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	<title>Desconversa - História</title>
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		<title>Resumo:Movimentos Sociais &#8211; Brasil colônia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 19:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
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Hoje, falaremos sobre os movimentos sociais que acontecerem nesse nosso Brasil durante sua fase colonial. Vejamos agora, quais foram os principais movimentos de forma resumida, ressaltando seus principais aspectos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Antes de mais nada, já conferiram a super promoção <a href="http://www.descomplica.com.br/?utm_source=Desconversa&amp;utm_medium=Rafael&amp;utm_campaign=Descomplica" target="_blank">Descomplica</a> com 50% de desconto? <a href="http://www.descomplica.com.br/promo-ferias?utm_source=Desconversa&amp;utm_medium=Rafael&amp;utm_campaign=Promo%2BFerias%2BDesconversa" target="_blank">Garanta já o seu pacote</a>, pois o tempo está se esgotando!</p>
<p style="text-align: left;">Hoje, falaremos sobre os<strong> movimentos sociais</strong> que acontecerem nesse nosso <strong>Brasil </strong>durante sua fase<strong> colonial</strong>. Vejamos agora, quais foram os principais movimentos de forma resumida, ressaltando seus principais aspectos. Vamos começar?</p>
<p style="text-align: left;">Os movimentos sociais brasileiros devem ser vistos sob uma perspectiva ampla, pois suas características variam muito. Algumas <strong>rebeliões</strong> não passaram da fase conspiratória. Em certos casos, o grau de participação das classes populares foi mínimo, quase insignificante; em outros, o movimento foi impulsionado não por razões de ordem política ou econômica, mas, sim, religiosa. Durante o<strong> Período Colonial</strong>, os principais movimentos foram estes:</p>
<p style="text-align: left;">1) <strong>Confederação dos Tamoios</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Primeira rebelião de que se tem notícia (1562).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Os índios tamoios, com apoio francês, uniram-se contra os portugueses.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Movimento foi pacificado pelos padres jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta.</div>
<p style="text-align: left;">2)<strong> Guerra dos Bárbaros</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Sublevação indígena (durou cerca de vinte anos, a partir de 1682).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Índios cariris, ocupando extensa área no Nordeste, realizaram disputas intermitentes contra os colonizadores.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Movimento foi debelado.</div>
<p style="text-align: left;">3)<strong> Insurreição Pernambucana</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Luta da população nordestina (a partir de 1645) contra do domínio holandês.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Sob iniciativa dos senhores de engenho, os colonos foram mobilizados.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Batalhas mais importantes: Guararapes e Campina de Taborda.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Os holandeses foram expulsos em 1654.</div>
<p style="text-align: left;">4)<strong> Revolta no Maranhão</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Lei que proibia a escravização de índios provocou a revolta (1684 a 1685).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Os jesuítas, defensores dos índios, forma expulsos.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Com a chegada de um novo governador, os sequiosos foram condenados.</div>
<p style="text-align: left;">5) <strong>Guerra dos Mascates</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Entre 1710 e 1711, em Pernambuco.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Brasileiros de Olinda, sentindo-se diminuídos, atacaram os portugueses do Recife.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Todos foram anistiados.</div>
<p style="text-align: left;">6) <strong>Revolta de Filipe dos Santos</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Exploração do ouro e cobrança extorsiva de impostos provocaram a insurreição (Vila Rica, década de 1720).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Cerca de dois mil populares teriam participado.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Filipe dos Santos Freire, o líder, foi enforcado e esquartejado.</div>
<p style="text-align: left;">7) <strong>Inconfidência Mineira</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Independência dos EUA e Revolução Francesa estimularam aspirações autonomistas e liberais.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Inconformados com o peso dos impostos, membros da elite uniram-se na pretensão de estabelecer uma república independente em Minas.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Marcada a sublevação para a data da derrama (cobrança dos impostos em atraso), os revolucionários foram traídos.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Inconfidentes foram condenados ao desterro perpétuo na África, com exceção de Tiradentes, que, durante os interrogatórios, chamou para si toda a responsabilidade: foi &#8211; Enforcado e esquartejado em 21 de abril de 1792.</div>
<p style="text-align: left;"> <img src='http://www.desconversa.com.br/historia/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> <strong>Conjuração Baiana (ou Conspiração dos Alfaiates)</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Em 1798, sob liderança do alfaiate João de Deus do Nascimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Homens humildes, quase todos mulatos, foram movidos por uma mescla de republicanismo e ódio à desigualdade social.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Dos 43 presos, quatro foram enforcados.</div>
<p style="text-align: left;">9) <strong>Revolução de 1817</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Em Pernambuco.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Defendendo a independência de Portugal, religiosos, comerciantes e militares uniram-se sob as idéias da sociedade secreta Areópago de Itambé, que já havia sido dissolvida em 1802.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Preso o governador, constituiu-se um governo provisório.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- O movimento se estendeu à Paraíba e ao Rio Grande do Norte.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- A república durou menos de três meses, caindo sob o avanço das tropas enviadas por terra e mar.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Participantes foram presos, condenados à forca ou ao fuzilamento.</div>
<p style="text-align: left;">Bom, por hoje é só! Até semana que vem! Uma excelente final de semana e continuem estudando!</p>
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		<title>Resumo: Regime Militar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 02:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus nerds favoritos!
Como estamos com esses estudos para o vestibular? Tenso, né? Eu sei! Pensando nisso, separei um super resumo com os principais aspectos sobre o Regime Militar no Brasil. Vamos la?
