação à população do campo, ou seja, é quando ritmo de crescimento da população urbana e superior ao ritmo da população rural. É um aumento no sentido demográfico, é o mais tradicional conceito de urbanização.

A instalação de equipamentos urbanos (infra-estrutura), como energia elétrica, água e esgotos, pavimentação, estradas, equipamentos transmissores de informação, transportescoletivos, escolas, hospitais, comércio e outros serviços.

O sentido mais imediato sugere o aparecimento de novas cidades.

A expansão do modo de vida urbano, e de algumas formas espaciais urbanas (valores sócio-culturais e equipamentos urbanos) além dos limites territoriais urbanos, penetrando nas zonas rurais mais distantes, onde os valores e as formas espaciais eram outras. Esse modo e ritmo de vida são ditados por uma sociedade industrial, com relações de trabalho tipicamente industrial, tais como: assalariamento; especialização e divisão do trabalho.

2 - Evolução do processo de Urbanização no Brasil:  problemas sócio – econômicos decorrentes da decadência econômica das demais regiões brasileiras.

Contexto: Séc. XVI até o início do século XX.

Ocupação portuguesa da faixa litorânea criando núcleos urbanos portuários.

As cidades estavam ligas às atividades econômicas que se desenvolviam dentro da organização espacial na forma de “arquipélago”.

B – Urbanização na Fase de industrialização e formação do Mercado Nacional:

Contexto: Início do século XX até meados dos anos 40.

Esse momento corresponde ao início do processo de industrialização e ao surgimento do embrião de um mercado de escala nacional. A modernização econômica do país ficou concentrada principalmente na região Sudeste do país, tendo as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo concentrado nos ano 30, aproximadamente 60% da produção industrial brasileira tornando essa região o principal pólo de atração demográfica das demais regiões brasileiras, inclusive pela retração das atividades econômicas das mesmas.

C – A Urbanização Brasileira no Pós – Guerra:

A partir desse marco o país aprofundou o processo de modernização. Nosso espaço econômico amplia-se e é interpenetrado por empresas multinacionais de produção de bens de consumo duráveis e de bens intermediários. As grandes cidades eram o meio técnico apto a receber inovações tecnológicas e ramos produtivos mais avançados. Dessa forma a intensa urbanização ocorrida no Brasil a partir deste momento está diretamente relacionada à intensificação da modernização econômica do país assim como ao agravamento dos problemas sócio – econômicos decorrentes da decadência econômica das demais regiões brasileiras.

3 - Fatores responsáveis pela Urbanização Brasileira:

A extrema concentração fundiária herdada do processo de colonização. As péssimas condições de vida existentes na zona rural, em função da estrutura fundiária bastante concentrada, dos baixos salários, da falta de apoio aos pequenos agricultores, do arcaísmo, das técnicas de cultivo, etc, aparecem como grandes agentes motivadores da migração campo-cidade.

O processo de industrialização, especialmente em alguns estados do Centro-Sul, que motivou a migração para as grandes cidades que passam a polarizar a economia do país.

A modernização do processo produtivo no campo, que passa a absorver cada vez menos mão-de-obra. A integração nacional pós-50, que com o surgimento das rodovias, facilitou a migração do campo para as grandes cidades, assim como a difusão dos valores urbanos através dosmeios de comunicação como o rádio e televisão, que seduziama população rural a migrar para a cidade. Os excluídos do campo criam perspectiva em relação ao espaço urbano e acabam se inserindo no espaço urbano no Circuito Inferior da Economia (mercado informal).

As políticas públicas em regiões como a Amazônia em queo processo de ocupação se deu com base no núcleo urbano criado as margens das rodovias.

No próximo post comentaremos sobre as características da urbanização do Brasil! Não percam, pois é assunto certo no ENEM!

Resumo: Placas Tectônicas II

Olá, pessoal!
Conforme o prometido, aqui a vai a continuação do post anterior com o resumo sobre placas tectônicas que o Desconversa separou especialmente para vocês!

Tectônica de placas

O geólogo americano Harry Hammond Hess expôs, em 1960, uma teoria da renovação constante dos assoalhos oceânicos, baseada em fundamentos essencialmente geológicos, que justificaria o afastamento dos continentes. As idéias de Hess partiam da existência de muito poucas rochas com mais de cem milhões de anos no fundo dos oceanos, o que o levou a acreditar que os sedimentos mais antigos foram empurrados para baixo.

A superfície do planeta não é uma placa imóvel, como se supunha no passado. Hoje, acredita-se que a camada superficial da Terra, a litosfera, com 50 a 150km de espessura, seja formada por um conjunto de cerca de vinte placas. A litosfera desliza sobre uma camada de rocha mais plástica, parcialmente derretida, conhecida como astenosfera.

