Resumo:Movimentos Sociais – Brasil colônia

Olá, meus amigos!

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Hoje, falaremos sobre os movimentos sociais que acontecerem nesse nosso Brasil durante sua fase colonial. Vejamos agora, quais foram os principais movimentos de forma resumida, ressaltando seus principais aspectos. Vamos começar?

Os movimentos sociais brasileiros devem ser vistos sob uma perspectiva ampla, pois suas características variam muito. Algumas rebeliões não passaram da fase conspiratória. Em certos casos, o grau de participação das classes populares foi mínimo, quase insignificante; em outros, o movimento foi impulsionado não por razões de ordem política ou econômica, mas, sim, religiosa. Durante o Período Colonial, os principais movimentos foram estes:

1) Confederação dos Tamoios

- Primeira rebelião de que se tem notícia (1562).
- Os índios tamoios, com apoio francês, uniram-se contra os portugueses.
- Movimento foi pacificado pelos padres jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta.

2) Guerra dos Bárbaros

- Sublevação indígena (durou cerca de vinte anos, a partir de 1682).
- Índios cariris, ocupando extensa área no Nordeste, realizaram disputas intermitentes contra os colonizadores.
- Movimento foi debelado.

3) Insurreição Pernambucana

- Luta da população nordestina (a partir de 1645) contra do domínio holandês.
- Sob iniciativa dos senhores de engenho, os colonos foram mobilizados.
- Batalhas mais importantes: Guararapes e Campina de Taborda.
- Os holandeses foram expulsos em 1654.

4) Revolta no Maranhão

- Lei que proibia a escravização de índios provocou a revolta (1684 a 1685).
- Os jesuítas, defensores dos índios, forma expulsos.
- Com a chegada de um novo governador, os sequiosos foram condenados.

5) Guerra dos Mascates

- Entre 1710 e 1711, em Pernambuco.
- Brasileiros de Olinda, sentindo-se diminuídos, atacaram os portugueses do Recife.
- Todos foram anistiados.

6) Revolta de Filipe dos Santos

- Exploração do ouro e cobrança extorsiva de impostos provocaram a insurreição (Vila Rica, década de 1720).
- Cerca de dois mil populares teriam participado.
- Filipe dos Santos Freire, o líder, foi enforcado e esquartejado.

7) Inconfidência Mineira

- Independência dos EUA e Revolução Francesa estimularam aspirações autonomistas e liberais.
- Inconformados com o peso dos impostos, membros da elite uniram-se na pretensão de estabelecer uma república independente em Minas.
- Marcada a sublevação para a data da derrama (cobrança dos impostos em atraso), os revolucionários foram traídos.
- Inconfidentes foram condenados ao desterro perpétuo na África, com exceção de Tiradentes, que, durante os interrogatórios, chamou para si toda a responsabilidade: foi – Enforcado e esquartejado em 21 de abril de 1792.

8) Conjuração Baiana (ou Conspiração dos Alfaiates)

- Em 1798, sob liderança do alfaiate João de Deus do Nascimento.
- Homens humildes, quase todos mulatos, foram movidos por uma mescla de republicanismo e ódio à desigualdade social.
- Dos 43 presos, quatro foram enforcados.

9) Revolução de 1817

- Em Pernambuco.
- Defendendo a independência de Portugal, religiosos, comerciantes e militares uniram-se sob as idéias da sociedade secreta Areópago de Itambé, que já havia sido dissolvida em 1802.
- Preso o governador, constituiu-se um governo provisório.
- O movimento se estendeu à Paraíba e ao Rio Grande do Norte.
- A república durou menos de três meses, caindo sob o avanço das tropas enviadas por terra e mar.
- Participantes foram presos, condenados à forca ou ao fuzilamento.

Bom, por hoje é só! Até semana que vem! Uma excelente final de semana e continuem estudando!

Resumo: Regime Militar

Olá, meus nerds favoritos!

Como estamos com esses estudos para o vestibular? Tenso, né? Eu sei! Pensando nisso, separei um super resumo com os principais aspectos sobre o Regime Militar no Brasil. Vamos la?