Entre 31 de março e 1º de abril de 1964, o presidente João Goulart &#8211; que havia assumido a presidência após a renúncia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus nerds favoritos!</p>
<p style="text-align: left;">Como estamos com esses estudos para o <strong>vestibular</strong>? Tenso, né? Eu sei! Pensando nisso, separei um super resumo com os principais aspectos sobre o <strong>Regime Militar </strong>no Brasil. Vamos la?</p>
<p style="text-align: left;">Entre 31 de março e 1º de abril de 1964, o presidente <strong>João Goulart</strong> &#8211; que havia assumido a presidência após a renúncia de <strong>Jânio Quadros</strong>, em 1961 &#8211; foi destituído do poder pelos militares, apoiados não só pelas classes conservadoras ou pela elite, mas também por amplos setores das classes médias, descontentes com a crescente influência política de lideranças sindicais esquerdistas no governo federal.</p>
<p style="text-align: left;">A sublevação militar partiu de vários pontos do país. No dia 1º de abril, Goulart abandonou o poder, ordenou a cessação de toda e qualquer resistência e seguiu para o exílio no Uruguai.</p>
<p style="text-align: left;">Depois de quinze dias em que a presidência foi ocupada pelo presidente Câmara dos Deputados, Pascoal Ranieri Mazzilli (sob a tutela do alto comando revolucionário), assumiu o poder o chefe do Estado Maior do Exército, general Humberto de Alencar Castelo Branco.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">1) <strong>Governo Humberto de Alencar Castelo Branco</strong></p>
<p style="text-align: left;">- Abril de 1964 a julho de 1967;</p>
<p style="text-align: left;">- Suspensão dos direitos políticos dos cidadãos;</p>
<p style="text-align: left;">- Cassação de mandatos parlamentares;</p>
<p style="text-align: left;">- Eleições para governadores passam a ser indiretas;</p>
<p style="text-align: left;">- Dissolução dos partidos políticos e criação da Aliança Renovadora Nacional (Arena), que reuniu os governistas, e do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que reuniu as oposições.</p>
<p style="text-align: left;">- Nova Constituição entrou em vigor (janeiro de 1967);</p>
<p style="text-align: left;">- Proibição de greves.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">2)<strong> Governo Arthur da Costa e Silva </strong></p>
<p style="text-align: left;">- Março de 1967 a agosto de 1969;</p>
<p style="text-align: left;">- Enfrentamento da reorganização política dos setores oposicionistas;</p>
<p style="text-align: left;">- Radicalização das medidas repressivas (promulgação do Ato Institucional nº 5);</p>
<p style="text-align: left;">-  Costa e Silva foi afastado por motivos de saúde e substituído, durante dois meses, por uma junta militar.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">3) <strong>Governo Emílio Garrastazu Médici </strong></p>
<p style="text-align: left;">- Novembro de 1969 a março de 1974;</p>
<p style="text-align: left;">- O mais repressivo do período ditatorial;</p>
<p style="text-align: left;">- Organizações clandestinas de esquerda foram dizimadas;</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div>- &#8220;Milagre econômico&#8221;: fase áurea de desenvolvimento do país, com recursos investidos em infra-estrutura;</div>
<p>- Crescimento da dívida externa.</p>
<p style="text-align: left;">4) <strong>Governo Ernesto Geisel </strong></p>
<p style="text-align: left;">- Março de 1974 a março de 1979;</p>
<p style="text-align: left;">- Crise mundial do petróleo, recessão mundial, escassez de investimentos estrangeiros no país;</p>
<p style="text-align: left;">- MDB consegue expressiva vitória nas eleições gerais de 1974;</p>
<p style="text-align: left;">- Início da distensão lenta e gradual;</p>
<p style="text-align: left;">- Militares extremistas ofereceram resistência à política de liberalização;</p>
<p style="text-align: left;">revogação do AI-5 e restauração do habeas corpus.</p>
<div style="text-align: left;">
<div>5)<strong> Governo João Baptista de Oliveira Figueiredo </strong></div>
<p>- Março de 1979 a março de 1985;</p>
<p>- Aceleração do processo de liberalização política (aprovação da Lei de Anistia);</p>
<p>- Restabelecimento do pluripartidarismo;</p>
<p>- Resistência de militares extremistas;</p>
<p>- Aumento dos índices de inflação;</p>
<p>- Recessão;</p>
<p>- Movimento Diretas Já;</p>
<p style="text-align: left;">- Colégio Eleitoral (formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal) escolheu o deputado Tancredo Neves como sucessor, que veio a falecer. Em seu lugar assumiu o vice-presidente, José Sarney.</p>
</div>
<p style="text-align: left;">Bom, meus caros, espero ter ajudado vocês!</p>
<p style="text-align: left;">ATENÇÃO: O DESCONVERSA TRARÁ NOVIDADES EM BREVE. FIQUEM ATENTOS!</p>
<p style="text-align: left;">Até mais!</p>
<p style="text-align: left;">(fonte <a href="http://vestibular.uol.com.br/" target="_blank">Uol Vestibular</a>)</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Unicamp 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 21:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
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Além da leitura de textos, outro importante método de estudos é a prática de exercícios. Isso se explica pelo fato de ao responder uma questão, você é estimulado a pensar em toda a matéria que aprendeu abordada na questão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Já conferiram a<a href="http://www.descomplica.com.br/assinatura/descomplica-especial-de-ferias/?utm_source=Landing%2BPromo%2BF%C3%A9rias%2B50%25&amp;utm_medium=banner%2Bhome&amp;utm_campaign=Promo%2BF%C3%A9rias%2B50%25&amp;utm_source=Desconversa%2BHist%C3%B3ria&amp;utm_medium=Rafael&amp;utm_campaign=Promo%C3%A7%C3%A3o%2B50%25%2BOFF" target="_blank"> promoção do Descomplica 50%</a>, né? Vem que ta barato pra caramba!</p>
<p style="text-align: left;">Além da leitura de textos, outro importante método de estudos é a<strong> prática de exercícios</strong>. Isso se explica pelo fato de ao responder uma questão, você é estimulado a pensar em toda a matéria que aprendeu abordada na questão e relacioná-la a outro tema. Geralmente, é assim que funciona o<strong> vestibular</strong>. Pensando nisso, separei para hoje duas questões da prova<strong> Unicamp 2010 </strong>da prova de história. Vamos começar?</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>1) </strong>O imperador D. Pedro II era um mito antes de ser realidade. Responsável desde pequeno, pacato e educado, suas imagens constroem um príncipe diferente de seu pai, D. Pedro I. Não se esperava do futuro monarca que tivesse os mesmos arroubos do pai, nem a imagem de aventureiro, da qual D. Pedro I não pôde se desvincular. A expectativa de um imperador capaz de garantir segurança e estabilidade ao país era muito grande. Na imagem de um monarca maduro, buscava-se unificar um país muito grande e disperso.</p>
<p style="text-align: center;">(Adaptado de Lilia Moritz Schwarcz, As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 64, 70, 91)</p>
<p style="text-align: left;">a) Segundo o texto, quais os significados políticos da construção de uma imagem de D. Pedro II que o diferenciasse de seu pai?</p>
<p style="text-align: left;">b) Que características do período regencial ameaçavam a estabilidade do país?</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>2)</strong> Na Europa, até o século XVIII, o passado era o modelo para o presente e para o futuro. O velho representava a sabedoria, não apenas em termos de uma longa experiência, mas também da memória de como eram as coisas, como eram feitas e, portanto, de como deveriam ser feitas. Atualmente, a experiência acumulada não é mais considerada tão relevante. Desde o início da<strong> Revolução Industrial</strong>, a novidade trazida por cada geração é muito mais marcante do que sua semelhança com o que havia antes.</p>
<p style="text-align: right;">(Adaptado de Eric Hobsbawm, O que a história tem a dizer-nos sobre a sociedade contemporânea?, em: Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998,p. 37-38.)</p>
<p style="text-align: left;">a) Segundo o texto, como a<strong> Revolução Industrial</strong> transformou nossa atitude em relação ao passado?</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">b) De que maneiras a <strong>Revolução Industrial</strong> dos séculos XVIII e XIX alterou o sistema de produção?</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">*</div>
<div style="text-align: left;">*</div>
<div style="text-align: left;">*</div>
<div style="text-align: left;">*</div>
<div style="text-align: left;">*</div>
<div style="text-align: left;">RESPOSTAS:</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">1)</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">a) Segundo o texto, a construção da imagem de D. Pedro II, ao diferencia-lo de seu pai, simbolizava tanto a segurança e estabeilidade do país quanto a sua unificação em torno da figura do imperador.</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">b) Uma característica do período regencial que gerava instabilidade era a vacância do trono, durante a menoridade de D. Pedro II, e a consequente ausência de uma figura que representasse a legitimidade do poder monárquico. Além disso, a estabilidade do país era ameaçada, por exemplo, pela ocorrência de revoltas com aspirações autonomistas ou separatistas nas províncias ou por revoltas escravas, como o levante dos Malês (Salvador, 1835)</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">2)</div>
<div style="text-align: left;">
<p>a) Segundo o texto, antes da Revolução Industrial, o passado era visto como um modelo e os velhos representavam a sabedoria e a experiência. Depois da Revolução Industrial, a experiência perdeu importância, porque o que caracteriza cada geração não é mais sua semelhança com a anterior, mas a sua novidade.</p>
<div>b) A Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX, entre outras transformações, mecanizou a produção, levando à perda do controle por parte do trabalhador sobre o processo de trabalho. Isso foi o fim do artesanato como sistema de produção predominante e deu origem ao sistema fabril.</div>
<div></div>
<div>Então, meus amigos, por hoje é só =)</div>
<div></div>
<div>Um excelente final de semana e o estudo não pode parar!</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>(fonte: <a href="http://www.historianet.com.br/home/" target="_blank">História Net</a>)</div>
<div style="text-align: left;"></div>
</div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Guia de Estudos &#8211; História</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 22:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, geeks de plantão!
Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.
Voltando ao post, confira nosso guia de estudos para o vestibular desse ano! Enem 2012 já é logo em abril, então, temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, geeks de plantão!</p>
<p style="text-align: left;">Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com <a href="http://www.descomplica.com.br/assinatura/descomplica-especial-de-ferias/?utm_source=Landing%2BPromo%2BF%C3%A9rias%2B50%25&amp;utm_medium=banner%2Bhome&amp;utm_campaign=Promo%2BF%C3%A9rias%2B50%25" target="_blank">50% de DESCONTO</a>!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.</p>
<p style="text-align: left;">Voltando ao post, confira nosso guia de estudos para o vestibular desse ano! Enem 2012 já é logo em abril, então, temos que nos programar!</p>
<p style="text-align: left;">Confira:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O Programa de<strong> História</strong> engloba um conjunto de experiências sociais da humanidade, com ênfase no Brasil e no mundo Ocidental. Ele tem como pressuposto que sempre é o presente e sua compreensão que pode colocar questões &#8211; e iluminar &#8211; o passado.</p>
<p style="text-align: left;">Do candidato espera-se que tenha formação humanística e capacidade crítica para não apenas relacionar e pensar sobre situações históricas diferenciadas, mas para entender que a História constitui um conhecimento ou saber produzido e organizado pelos homens de acordo com determinados pontos de vista interpretativos e relações de poder.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>História do Brasil</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. Populações indígenas do Brasil: experiências antes da conquista, resistências e acomodações à colonização.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. O sistema colonial: agricultura, engenho e escravidão.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3. Os negros no Brasil: culturas e confrontos.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4. Religião, cultura e educação na Colônia.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5. A interiorização: bandeirismo, escravidão indígena, extrativismo, pecuária e mineração.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6. Vida urbana: administração e comércio na colônia.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7. Rebeliões e tentativas de emancipação.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">8. O período joanino e a Independência.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">9. O Estado nacional: centralização e as Regências como “experiência republicana”.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">10. O Romantismo e a busca de uma identidade nacional.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">11. O Segundo Reinado: economia, política e manifestações culturais.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">12. Escravidão e homens livres no século XIX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">13. Imigração e abolição.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">14. A crise do Império e o advento da República.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">15. Confrontos e aproximações entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai (séculos XIX e XX).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">16. Economia no século XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">17. Movimentos sociais e urbanos no século XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">18. Política e cultura no século XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">19. As transformações do papel da mulher depois da Segunda Guerra Mundial.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">20. O sistema político atual.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>História da América</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. Culturas pré-coloniais: maias, astecas e incas.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. A conquista da América espanhola: dominação e resistência.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3. As colonizações espanhola e inglesa: aproximações e diferenças.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4. Formas de trabalho compulsório nas Américas no período colonial.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5. Idéias e movimentos pela independência política nas Américas.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6. A formação dos Estados nacionais (América Latina e Estados Unidos).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7. EUA: Expansão para o Oeste e Guerra de Secessão.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">8. Modernização, urbanização e industrialização na América Latina no século XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">9. Revoluções na América Latina (México e Cuba).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">10. Crise de 1929, New Deal e a hegemonia dos EUA no pós-guerra.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">11. Estado e reforma política:  Lázaro Cárdenas e Juan Domingo Perón.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">12. Militarismo, democracia e ditadura na América Latina no século XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">13. Cultura e engajamento político na América Latina no século XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">14. Questões políticas da atualidade.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Os Primórdios do Ocidente</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. A Pré-História ou a História antes da escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. Transformações tecnológicas: a introdução da agricultura e a utilização dos metais.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3. Culturas e Estados no Antigo Oriente Próximo.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4. O mundo grego.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5. O mundo Romano.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>A Idade Média Européia</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. Desagregação e fim de Roma antiga.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. O cristianismo e a Igreja Católica.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3. Os reinos bárbaros.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4. Relações com &#8211; e características do &#8211; Islão e Bizâncio.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5. Economia, sociedade e política no feudalismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6. O desenvolvimento do comércio, o crescimento urbano e a vida cultural.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7. A crise do século XIV.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>O Ocidente Moderno</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. O Renascimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. A expansão mercantil européia.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3. As reformas religiosas e a Inquisição.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4. O Estado moderno e o Absolutismo monárquico.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5. Mercantilismo e sistema colonial.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6. Guerras e revoluções na Europa nos séculos XVI e XVII.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7. Ilustração e Despotismo Esclarecido.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">8. Capitalismo e Revolução Industrial na Inglaterra do século XVIII.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">9. A Revolução Francesa de 1789.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Rumo à Contemporaneidade</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. A Europa em guerra e em equilíbrio (1799-1830): Napoleão, Congresso de Viena e Restauração.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. A Europa em transformação (1830-1871): as revoluções liberais, nacionalistas e socialistas.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3. A Europa em competição (1871-1914): imperialismo, neo-colonialismo e belle époque.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4. As grandes metamorfoses do capitalismo nos séculos XIX e XX.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5. Classes e interesses sociais em conflito nos séculos XIX e XX: burguesia, proletariado e campesinato.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6. Arte e Cultura nos séculos XIX e XX: do eurocentrismo ao multiculturalismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7. As duas grandes guerras mundiais (1914-1945).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">8. As revoluções socialistas: Rússia e China.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">9. As décadas de 20 e 30: crises, conflitos e experiências totalitárias.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">10. Bipolarização do mundo e Guerra Fria.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">11. Descolonização e principais movimentos de libertação nacional na Ásia e África.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">12. A revolução cultural dos anos 60.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">13. A criação do Estado de Israel e os conflitos com o mundo árabe e o fundamentalismo islâmico.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">14. A queda do muro de Berlim, o fim do socialismo real e a desintegração da URSS.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">15. Conflitos étnico-religiosos no final do século XX.</div>
<p style="text-align: left;">Espero que tenha te ajudado! Deixe um comentário!</p>
<p style="text-align: left;">Até mais!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">(fonte <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>)</p>
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		<title>Resumo: Revolução Inglesa II</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
Aqui segue a continuação do nosso resumo sobre a Revolução Inglesa!