Impulsionadas por forças ainda não inteiramente conhecidas, as placas se movem na superfície da Terra e interagem umas com as outras. Um dos mais importantes princípios da teoria da tectônica de placas é que cada placa se move como uma unidade distinta em relação às outras.

A região interna das placas permanece indeformada, mas suas bordas sofrem vários dos principais processos que modelam a superfície terrestre, como abalos sísmicos, vulcanismo e movimentos orogênicos. De acordo com a teoria da tectônica de placas, as placas da litosfera são constituídas de crosta continental e/ou oceânica, e suas bordas não coincidem normalmente com os limites entre oceanos e continentes. A placa do Pacífico, por exemplo, é totalmente oceânica, mas a maioria das grandes placas contém continentes e oceanos.

O contato entre placas pode ser divergente, convergente ou de transformação. No fundo dos oceanos, entre duas placas divergentes, localizam-se as cristas médio-oceânicas, que formam enormes cadeias de montanhas e vales, epicentros de terremotos submarinos. Ao longo dessas cristas estende-se uma fenda profunda através da qual ascende o magma proveniente do manto. Esse material faz aumentar a superfície do assoalho oceânico graças ao acréscimo de faixas paralelas de rochas magmáticas de ambos os lados das cristas.

A contínua formação de crosta oceânica produz um excesso que deve ser absorvido em outro lugar. Isso ocorre nas bordas de duas placas convergentes, quando uma delas “mergulha” sob a outra, e o excesso se funde com o interior do manto a profundidades de 300 a 700km. Essas regiões, onde a crosta oceânica mergulha para dentro do planeta, são denominadas zonas de subducção. Quando a colisão entre placas ocorre no oceano, produzem-se arqueamentos das bordas das placas, acompanhados de abalos sísmicos e atividade vulcânica. Isso dá origem às chamadas ilhas em arco, dispostas em semicírculo, como as ilhas vulcânicas do Caribe, Japão, Filipinas e Java.
No terceiro tipo de limite entre placas, as falhas de transformação e zonas de fratura, uma placa se move lateralmente com relação à outra, sem criar ou destruir crosta, mas provocando fortes terremotos. Esse é o caso, por exemplo, da falha de San Andreas, na Califórnia, costa oeste dos Estados Unidos.
O oceano Atlântico está situado sobre o cruzamento de quatro grandes placas: a norte-americana, a sul-americana, a eurasiana e a africana. A placa eurasiana mostra simultaneamente um deslocamento para leste e outro para sul. A placa africana apresenta um pequeno movimento em direção ao norte. Disso resulta que África e Eurásia entram progressivamente em colisão e tendem a comprimir o mar Mediterrâneo.

Os dois subcontinentes americanos se afastam da Eurásia e da África ao deslizarem sobre a crosta oceânica que surge na crista médio-oceânica atlântica. Ao mesmo tempo, no oceano Pacífico, outras placas oceânicas se deslocam em sentidos opostos umas às outras e se chocam com a vertente ocidental da América. Como conseqüência, ao longo da costa oeste do continente americano, essas placas se fundem numa extensa fossa. Esse movimento de subducção explica a formação das montanhas Rochosas e da cordilheira dos Andes, assim como os fenômenos vulcânicos e sísmicos da costa oeste do continente.

Tectônica de placas

Teoria que estuda os deslocamentos continentais, os terremotos, os cinturões vulcânicos e o alargamento da assoalho marinho, e que permite reconstituir as forças e processos que modelaram a superfície sólida da Terra.

Tectonosfera

Nome dado ao conjunto da crosta terrestre e da parte superior do manto, sujeitas a perturbações tectônicas.

Resumo: Placas Tectônicas I

Olá, amigos!

Como foram de ano novo?

2012 já chegou e junto a ele, a equipe Desconversa separou um resuminho cabeça sobre placas tectônicas retirado do site Mundo Vestibular. Muita atenção e vamos nessa!

A palavra tectônica é de origem grega e significa contruir, portanto tectônica de placas quer dizer que a superfície terrestre é construída por placas. Algumas dessas placas formam o fundo do oceano, como a placa do pacífico, outras placas são o “assoalho” dos continentes , como a placa Sul Americana onde esta situado o território brasileiro.

Principais Placas Tectônicas da Crosta Terrestre

-Placa Sul Americana – onde situa-se o Brasil e quase toda a América do Sul;

-Placa de Nazca;

-Placa Norte-Americana;

-Placa Africana;

-Placa Euro-Asiática;

-Placa do Pacífico;

-Placa Indo-Australiana;

-Placa Antártica;

Espessura e Mobilidade

As placas tectônicas tem espessura variável, nas regiões oceânicas são mais finas, as espessuras variam entre 10 km nas dorsais (cordilheira submarina) , até algumas dezenas de quilômetros. Já nas regiões continentais são mais espessas e podem chegar a 250 km de espessura.