Entre 31 de março e 1º de abril de 1964, o presidente João Goulart – que havia assumido a presidência após a renúncia de Jânio Quadros, em 1961 – foi destituído do poder pelos militares, apoiados não só pelas classes conservadoras ou pela elite, mas também por amplos setores das classes médias, descontentes com a crescente influência política de lideranças sindicais esquerdistas no governo federal.

A sublevação militar partiu de vários pontos do país. No dia 1º de abril, Goulart abandonou o poder, ordenou a cessação de toda e qualquer resistência e seguiu para o exílio no Uruguai.

Depois de quinze dias em que a presidência foi ocupada pelo presidente Câmara dos Deputados, Pascoal Ranieri Mazzilli (sob a tutela do alto comando revolucionário), assumiu o poder o chefe do Estado Maior do Exército, general Humberto de Alencar Castelo Branco.

1) Governo Humberto de Alencar Castelo Branco

- Abril de 1964 a julho de 1967;

- Suspensão dos direitos políticos dos cidadãos;

- Cassação de mandatos parlamentares;

- Eleições para governadores passam a ser indiretas;

- Dissolução dos partidos políticos e criação da Aliança Renovadora Nacional (Arena), que reuniu os governistas, e do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que reuniu as oposições.

- Nova Constituição entrou em vigor (janeiro de 1967);

- Proibição de greves.

2) Governo Arthur da Costa e Silva

- Março de 1967 a agosto de 1969;

- Enfrentamento da reorganização política dos setores oposicionistas;

- Radicalização das medidas repressivas (promulgação do Ato Institucional nº 5);

-  Costa e Silva foi afastado por motivos de saúde e substituído, durante dois meses, por uma junta militar.

3) Governo Emílio Garrastazu Médici

- Novembro de 1969 a março de 1974;

- O mais repressivo do período ditatorial;

- Organizações clandestinas de esquerda foram dizimadas;

- “Milagre econômico”: fase áurea de desenvolvimento do país, com recursos investidos em infra-estrutura;

- Crescimento da dívida externa.

4) Governo Ernesto Geisel

- Março de 1974 a março de 1979;

- Crise mundial do petróleo, recessão mundial, escassez de investimentos estrangeiros no país;

- MDB consegue expressiva vitória nas eleições gerais de 1974;

- Início da distensão lenta e gradual;

- Militares extremistas ofereceram resistência à política de liberalização;

revogação do AI-5 e restauração do habeas corpus.

5) Governo João Baptista de Oliveira Figueiredo

- Março de 1979 a março de 1985;

- Aceleração do processo de liberalização política (aprovação da Lei de Anistia);

- Restabelecimento do pluripartidarismo;

- Resistência de militares extremistas;

- Aumento dos índices de inflação;

- Recessão;

- Movimento Diretas Já;

- Colégio Eleitoral (formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal) escolheu o deputado Tancredo Neves como sucessor, que veio a falecer. Em seu lugar assumiu o vice-presidente, José Sarney.

Bom, meus caros, espero ter ajudado vocês!

ATENÇÃO: O DESCONVERSA TRARÁ NOVIDADES EM BREVE. FIQUEM ATENTOS!

Até mais!

(fonte Uol Vestibular)

Unicamp 2010

Olá, meus amigos!

Já conferiram a promoção do Descomplica 50%, né? Vem que ta barato pra caramba!

Além da leitura de textos, outro importante método de estudos é a prática de exercícios. Isso se explica pelo fato de ao responder uma questão, você é estimulado a pensar em toda a matéria que aprendeu abordada na questão e relacioná-la a outro tema. Geralmente, é assim que funciona o vestibular. Pensando nisso, separei para hoje duas questões da prova Unicamp 2010 da prova de história. Vamos começar?

