Arquivo de fevereiro de 2012

Resumo: Movimentos Sociais – Brasil Império

Olá, meus amigos!

Como vamos essa semana? Continuando o assunto de movimentos sociais brasileiros, vamos falar agora sobre os movimentos sociais do Brasil Império. Você sabe quais foram os eventos marcantes desses período? O que a população reivindicou? O que gerou as revoltas? Se ainda não sabe, é bom prestar bastante atenção, pois é assunto de vestibular! Vamos lá!

As características dos movimentos sociais brasileiros variam muito. Por isso, eles devem ser estudados sob uma perspectiva ampla. Algumas rebeliões não chegaram a acontecer, limitando-se à fase conspiratória. Em certos casos, houve pouca participação das classes populares; em outros, o movimento foi impulsionado não por razões de ordem política ou econômica, mas, sim, religiosa. Durante o Império (Primeiro Reinado, Regência e Segundo Reinado), os principais movimentos foram os que seguem:

1) Confederação do Equador

- Em 2 de julho de 1824, no Recife.
- Estabelecimento de um governo republicano.
- Em 19 de setembro os revolucionários já estavam derrotados.
- Líderes receberam penas diversas: fuzilamento, forca ou prisão perpétua.

2) Cabanagem

- De 1833 a 1839, no Grão-Pará (Amazonas e Pará atuais).
- Reuniu mestiços e índios.
- Movimento começou com a resistência oferecida pelo presidente do conselho da província, que impediu o desembarque das autoridades nomeadas pela Regência.
- Cabanos chegaram a tomar Belém.
- Depois de prolongada resistência, foram derrotados.

3) Revolução Farroupilha

- Rio Grande do Sul: movimento republicano e federalista de amplas proporções (de 1835 a 1845).
- Dois grupos se defrontaram: o conservador monárquico (os caramurus) e o liberal (chimangos), composto sobretudo por estancieiros, mas que veio a contar com o apoio – Das camadas populares.
- Chimangos protestavam contra a pesada taxação do charque e do couro.
- Depois de várias batalhas, o armistício foi negociado e a anistia concedida a todos.

4) Sabinada

- Bahia: revolta irrompeu a 7 de novembro de 1837, pretendendo implantar uma república.
- A tropa local aderiu ao movimento.
- Cercados pelo exército governista, revoltosos resistiram até meados de março de 1838.
- Milhares foram mortos ou feitos prisioneiros.

5) Balaiada

- Movimento insurrecional extenso e profundo, sacudiu o Maranhão – e parte do Piauí e do Ceará (de 1838 a 1841).
- Rebeldes chegaram a ter 11 mil homens armados.
- Movimento começou a partir de uma reivindicação política, o restabelecimento dos juízes de paz, mas ganhou proporções maiores.
- Anistia oferecida pelas tropas do governo esvaziou a insurreição.
- Apenas um dos líderes foi condenado à forca.

6) Revolução Praieira

-Projeção, no Brasil, das revoluções populares de 1848, na Europa.
- Nascida da rivalidade entre os partidos Liberal e Conservador, acabou se transformando em choque de classes.
- Praieiros lutaram de 1848 a 1849, exigindo voto livre e democrático, liberdade de imprensa e trabalho para todos.
- Mais de 500 revolucionários foram mortos.

E aí, entenderam tudo? Qual a sua opinião sobre esses movimentos sociais brasileiros? Importantes? Desnecessários? Deixe seu comentário!

Um excelente carnaval a todos vocês! Descansem bastante, mas assistam a uns vídeos do Descomplica para não enferrujar ;)

Até mais!

(fonte Vestibular UOL)

New Deal e a vida nova norte americana

Olá, meus nerds!

Como foram no fds? Espero que tenham estudado … MUITO =)

Hoje vamos falar sobre o New Deal, criado para salva a economia dos EUA na crise econômica mundial de 1929. Vamos começar?

Em 1932, a música da moda nos Estados Unidos era: “Brother, Can You Spare a Dime? (“Irmão, Você Pode me Emprestar um Trocado?”). Esse era o espírito de um país com 14 milhões de desempregados. E, pior, tinha-se a nítida impressão de que a crise não iria ter fim, de que não existia um ponto de virada: era a Grande Depressão.

Famílias aninhavam-se, em busca de calor, junto aos incineradores dos edifícios municipais, enquanto outras procuravam restos de comida nos caminhões de lixo. Boa parte da população norte-americana responsabilizava o presidente Hoover e os republicanos pela crise.

A política liberal do governo, de não interferir no mercado, teria sido a responsável pela quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e pela depressão.

Assim, em 1932, o democrata Franklin Delano Roosevelt venceu facilmente as eleições presidenciais norte-americanas.

Durante a campanha eleitoral, Roosevelt havia se comprometido a estabelecer um “Novo Ajuste” (New Deal) para o povo americano. Em seu discurso de posse, declarou: “A única coisa a temer é o próprio medo”.