A Guerra Civil (1641-1649)
A guerra civil inglesa estendeu-se de 1641 a 1649, dividiu o país e foi um marco importante na Revolução Inglesa. De um lado havia os cavaleiros, o exército fiel ao rei e apoiado pelos senhores feudais. Do outro, os cabeças-redondas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Aqui segue a continuação do nosso resumo sobre a Revolução Inglesa!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>A Guerra Civil (1641-1649)</strong></p>
<p style="text-align: left;">A guerra civil inglesa estendeu-se de 1641 a 1649, dividiu o país e foi um marco importante na <strong>Revolução Inglesa</strong>. De um lado havia os cavaleiros, o exército fiel ao rei e apoiado pelos senhores feudais. Do outro, os <strong>cabeças-redondas</strong>, visto que não usavam perucas e estavam ligados a<strong> gentry</strong>, eram forças que apoiavam o parlamento. Em 1641, começava a guerra civil o rei teve o apoio dos aristocratas do oeste e do norte, juntamente com uma parte dos ricos burgueses, que estavam preocupados com as agitações sociais.</p>
<p style="text-align: left;">Em contra partida o exército do parlamento foi comandado por <strong>Oliver Cromwell</strong>, formado por camponeses, burgueses de Londres e a gentry. Os <strong>Cabeças Redondas</strong> derrotaram os <strong>Cavaleiros</strong> na Batalha de Naseby em 1645. <strong>Carlos I</strong> perdeu a guerra e fugiu para a Escócia, lá ele foi preso e vendido para o parlamento inglês, este mandou executar o rei. <span style="text-decoration: underline;">Ao tomar esta decisão a sociedade representada pelo parlamento rompia com a idéia da origem divina do rei e de sua incontestável autoridade</span>. Assim, a guerra civil fomentou novas idéias lançando as bases políticas do mundo contemporâneo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>A Revolução Puritana (1649-1658)</strong></p>
<p style="text-align: left;">O governo de <strong>Oliver Cromwell </strong>atendia os interesses burgueses. Quando começou a haver rebeliões na Escócia e na Irlanda, ele as reprimiu com brutalidade. Oliver procurou eliminar a reação monarquista. Fez uma “limpeza” no exército. Executou os líderes escavadores (estes eram trabalhadores rurais que queriam tomar terras do estado, nobreza e clero). Com tantas execuções os menos favorecidos ficaram a “mercê da sorte” e acabaram por entrar em movimentos religiosos radicais.</p>
<p style="text-align: left;">Uma medida para combater os holandeses e fortalecer o comércio foi os <strong>Atos de Navegação</strong>. Essa lei resumia-se no seguinte:<span style="text-decoration: underline;"> o comércio com a Inglaterra só poderia ser feito por navios ingleses ou dos países que faziam negócios com a Inglaterra.</span></p>
<p style="text-align: left;">Em 1653, Oliver autonomeou-se <strong>Lorde Protetor da República</strong>, seus poderes eram tão absolutos quanto de um rei. Mas ele recusou-se a usar uma coroa. Embora na prática agisse como um soberano. Com apoio dos militares e burgueses, impôs a <strong>ditadura puritana</strong>, governando com rigidez e intolerância, e com idéias puritanas. Ele morreu em 1658 e seu filho Richard Cromwell assumiu o poder. Mas este logo foi deposto em 1659.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/historia/wp-content/uploads/2012/01/a-revolucao-inglesa.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-596  aligncenter" title="a-revolucao-inglesa" src="http://www.desconversa.com.br/historia/wp-content/uploads/2012/01/a-revolucao-inglesa-300x255.jpg" alt="" width="300" height="255" /></a><span style="font-weight: bold; text-align: left;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: bold; text-align: left;">A Volta dos Stuart e a Revolução Gloriosa (1660 -1688)</span></p>
<p><strong>Carlos II</strong>, (1660 – 1685) da família Stuart, é proclamado rei da Inglaterra com poderes limitados. Por isso ele estreitou ligações com o rei francês Luis XIV, isto logo manchou sua reputação com o parlamento. Carlos II baixou novos <strong>Atos de Navegação</strong> favoráveis ao comércio inglês. Envolveu-se na guerra contra a Holanda. Em 1673, o parlamento aprovou a lei do teste: todo o funcionário público deveria professar o <strong>anticatolicismo</strong>. Com essas atitudes o parlamento ficou dividido em dois grupos: os <strong>whigs</strong>, que eram contra o rei e favoráveis às mudanças revolucionárias além de serem ligados a burguesia, e os<strong> tories </strong>que eram defensores feudais e ligados à antiga aristocracia feudal.</p>
<p><strong>Jaime II </strong>(1685 – 1688) com a morte de Carlos II, seu irmão Jaime II assume o governo. Este tomou medidas drásticas, quis restaurar o absolutismo, o catolicismo, também punia os revoltosos  com a negação do <strong>hábeas corpus</strong>, proteção a prisão sem motivo legal, o parlamento não tolerou esse comportamento e convocou Maria Stuart, filha de Jaime II e esposa de  Guilherme de Orange, para ser a rainha, com isso o rei foge para a França e Maria Stuart e seu esposo tornaram-se monarcas ingleses. Este assinou a <strong>Declaração dos Direitos</strong> (<span style="text-decoration: underline;">o rei não podia cancelar as leis parlamentares; o reino poderia ser entregue a quem o parlamento quisesse, após a morte do rei; inspetores controlariam as contas reais; e  o rei não deveria manter um exército em épocas de paz</span>), o qual concedia amplos poderes ao Parlamento. Esta foi à <strong>Revolução Gloriosa</strong>.</p>
<p>Gostou? Deixe seu comentário! Até a próxima!</p>
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		<title>Resumo: Revolução Inglesa I</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 01:11:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hey, meus guerreiros,
Como andam os estudos? Hoje, nós vamos falar sobre a Revolução Inglesa, resumo tirado do site Mundo Vestibular!