1) O imperador D. Pedro II era um mito antes de ser realidade. Responsável desde pequeno, pacato e educado, suas imagens constroem um príncipe diferente de seu pai, D. Pedro I. Não se esperava do futuro monarca que tivesse os mesmos arroubos do pai, nem a imagem de aventureiro, da qual D. Pedro I não pôde se desvincular. A expectativa de um imperador capaz de garantir segurança e estabilidade ao país era muito grande. Na imagem de um monarca maduro, buscava-se unificar um país muito grande e disperso.

(Adaptado de Lilia Moritz Schwarcz, As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 64, 70, 91)

a) Segundo o texto, quais os significados políticos da construção de uma imagem de D. Pedro II que o diferenciasse de seu pai?

b) Que características do período regencial ameaçavam a estabilidade do país?

2) Na Europa, até o século XVIII, o passado era o modelo para o presente e para o futuro. O velho representava a sabedoria, não apenas em termos de uma longa experiência, mas também da memória de como eram as coisas, como eram feitas e, portanto, de como deveriam ser feitas. Atualmente, a experiência acumulada não é mais considerada tão relevante. Desde o início da Revolução Industrial, a novidade trazida por cada geração é muito mais marcante do que sua semelhança com o que havia antes.

(Adaptado de Eric Hobsbawm, O que a história tem a dizer-nos sobre a sociedade contemporânea?, em: Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998,p. 37-38.)

a) Segundo o texto, como a Revolução Industrial transformou nossa atitude em relação ao passado?

b) De que maneiras a Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX alterou o sistema de produção?
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RESPOSTAS:
1)
a) Segundo o texto, a construção da imagem de D. Pedro II, ao diferencia-lo de seu pai, simbolizava tanto a segurança e estabeilidade do país quanto a sua unificação em torno da figura do imperador.
b) Uma característica do período regencial que gerava instabilidade era a vacância do trono, durante a menoridade de D. Pedro II, e a consequente ausência de uma figura que representasse a legitimidade do poder monárquico. Além disso, a estabilidade do país era ameaçada, por exemplo, pela ocorrência de revoltas com aspirações autonomistas ou separatistas nas províncias ou por revoltas escravas, como o levante dos Malês (Salvador, 1835)
2)

a) Segundo o texto, antes da Revolução Industrial, o passado era visto como um modelo e os velhos representavam a sabedoria e a experiência. Depois da Revolução Industrial, a experiência perdeu importância, porque o que caracteriza cada geração não é mais sua semelhança com a anterior, mas a sua novidade.

b) A Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX, entre outras transformações, mecanizou a produção, levando à perda do controle por parte do trabalhador sobre o processo de trabalho. Isso foi o fim do artesanato como sistema de produção predominante e deu origem ao sistema fabril.
Então, meus amigos, por hoje é só =)
Um excelente final de semana e o estudo não pode parar!
(fonte: História Net)

Guia de Estudos – História

Olá, geeks de plantão!

Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.

Voltando ao post, confira nosso guia de estudos para o vestibular desse ano! Enem 2012 já é logo em abril, então, temos que nos programar!

Confira:

O Programa de História engloba um conjunto de experiências sociais da humanidade, com ênfase no Brasil e no mundo Ocidental. Ele tem como pressuposto que sempre é o presente e sua compreensão que pode colocar questões – e iluminar – o passado.

Do candidato espera-se que tenha formação humanística e capacidade crítica para não apenas relacionar e pensar sobre situações históricas diferenciadas, mas para entender que a História constitui um conhecimento ou saber produzido e organizado pelos homens de acordo com determinados pontos de vista interpretativos e relações de poder.