E, audaciosamente, contrariando as teorias ultraliberais que defendiam uma mínima intervenção estatal na economia, procurou empenhar o Estado na ajuda aos “de baixo”. Para resolver o problema do desemprego e reaquecer a economia, deu início a um enorme programa de obras públicas.

O New Deal estabeleceu um amplo programa de apoio aos desempregados. Construíram-se ou restauraram-se 400 mil quilômetros de estradas, colocaram-se em funcionamento 40 mil escolas, com a contratação de 50 mil professores, instalaram-se mais de 3,5 milhões de metros de tubulações de água e esgoto, além de praças e quadras esportivas em todo o país.

Na habitação popular, uma agência estatal avalizava financiamentos imobiliários, viabilizando um grande programa que impulsionou a construção civil.

A idéia era: o Estado gera empregos, as pessoas voltam lentamente a consumir, as fábricas e as fazendas aumentam a produção, contratam mais mão-de-obra, mais pessoas são reintegradas ao sistema e o capitalismo voltaria a florescer.

O consumo aumentou em 50% depois de três anos de investimentos governamentais. No entanto ainda havia 9 milhões de desempregados no país ao final da década de 30.

O problema do desemprego e do crescimento econômico só foi resolvido a contento durante a Segunda Guerra Mundial.

Bom, por hoje é só! Até mais!

Resumo: Crise Econômica Mundial

Olá, meus amigos!

Como vamos de volta às aulas? Cansativo, né? Calma, fica tranquilo que o Desconversa te ajuda! Seu resuminho semanal com o que cai no vestibular sempre estará fresquinho te esperando ;)

Hoje, vamos ver a crise econômica mundial. Dividimos esse evento em 15 etapas, super simples de entender! Vamos nessa?

Uma crise é, basicamente, um desequilíbrio que ocorre em setores isolados da economia, mas que pode contaminar todo o sistema econômico. Esses desequilíbrios sempre ocorreram, mesmo antes do capitalismo, quando acontecia, por exemplo, a escassez súbita de um bem, provocada, quase sempre, por fatores naturais (secas, inundações, etc.) ou acontecimentos sociais (guerras, revoluções, etc.).

À medida que o capitalismo evoluiu e que a economia se tornou mais complexa, as crises continuaram a ocorrer, pois elas fazem parte de um processo cíclico, inerente ao próprio desenvolvimento econômico. São flutuações periódicas e alternadas de expansão e contração da atividade econômica, e podem ocorrer com diferentes intensidades.

Entenda a crise econômica mundial em 15 etapas:

1) A partir de 2001, o mercado imobiliário dos Estados Unidos passou por uma fase de expansão acelerada.

2) Com a ajuda do Federal Reserve (o Banco Central norte-americano), que passou a reduzir a taxa de juros, a demanda por imóveis cresceu, atraindo compradores.

3) Ao mesmo tempo, com os juros baixos, cresceu o número de pessoas que hipotecavam seus imóveis, a fim de usar o dinheiro da hipoteca para pagar dívidas ou consumir.

4) Em meio à febre de comprar imóveis ou hipotecá-los, as companhias hipotecárias passaram a atender clientes do segmento subprime (de baixa renda, às vezes com histórico de inadimplência). Contudo, como o risco de inadimplência desse setor é maior, os juros cobrados também eram maiores.

5) Diante da promessa de retornos altos aos empréstimos, os bancos compravam esses títulos subprime das companhias hipotecárias e liberavam novas quantias de dinheiro, antes de o primeiro empréstimo ser pago.

6) Ao mesmo tempo, esses títulos lastreados em hipotecas eram vendidos a outros investidores, que, por sua vez, também emitiam seus próprios títulos, igualmente lastreados nos subprime, passando-os, a seguir, para frente.

7) Todos se esqueceram, no entanto, de que se o primeiro tomador do empréstimo não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não-recebimento, de tal maneira que todo o mercado passa a ter medo de continuar emprestando dinheiro ou comprando novos títulos subprime.

8) A partir de 2006, os juros, que vinham subindo desde 2004, encareceram o crédito e afastaram os compradores de imóveis. Como a oferta começou a superar a demanda, o valor dos imóveis passou a cair.

9) Com a subida dos juros, as dívidas ficaram mais caras (e também as prestações das hipotecas), o que aumentou a inadimplência, fazendo com que a oferta de crédito também diminuísse.

10) Sem oferta de crédito, a economia dos EUA se desaqueceu, pois, se há menos dinheiro disponível, compra-se menos, o lucro das empresas diminui e empregos não são gerados.

11) Preocupado com os pagamentos de créditos subprime nos EUA, o banco BNP Paribas congelou cerca de 2 bilhões de euros de alguns fundos.