Vamos que vamos!

A Revolução Inglesa do século XVII representou a primeira manifestação de crise do sistema da época moderna, identificado com o absolutismo. O poder monárquico, severamente limitado, cedeu a maior parte de suas prerrogativas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Hey, meus guerreiros,</p>
<p style="text-align: left;">Como andam os estudos? Hoje, nós vamos falar sobre a <strong>Revolução Inglesa</strong>, resumo tirado do site <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>!</p>
<p style="text-align: left;">Vamos que vamos!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">A <strong>Revolução Inglesa </strong>do século XVII representou a <span style="text-decoration: underline;">primeira manifestação de crise do sistema da época moderna, identificado com o <strong>absolutismo</strong></span>. O poder monárquico, severamente limitado, cedeu a maior parte de suas prerrogativas ao Parlamento e instaurou-se o regime parlamentarista que permanece até hoje. O processo que começou com a <strong>Revolução Puritana de 1640</strong> e terminou com a <strong>Revolução Gloriosa de 1688</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">As duas fazem parte de um mesmo processo revolucionário, daí a denominação de <strong>Revolução Inglesa do século XVII </strong>e não Revoluções Inglesas. Esse movimento revolucionário criou as condições indispensáveis para a Revolução Industrial do século XVIII, abrindo espaço para o avanço do <strong>capitalismo</strong>. Deve ser considerada a primeira revolução burguesa da história da Europa no qual antecipou em 150 anos a <strong>Revolução Francesa</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.desconversa.com.br/historia/wp-content/uploads/2012/01/a_revolucao_inglesa_2.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-592" title="a_revolucao_inglesa_2" src="http://www.desconversa.com.br/historia/wp-content/uploads/2012/01/a_revolucao_inglesa_2-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a><strong>A Vida Social Antes da Revolução Inglesa</strong></p>
<p>Com a Dinastia Tudor, a Inglaterra teve muitas conquistas, que serviram de base para o desenvolvimento econômico do país. Os governos de Henrique VIII e de sua filha Elisabeth I trouxeram:</p>
<p>- A unificação do país;</p>
<p>- O afastamento do Papa;</p>
<p>- Confisco dos bens da Igreja Católica;</p>
<p>-  Criação do <strong>anglicanismo</strong>;</p>
<p>- Ingresso na disputa por colônias  com os espanhóis;</p>
<p>Foram com esses monarcas que também ocorreu à formação de monopólios comerciais, como a<strong> Companhia das Índias Orientais</strong> e dos<strong> Mercadores Aventureiros</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Isto serviu para impedir a livre concorrência</span>, embora essa ação tenha sufocado alguns setores da <strong>burguesia</strong>. Então, resultou na <span style="text-decoration: underline;">divisão da burguesia de um lado, os grandes comerciantes que gostaram da política de monopólio, e de outro a pequena burguesia que queria a livre concorrência.</span></p>
<p>Outro problema era a<span style="text-decoration: underline;"> detenção de privilégios nas mãos das corporações de ofício.</span> Uma outra situação problemática era na zona rural, <span style="text-decoration: underline;">com a alta dos produtos agrícolas as terras foram valorizadas</span>. Isso gerou os cercamentos, isto é, os grandes proprietários rurais queriam aumentar suas terras expropriando as terras coletivas, transformando-as em particulares. O resultado foi a expulsão de camponeses do campo e a criação de grandes propriedades para a criação de ovelhas e para a produção de lã, condições imprescindíveis para a <strong>Revolução Industrial</strong>.</p>
<p>Para não deixar o conflito entre camponeses e grandes proprietários aumentar o governo tentou impedir os cercamentos. Claro que com essa ação a nobreza rural,<strong> Gentry </strong>(<span style="text-decoration: underline;">a nobreza progressista rural</span>), e a <strong>burguesia mercantil</strong> foram fortes oponentes.</p>
<p><strong>Para Entender a Revolução Inglesa</strong></p>
<p><strong>Dinastia Stuart</strong></p>
<p>Esta dinastia iniciou-se após a morte da rainha Elisabeth I, em 1603 que ao morrer sem deixar herdeiros, promoveu o início da <strong>Dinastia Stuart</strong>.</p>
<p><strong>JAIME I</strong>, rei da Escócia (1603-1625). Dissolveu o parlamento várias vezes e quis implantar uma monarquia absolutista baseada no direito divino, perseguiu os católicos e seitas menores, sob o pretexto que os mesmos estavam organizando a <strong>Conspiração da Pólvora </strong>(eliminar o Rei), em 1605. Muitos  que ficaram descontentes começaram a ir para a América do Norte. Os atritos entre o Rei e  o Parlamento ficaram fortes e intensos, principalmente depois de 1610. Em 1625, houve a morte de Jaime I e seu filho Carlos I, assumiu o poder.</p>
<p><strong>CARLOS I</strong>, sucessor de Jaime I (1625- 1648). Tentou continuar uma política absolutista, e estabelecer novos impostos no qual foi impedido pelo parlamento. Em 1628, com tantas guerras, o rei viu-se obrigado a convocar o parlamento, este sujeitou o rei ao juramento da “<strong>Petição dos Direitos</strong>” (<strong>2º Carta Magna inglesa</strong>)<span style="text-decoration: underline;"> garantia a população contra os tributos e detenções ilegais.</span> O parlamento queria o controle da política financeira e do exército, além de regularizar a convocação do parlamento. A resposta real foi bem clara, a dissolução do parlamento que voltaria a ser convocado em 1640. O rei Carlos I governou sem parlamento, mas ele buscou o apoio da <strong>Câmara Estrelada</strong>, uma espécie de tribunal ligado ao <strong>Conselho Privado do Rei</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Também tentou impor a religião anglicana  aos calvinistas escoceses</span> (<strong>presbiterianos</strong>).  Isso gerou rebeliões por parte dos escoceses que invadiram o norte da Inglaterra. Com isso o rei  viu-se obrigado a reabrir o parlamento em abril de 1640 para obter ajuda da burguesia e da <strong>Gentry</strong>. Mas o parlamento tinha mais interesse no combate ao absolutismo. Por isso, foi fechado novamente. Em novembro do mesmo ano foi convocado de novo. Desta vez ficou como o longo parlamento, que se manteve até 1653.</p>
<p style="text-align: left;">No próximo post, continuamos! Deixe seu comentário!</p>
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		<title>Resumo: A Revolução de 1930 II</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus guerreiros!
Conforme o prometido, aqui vai a continuação do post passado sobre a Revolução de 1930! Vamos que vamos!