É interessante reconhecer que as placas tectônicas estão assentadas sobre o manto que tem um comportamento viscoso, isto é pastoso, fazendo com que as mesmas se movam (escorregam), afastando-se ou chocando-se nas zonas de contato com as outras placas.

Conseqüências

O movimento das placas tectônicas que se deslocam sobre a astenosfera (parte pastosa) interagindo ao longo do tempo entre si em um processo geodinâmico que tem como conseqüência a origem das montanhas e bacias geológicas, provocando terremotos, vulcanismo, magmatismo e outros eventos geológicos todos decorrência desses movimentos das placas.

Terremotos

Os terremotos são tremores ou abalos causados pela liberação repentina da energia acumulada durante longos intervalos de tempo em que as placas tectônicas sofreram esforços para se movimentar.

Os maiores terremotos já registrados no planeta ocorrem em áreas de subducção, onde uma placa afunda abaixo de outra. Entre esses incluem-se o o maior de todos os terremotos, ocorrido no Chile em 1960, que alcançou a marca de 9.5 graus Richter, o terrremoto de 9.2 graus, em Prince William Sound, Alaska, em 1960, o de Andreanof, também no Alaska, em 1957, com 9.1 graus e o de magnitude 9.0 graus, ocorrido na península de Kamchatka, na Rússia, em 1952.

O devastador terremoto do dia 26 de Dezembro de 2004, que alcançou a marca de 9 graus na escala Richter , provocando as ondas gigantes na Ásia, ocorreu na interface entre as placas da Índia e Burma e foi causado pela liberação de energia que se desenvolve na subducção da placa Índica sobre a placa de Burma.

Que Poderosa Energia Moveria Estas Placas ? A principal explicação para o movimento das placas tectônicas é que em função da desintegração radioativa de átomos que ocorre no interior do planeta gerando o calor, que mantém o magma em estado fluido e um processo denominado correntes de convecção tenderia a levar o magma para a superfície, pressionando as placas , explicando também a origem do vulcões.

Tectônia

A adoção da teoria da tectônica de placas para explicar a dinâmica de transformação da crosta terrestre representou, para a tectônica, uma revolução científica análoga, em suas conseqüências, aos modelos atômicos de Rutherford e Bohr, para a física, ou à descoberta do código genético, para a biologia.

Tectônica é o ramo da geologia que estuda os processos mecânicos responsáveis pelas deformações da litosfera, bem como as estruturas resultantes desses movimentos. A crosta e a parte superior do manto, sujeitas às perturbações tectônicas, formam a tectonosfera. Os movimentos que resultam da deformação da crosta terrestre denominam-se movimentos tectônicos.

Os movimentos tectônicos alteram a distribuição das terras, mares, montanhas e vales. Por serem de longa duração, embora em geral muito lentos, esses movimentos podem formar grandes bacias sedimentares ou elevadas cadeias de montanhas. São classificados em verticais ou epirogenéticos e tangenciais ou orogenéticos, os quais originam, respectivamente, falhamentos e dobramentos.

No século XX, novas teorias tectônicas revolucionaram as concepções tradicionais sobre os movimentos da crosta terrestre. Apresentada em 1912, a teoria da deriva continental cedeu terreno ao longo do século à teoria da tectônica de placas. Tida como a teoria fundamental da geologia e da geomorfologia modernas, a tectônica de placas, formulada no fim da década de 1960, surgiu dos estudos dos deslocamentos continentais, terremotos e cinturões vulcânicos, assim como do alargamento dos assoalhos marinhos.

Deriva continental:  Foi o alemão Alfred Wegener, astrônomo e meteorologista, quem formulou a teoria da deriva continental. Wegener imaginou que os continentes atuais estiveram anteriormente unidos num único supercontinente ao qual deu o nome de Pangéia (em grego, “tudo terra”). O cientista alemão não tinha, entretanto, provas totalmente convincentes de suas teorias. Os argumentos usados por Wegener para basear sua tese de que os continentes se moviam nos oceanos incluíam a correspondência entre os contornos dos continentes de um e de outro lado do Atlântico, o que permitiria encaixá-los como peças de um quebra-cabeças; a significativa quantidade de indicadores fósseis na África e na América do Sul anteriores ao período terciário; análises das semelhanças entre as estruturas geológicas dos dois continentes; e a reconstituição de antigos climas em diversos lugares do globo.

As teorias de Wegener encontraram poucos seguidores. Faltaram-lhe os avanços científicos do século XX para confirmar a existência inicial de um único continente, dividido depois em vários pedaços, que teriam sido impulsionados pela crosta oceânica recém-formada e deslizado como balsas sobre o manto superior.

Bom, pessoal, quinta-feira temos a parte 2 dessa matéria! Até lá!


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