12) O mercado imobiliário, então, entrou em pânico, pois o ciclo de empréstimos sobre empréstimos havia sido congelado. Começaram a surgir os pedidos de concordata.

13) A crise passou a afetar todo o sistema bancário, afinal, as instituições financeiras apostavam nos títulos subprime. Várias instituições se viram à beira da falência. E se descobriu que, com a globalização, o sistema financeiro internacional estava contaminado e sofreria graves consequências.

14) Instalou-se, assim, uma crise de confiança e os bancos pararam de emprestar, congelando a economia, reduzindo o lucro das empresas e provocando desemprego.

15) Muitos países entraram em recessão, e seus respectivos governos têm, desde então, tomado diferentes medidas para aquecer a economia e, ao mesmo tempo, garantir que o sistema financeiro volte a emprestar.

Então, por hoje é só, galera!
Até mais!
(fonte Uol Vestibular)

Resumo:Movimentos Sociais – Brasil colônia

Olá, meus amigos!

Antes de mais nada, já conferiram a super promoção Descomplica com 50% de desconto? Garanta já o seu pacote, pois o tempo está se esgotando!

Hoje, falaremos sobre os movimentos sociais que acontecerem nesse nosso Brasil durante sua fase colonial. Vejamos agora, quais foram os principais movimentos de forma resumida, ressaltando seus principais aspectos. Vamos começar?

Os movimentos sociais brasileiros devem ser vistos sob uma perspectiva ampla, pois suas características variam muito. Algumas rebeliões não passaram da fase conspiratória. Em certos casos, o grau de participação das classes populares foi mínimo, quase insignificante; em outros, o movimento foi impulsionado não por razões de ordem política ou econômica, mas, sim, religiosa. Durante o Período Colonial, os principais movimentos foram estes:

1) Confederação dos Tamoios

- Primeira rebelião de que se tem notícia (1562).
- Os índios tamoios, com apoio francês, uniram-se contra os portugueses.
- Movimento foi pacificado pelos padres jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta.

2) Guerra dos Bárbaros

- Sublevação indígena (durou cerca de vinte anos, a partir de 1682).
- Índios cariris, ocupando extensa área no Nordeste, realizaram disputas intermitentes contra os colonizadores.
- Movimento foi debelado.

3) Insurreição Pernambucana

- Luta da população nordestina (a partir de 1645) contra do domínio holandês.
- Sob iniciativa dos senhores de engenho, os colonos foram mobilizados.
- Batalhas mais importantes: Guararapes e Campina de Taborda.
- Os holandeses foram expulsos em 1654.

4) Revolta no Maranhão

- Lei que proibia a escravização de índios provocou a revolta (1684 a 1685).
- Os jesuítas, defensores dos índios, forma expulsos.
- Com a chegada de um novo governador, os sequiosos foram condenados.

5) Guerra dos Mascates

- Entre 1710 e 1711, em Pernambuco.
- Brasileiros de Olinda, sentindo-se diminuídos, atacaram os portugueses do Recife.
- Todos foram anistiados.

6) Revolta de Filipe dos Santos

- Exploração do ouro e cobrança extorsiva de impostos provocaram a insurreição (Vila Rica, década de 1720).
- Cerca de dois mil populares teriam participado.
- Filipe dos Santos Freire, o líder, foi enforcado e esquartejado.

7) Inconfidência Mineira

- Independência dos EUA e Revolução Francesa estimularam aspirações autonomistas e liberais.
- Inconformados com o peso dos impostos, membros da elite uniram-se na pretensão de estabelecer uma república independente em Minas.
- Marcada a sublevação para a data da derrama (cobrança dos impostos em atraso), os revolucionários foram traídos.
- Inconfidentes foram condenados ao desterro perpétuo na África, com exceção de Tiradentes, que, durante os interrogatórios, chamou para si toda a responsabilidade: foi – Enforcado e esquartejado em 21 de abril de 1792.

8) Conjuração Baiana (ou Conspiração dos Alfaiates)

- Em 1798, sob liderança do alfaiate João de Deus do Nascimento.
- Homens humildes, quase todos mulatos, foram movidos por uma mescla de republicanismo e ódio à desigualdade social.
- Dos 43 presos, quatro foram enforcados.

9) Revolução de 1817

- Em Pernambuco.
- Defendendo a independência de Portugal, religiosos, comerciantes e militares uniram-se sob as idéias da sociedade secreta Areópago de Itambé, que já havia sido dissolvida em 1802.
- Preso o governador, constituiu-se um governo provisório.
- O movimento se estendeu à Paraíba e ao Rio Grande do Norte.
- A república durou menos de três meses, caindo sob o avanço das tropas enviadas por terra e mar.
- Participantes foram presos, condenados à forca ou ao fuzilamento.

Bom, por hoje é só! Até semana que vem! Uma excelente final de semana e continuem estudando!


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