História do Brasil

1. Populações indígenas do Brasil: experiências antes da conquista, resistências e acomodações à colonização.
2. O sistema colonial: agricultura, engenho e escravidão.
3. Os negros no Brasil: culturas e confrontos.
4. Religião, cultura e educação na Colônia.
5. A interiorização: bandeirismo, escravidão indígena, extrativismo, pecuária e mineração.
6. Vida urbana: administração e comércio na colônia.
7. Rebeliões e tentativas de emancipação.
8. O período joanino e a Independência.
9. O Estado nacional: centralização e as Regências como “experiência republicana”.
10. O Romantismo e a busca de uma identidade nacional.
11. O Segundo Reinado: economia, política e manifestações culturais.
12. Escravidão e homens livres no século XIX.
13. Imigração e abolição.
14. A crise do Império e o advento da República.
15. Confrontos e aproximações entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai (séculos XIX e XX).
16. Economia no século XX.
17. Movimentos sociais e urbanos no século XX.
18. Política e cultura no século XX.
19. As transformações do papel da mulher depois da Segunda Guerra Mundial.
20. O sistema político atual.

História da América

1. Culturas pré-coloniais: maias, astecas e incas.
2. A conquista da América espanhola: dominação e resistência.
3. As colonizações espanhola e inglesa: aproximações e diferenças.
4. Formas de trabalho compulsório nas Américas no período colonial.
5. Idéias e movimentos pela independência política nas Américas.
6. A formação dos Estados nacionais (América Latina e Estados Unidos).
7. EUA: Expansão para o Oeste e Guerra de Secessão.
8. Modernização, urbanização e industrialização na América Latina no século XX.
9. Revoluções na América Latina (México e Cuba).
10. Crise de 1929, New Deal e a hegemonia dos EUA no pós-guerra.
11. Estado e reforma política:  Lázaro Cárdenas e Juan Domingo Perón.
12. Militarismo, democracia e ditadura na América Latina no século XX.
13. Cultura e engajamento político na América Latina no século XX.
14. Questões políticas da atualidade.

Os Primórdios do Ocidente

1. A Pré-História ou a História antes da escrita.
2. Transformações tecnológicas: a introdução da agricultura e a utilização dos metais.
3. Culturas e Estados no Antigo Oriente Próximo.
4. O mundo grego.
5. O mundo Romano.

A Idade Média Européia

1. Desagregação e fim de Roma antiga.
2. O cristianismo e a Igreja Católica.
3. Os reinos bárbaros.
4. Relações com – e características do – Islão e Bizâncio.
5. Economia, sociedade e política no feudalismo.
6. O desenvolvimento do comércio, o crescimento urbano e a vida cultural.
7. A crise do século XIV.

O Ocidente Moderno

1. O Renascimento.
2. A expansão mercantil européia.
3. As reformas religiosas e a Inquisição.
4. O Estado moderno e o Absolutismo monárquico.
5. Mercantilismo e sistema colonial.
6. Guerras e revoluções na Europa nos séculos XVI e XVII.
7. Ilustração e Despotismo Esclarecido.
8. Capitalismo e Revolução Industrial na Inglaterra do século XVIII.
9. A Revolução Francesa de 1789.

Rumo à Contemporaneidade

1. A Europa em guerra e em equilíbrio (1799-1830): Napoleão, Congresso de Viena e Restauração.
2. A Europa em transformação (1830-1871): as revoluções liberais, nacionalistas e socialistas.
3. A Europa em competição (1871-1914): imperialismo, neo-colonialismo e belle époque.
4. As grandes metamorfoses do capitalismo nos séculos XIX e XX.
5. Classes e interesses sociais em conflito nos séculos XIX e XX: burguesia, proletariado e campesinato.
6. Arte e Cultura nos séculos XIX e XX: do eurocentrismo ao multiculturalismo.
7. As duas grandes guerras mundiais (1914-1945).
8. As revoluções socialistas: Rússia e China.
9. As décadas de 20 e 30: crises, conflitos e experiências totalitárias.
10. Bipolarização do mundo e Guerra Fria.
11. Descolonização e principais movimentos de libertação nacional na Ásia e África.
12. A revolução cultural dos anos 60.
13. A criação do Estado de Israel e os conflitos com o mundo árabe e o fundamentalismo islâmico.
14. A queda do muro de Berlim, o fim do socialismo real e a desintegração da URSS.
15. Conflitos étnico-religiosos no final do século XX.

Espero que tenha te ajudado! Deixe um comentário!

Até mais!

(fonte Mundo Vestibular)


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