3. O movimento
Com a derrota eleitoral, os velhos políticos da Alian­ça Liberal &#8211; como Borges de Medeiros &#8211; pretenderam compor-se com os vitoriosos, como geralmente acontecia na República Velha. Mas existia na Aliança uma ala de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus guerreiros!</p>
<p style="text-align: left;">Conforme o prometido, aqui vai a continuação do <a href="http://www.desconversa.com.br/historia/resumo-a-revolucao-de-1930-i/" target="_blank">post passado</a> sobre a <strong>Revolução de 1930</strong>! Vamos que vamos!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">3. <strong>O movimento</strong></p>
<p style="text-align: left;">Com a derrota eleitoral, os velhos políticos da <strong>Alian­ça Liberal</strong> &#8211; como Borges de Medeiros &#8211; pretenderam compor-se com os vitoriosos, como geralmente acontecia na<strong> República Velha</strong>. Mas existia na Aliança uma ala de políticos jovens (Maurício Cardoso, Osvaldo Aranha, Lin­dolfo Collor, João Neves, Flores da Cunha, Virgílio de Melo Franco e Francisco Campos) que não se conforma­va com uma situação na qual sua ascensão política permanecia dependente. Portanto, optaram eles pela via ar­mada e, para isso, aproximaram-se dos tenentes, como Juarez Távora, Ricardo Hall e João Alberto.</p>
<p style="text-align: left;">A conspiração sofreu várias oscilações por causa da posição conciliatória dos <strong>velhos oligarcas</strong> da <strong>Aliança Li­beral</strong>, inclusive do próprio <strong>Getúlio Vargas</strong>, o que provo­cou seu esfriamento. Porém, foi alentada pela &#8220;degola&#8221; de deputados federais eleitos por Minas Gerais e Paraíba (maio de 1930), quebrando a <strong>Política dos Governadores</strong> e pelo assassinato de João Pessoa (julho de 1930) em Re­cife, por motivos ligados a problemas locais, mas explorado politicamente pelos conspiradores, e pela adesão do gaúcho Borges de Medeiros, em agosto do mesmo ano.</p>
<p style="text-align: left;">Os tenentes foram aproveitados por sua <strong>experiência revolucionária</strong>, mas a chefia militar coube ao tenente-co­ronel Góis Monteiro, elemento de confiança dos políticos gaúchos.</p>
<p style="text-align: left;">No dia 3 de outubro eclodiu a revolta no Rio Grande do Sul, e no dia seguinte, sob a chefia de Juarez Távora, no Nordeste. Dela participavam tropas das milícias estaduais e forças arregimentadas por &#8220;coronéis&#8221;. Das tropas do Exército, várias aderiram ao movimento, algumas mantiveram-se neutras, e poucas resistiram. Em vários Estados os governantes puseram-se em fuga.</p>
<p style="text-align: left;">Quando se esperava um choque de grandes proporções entre as tropas que vinham do Sul e as de São Paulo, o presidente <strong>Washington Luís</strong> foi deposto, no dia 24, por um grupo de altos oficiais das Forças Armadas, que tinham a intenção de exercer um papel moderador. Formou-se uma<strong> Junta Governativa Provisória,</strong> intitulada<strong> Junta Pacificadora</strong>, integrada pelos generais Mena Barreto e Tasso Fragoso, e pelo almirante Isaías Noronha.</p>
<p style="text-align: left;">Após algumas hesitações, a Junta passou o poder para Getúlio Vargas no dia 3 de novembro.</p>
<p style="text-align: left;">4. <strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: left;">Em 1930, a crise que se configurara ao longo da dé­cada atingiu sua culminância: <span style="text-decoration: underline;">as oligarquias regionais dissidentes optavam pela luta armada</span>, <span style="text-decoration: underline;">o descontentamen­to militar ganhava novo alento, as classes médias urbanas, insatisfeitas, constituíam um amplo setor de apoio</span>. Nesse momento, o<strong> setor cafeeiro </strong>era atingido pelos primeiros efeitos da <strong>Crise de 1929</strong> e se distanciava do Governo Federal. Daí a possibilidade de vitória de uma revolução.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Portanto, um fator externo &#8211; a <strong>Crise Mundial de 1929 </strong>- combinou-se com o agravamento de contradições inter­nas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">O <strong>setor cafeeiro </strong>continuou representando o papel fun­damental na economia do País, mas, com a derrota, per­deu a hegemonia política.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">A Revolução levou a uma nova composição de equi­líbrio entre setores da classe dominante</span>. Não houve uma ruptura no processo histórico, e sim apenas uma acomo­dação de interesses e uma atualização de instituições.</p>
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		<title>Resumo: A Revolução de 1930 I</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 03:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoal!
A equipe Desconversa selecionou um resumo super maneiro sobre a Revolução de 1930, retirado do site Mundo Vestibular.
Não perca tempo! Boa leitura!

