Social Apps – Social Media Brasil – Dia 2 (parte 2)

A “mesa redonda” mais legal do SMBR ocorreu na tarde do segundo dia do evento, e o papo foi sobre o panorama atual dos aplicativos sociais (social apps).

Para quem está perdido, os principais exemplos são os aplicativos do orkut como “BuddyPoke”, bastante conhecidos e utilizados (alguns com milhões de usuários).

No final das contas os social apps tem algumas características bem interessantes:

1) Acesso às pessoas

As pessoas estão juntas (e conversando) no orkut. Fazendo uma analogia fácil, nas palavras de Gilberto Jr. da Amanaiê, o orkut é o shopping center da internet, ou seja, o local em que as pessoas se reunem para conviver e conversar.

Se você quer impactar as pessoas é importante que você esteja junto delas, e o público em geral está no orkut todos os dias.

2) Acesso às redes de amigos

Além das pessoas impactadas em um primeiro momento, o orkut alavanca a “viralidade” das  ações, uma vez que para compartilhar o app com os amigos basta um clique. Assim, temos dois níveis facilmente atingidos. Os amigos, e os amigos dos amigos.

3) Acesso à Informação

Com um aplicativo social a instituição tem acesso imediato aos dados dos usuários, sem que os mesmos tenham que preencher cadastros, sem login e senha, ou seja, sem chatear.

Como disse Vitor Prado da hypersocial é importante que o aplicativo possa suprir necessidades básicas dos usuários, possa resolver problemas básicos. É a famosa lei do “menos é mais”.

Para saber mais sobre os aplicativos sociais e conhecer alguns cases, é legal dar uma olhada nos sites das próprias agências especializadas, como as já citadas amanaie e hypersocial, além da mentez.

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