1. Introdução
No fim da década de 1920, os setores que contesta­vam as instituições da República Velha não tinham possi­bilidade de êxito: os tenentes, após vários insucessos, estavam marginalizados ou no exí1io; as classes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, pessoal!</p>
<p style="text-align: left;">A equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> selecionou um resumo super maneiro sobre a <strong>Revolução de 1930</strong>, retirado do site <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Não perca tempo! Boa leitura!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">1. <strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: left;">No fim da década de 1920, os setores que contesta­vam as instituições da <strong>República Velha</strong> não tinham possi­bilidade de êxito: os <strong>tenentes</strong>, após vários insucessos, estavam marginalizados ou no exí1io; as classes médias urbanas não tinham autonomia para se organizar. Todavia, uma oportunidade abrir-se-ia para esses setores: <span style="text-decoration: underline;">uma nova divergência entre as <strong>oligarquias regionais </strong>e o golpe sofri­do pelo setor cafeeiro com a crise mundial de 1929.</span></p>
<p style="text-align: left;">2. <strong>Fatores da Revolução de 1930</strong></p>
<p style="text-align: left;">• A <strong>dissidência regional</strong>: a indicação de Júlio Prestes pelo presidente Washington Luís como candidato do go­verno à Presidência na eleição de 1930, ao que parece, pa­ra que sua política de estabilização financeira não fosse interrompida, não foi aceita por Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, presidente do Estado de Minas Gerais.<span style="text-decoration: underline;"> Rom­pia-se a<strong> Política do Café-com-Leite.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Antônio Carlos, a fim de enfrentar o governo federal, realizou uma aliança com o Rio Grande do Sul e a Pa­raíba. No Rio Grande do Sul, o <strong>Partido Republicano</strong> e o <strong>Partido Libertador </strong>tinham chegado a um relativo acordo, o que fortalecia o Estado no plano nacional. Ao Rio Gran­de do Sul foi oferecida a candidatura à Presidência, e à Paraíba, a candidatura à Vice-Presidência. Juntaram-se a eles o <strong>Partido Democrático de São Paulo </strong>e outras oposi­ções dos Estados, dando origem a uma coligação denomi­nada <strong>Aliança Liberal</strong> (1929). Dela faziam parte velhos políticos como Borges de Medeiros e Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, e os ex-presidentes Epitácio Pessoa, Artur Bernardes e Venceslau Brás. Foram lançadas as candidaturas de <strong>Getúlio Vargas</strong> para presidente e de <strong>João Pessoa</strong> para vice.</p>
<p style="text-align: left;">O programa da<strong> Aliança Liberal</strong> satisfazia as aspira­ções dos setores opostos ao cafeeiro, ao proclamar que todos os produtos nacionais deveriam ser incentivados, e não somente o café, cujas valorizações prejudicavam financeiramente o País. Outrossim, pretendendo sensibili­zar as classes médias urbanas, o programa defendia as<span style="text-decoration: underline;"> li­berdades individuais, o voto secreto, a participação do Po­der Judiciário no processo eleitoral, leis trabalhistas e anistia política.</span></p>
<p style="text-align: left;">Apesar da grande repercussão de sua campanha nos centros urbanos, os candidatos da <strong>Aliança Liberal </strong>foram derrotados, pois a grande maioria dos Estados alinhava-se com o presidente <strong>Washington Luís</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">• A <strong>crise de 1929</strong>: embora seja certo que a crise mun­dial repercutiu com mais intensidade no Brasil em 1931, é preciso considerar que seus efeitos iniciais já abalavam o <strong>setor cafeeiro</strong>. Esse fato foi percebido pelos adversários da oligarquia cafeicultora, que nele viram uma oportunidade de derrubá-la.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Por outro lado, o setor cafeeiro e o governo federal estavam distanciados por este ter recusado auxílio no iní­cio da crise</span>. Os grupos dominantes de São Paulo, embora tivessem marchado com a candidatura de Júlio Prestes, não estavam dispostos a uma luta armada.</p>
<p style="text-align: left;">No próximo post, falaremos mais sobre o movimento! Não perca!</p>
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		<title>Resumo: Colonização Espanhola da América II</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, guerreiros!
Aqui estamos nós conforme o prometido com a continuação do post passado sobre a colonização espanhola na América focado no massacre dos indígenas durante o século XVI. Boa leitura!

Com a chegada dos espanhóis, os indígenas transformaram seu modo de vida, haja vista que viviam em uma mesma rotina há milhares de anos, a qual se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, guerreiros!</p>
<p style="text-align: left;">Aqui estamos nós conforme o prometido com a continuação do post passado sobre a <strong>colonização espanhola na América</strong> focado no massacre dos indígenas durante o século XVI. Boa leitura!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Com a chegada dos espanhóis, os indígenas transformaram seu modo de vida, haja vista que viviam em uma mesma rotina há milhares de anos, a qual se transformou em algumas horas, como ensina Nathan Wachtel:</p>
<p style="text-align: left;">O trauma da conquista não se limitava ao impacto psicológico da chegada do homem branco da derrota dos antigos deuses. O governo espanhol, ao mesmo tempo em que fazia uso das instituições nativas, realizava sua desintegração, deixando apenas estruturas parciais que sobreviveram fora do contexto relativamente coerente que lhes havia dado sentido. <span style="text-decoration: underline;">As conseqüências destrutivas da conquista afetaram as sociedades nativas em todos os níveis: demográficos, econômico, social e ideológico.</span></p>
<p style="text-align: left;">Além da transformação da rotina, <span style="text-decoration: underline;">os indígenas passaram a ser perseguidos, ganharam novas doenças, às quais não tinham imunidade, foram torturados e muitos levados como escravos para o continente europeu</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Os espanhóis conquistaram a América de forma extremamente violenta. Em alguns Países, como o Peru, havia grande quantidade de ouro, como relatou Júlio Verne:</p>
<p style="text-align: left;">A região era povoada; mas o que seduziu sobretudo os espanhóis, e o que os fez acreditar que tinham chegado ao País maravilhoso de que tinham ouvido falar, era a <span style="text-decoration: underline;">abundância de ouro e prata</span>, metais que eram usados não só nas roupas e enfeites dos habitantes, mas também em vasos e utensílios comuns.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Por esta razão massacraram os indígenas, a fim de apoderarem-se de todo o seu ouro.</span> Eles eram submetidos a trabalhos forçados e algumas etnias foram dizimadas pelas guerras, pelas doenças e pelos massacres, como narram Flávio de Campos e Renan Garcia Miranda:</p>
<p style="text-align: left;">O descobrimento das ricas minas de ouro e prata no México e Peru impulsionou a conquista da América pelos espanhóis. Entre 1519 e 1540, praticamente todo território continental da América Central estava em mãos dos espanhóis. Em meados do século XVI havia cerca de 100 mil europeus na América espanhola. Uma associação desigual definiu a conquista espanhola. <span style="text-decoration: underline;">O estabelecimento do trabalho forçado, as doenças, as guerras e os massacres dizimaram a população indígena</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Os indígenas não eram escravizados, mas eram considerados <strong>encomiendas</strong>, ou seja,<span style="text-decoration: underline;"> passaram a ser “encomendados” aos conquistadores e colonizadores para serem catequizados</span>. <span style="text-decoration: underline;">Em troca dos ensinamentos religiosos eles deviam trabalhar constantemente e de forma não remunerada em suas próprias terras.</span></p>
<p style="text-align: left;">O Frei espanhol Bartolomé de Las Casas foi para a América a fim de ser um encomiendeiro, porém acabou se transformando em um dos maiores protetores dos indígenas, conforme ensina Eduardo Bueno:</p>
<p style="text-align: left;">Em 1511, de regresso à Ilha Espanhola, depois de uma estadia de quatro anos na Espanha, recebeu na localidade de índios, tornando-se assim encomiendero. Foi nessa condição que escutou o sermão de Antônio de Montesinos (cujos protestos, meses depois, foram calados por ordem do superior dominicano Alonso de Loyasa). Apesar de profundamente abatido pela prédica de Montesinos, Las Casas deu prosseguimento a sua vida de descobridor conquistador. Dois anos mais tarde, participou da conquista de Cuba, comandada por Diego Velásquez e Panfilo de Narvaéz. Durante os combates, Narvaéz mandou degolar sete mil índios nas proximidades de Caonao. Depois dessa conquista, Las Casas recebeu novas porções de terra e outro repartimiento de índios, em Jaguá, Cuba. Foi durante sua residência de um ano na ilha que tomou a decisão de abandonar suas posses, seus lotes de escravos e consagrar sua vida à defesa dos indígenas do Novo Mundo.</p>
<div style="text-align: left;">
<p>Portanto, passou a dedicar sua vida em prol dos indígenas. Começou a ser chamado de “Apóstolo dos Índios”, ou “defensor e protetor universal de todos os indígenas”, como se autodenominava. Escreveu diversas obras acerca dos massacres contra estes povos. Uma de suas principais obras foi “Brevíssima Relação da Destruição das Índias”, em que narra diversas mortandades, entre elas a que se segue:</p>
<p>Certa vez, os índios vinham ao nosso encontro para nos receber, à distância de dez léguas de uma grande vila, com víveres e viandas delicadas e toda espécie de outras demonstrações de carinho. E tendo chegado ao lugar, deram-nos grande quantidade de peixe, de pão e de outras viandas, assim como tudo quanto puderam dar. Mas eis incontinenti que o Diabo se apodera dos espanhóis e que passam a fio da espada, na minha presença e sem causa alguma, mais de três mil pessoas, homens, mulheres e crianças, que estavam sentadas diante de nós. Eu vi ali tão grande crueldades que nunca nenhum homem vivo poderá ter visto semelhantes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">No contexto dos massacres, muitas etnias indígenas da América espanhola foram destruídas, como os <strong>Incas</strong> no Peru e os <strong>Astecas</strong> no México</span>. Porém, Bartolomé de Las Casas foi um dos homens que evitou maiores barbáries na época colonial, vez que acreditava que todos, inclusive os indígenas, tinham de ter o direito à vida e à liberdade, como expõe Carlos Frederico Marés:</p>
<p>Bartolomé de Las Casas, a partir de um instrumento próprio, entendeu que cada povo, cada ser humano, tinha que ter sua chancela de viver como povo. Combateu a barbárie que foi a ocupação da América, o que fez com que ele se tornasse o fundador do Direito Internacional.(Informação Verbal)</p>
<p style="text-align: left;">Então, pessoal, por essa semana é só! Até a próxima!</p>
</div>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Resumo: Colonização Espanhola da América</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 01:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
Como foram de ano novo? 2012 está aí e a equipe Desconversa separou um resuminho muito cabeça sobre a colonização espanhola na américa. Foi retirado do site Mundo Vestibular. Não perca essa oportunidade e boa leitura!
O Frei espanhol Bartolomé de Las Casas acompanhou a conquista espanhola da América e descreveu os primeiros contatos: As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Como foram de ano novo? 2012 está aí e a equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> separou um resuminho muito cabeça sobre a <strong>colonização espanhola na américa</strong>. Foi retirado do site <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>. Não perca essa oportunidade e boa leitura!</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.desconversa.com.br/historia/wp-content/uploads/2012/01/a-colonizacao-espanhola1-jpg.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-580" title="a-colonizacao-espanhola1-jpg" src="http://www.desconversa.com.br/historia/wp-content/uploads/2012/01/a-colonizacao-espanhola1-jpg.jpg" alt="" width="285" height="212" /></a>O Frei espanhol Bartolomé de Las Casas acompanhou a conquista espanhola da América e descreveu os primeiros contatos: As Índias foram descobertas no ano de mil e quatrocentos e noventa e dois e povoadas pelos espanhóis no ano seguinte. A primeira terra em que entraram para habitá-la foi a grande e mui fértil Ilha Espanhola ; essa ilha tem seiscentas léguas de circuito. Há ao redor dela e nos seus confins, outras grandes e infinitas ilhas que vimos povoadas e cheias de seus habitantes naturais, o mais que o possa ser qualquer outro País no mundo. A terra firme, que está desta ilha à uma distância de 250 léguas, ou mais, tem de costa marítima mais de 10 mil léguas descobertas e outras se descobrem todos os dias, todas cheias de gente como um formigueiro de formigas. De tal modo que Deus parece ter colocado nesse País o abismo ou a maior quantidade de todo gênero humano.</p>
<p style="text-align: left;">O gênero humano que o Frei espanhol cita são os chamados <strong>indígenas</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Deram este nome aos habitantes do Novo Mundo por acreditarem que estavam em terras Indianas</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Carlos Frederico Marés de Souza Filho conta que os europeus sabiam da existência de pessoas naquela região, todavia acreditavam serem pessoas selvagens e indignas, como se segue:</p>
<p style="text-align: left;">As novas terras de América foram achadas, ou descobertas como se diz hoje, em momento de expansão européia e, provavelmente, já se sabia não só de sua existência, como de homens e mulheres vivendo. Os primeiros relatos não expressam surpresa com o encontro de gentes, mas com seus costumes, sua beleza e sua mansidão. Seguramente a idéia que se fazia na Europa era de homens e mulheres selvagens, violentos e desumanos, praticamente animais. Todos os primeiros relatos são pródigos de elogios à terra e às gentes e não se cansam de enaltecer a humanidade dos habitantes, inclusive sua beleza física, sua saúde e solidariedade.</p>
<p style="text-align: left;">Assim, os europeus estavam diante de um cenário oposto àquele que imaginaram, haja vista estarem diante de criaturas não selvagens e totalmente ligadas com a natureza e com os homens, como narrou Jean-Jacques Rousseau:</p>
<p style="text-align: left;">A terra, abandonada à sua fertilidade natural e coberta de florestas imensas que o machado jamais mutilou, oferece a cada passo celeiros e abrigos aos animais de toda espécie. Os homens, dispersos entre eles, observam, imitam sua indústria e se elevam, assim, até ao instinto das feras; com a vantagem de que cada espécie só tem o seu próprio, e o homem, não tendo talvez nenhum que lhe pertença, se apropria de todos, nutre-se ele igualmente da maior parte dos alimentos diversos partilhado entre os outros animais e encontra por conseguinte sua subsistência mais facilmente do que qualquer dos outros.</p>
<p style="text-align: left;">Todavia, apesar de ser um ambiente com uma diversidade biológica muito elevada, o ouro que os espanhóis tanto buscavam era encontrado em pouca quantidade. Assim, <span style="text-decoration: underline;">Cristóvão Colombo decidiu começar a levar os habitantes que viviam naquelas terras, os chamados de indígenas, para a Europa para serem comercializados como escravos</span>, consoante leciona Elliot:</p>
<p style="text-align: left;">Esse sonho logo se esfaleceu. A quantidade de ouro que devia provir do escambo com os índios revelou-se bastante desapontadora, e Colombo, ancioso por justificar os investimentos a seus soberanos, tentou complementar a insuficiência com outra mercadoria atraente, os próprios índios. Ao enviar índios caraíbas para a Espanha para serem vendidos como escravos, Colombo colocou de forma aguda uma questão que iria dominar a história da Espanha na América nos cinqüenta anos seguintes: o status a atribuir à população indígena.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Desta forma, iniciaram-se os massacres contra os indígenas, que se perduraram por centenas de anos</span>.</p>
<p style="text-align: left;">No próximo post, continuaremos abordando esse tema estando focados no <strong>massacre contra os indígenas</strong> durante o século XVI na América Espanhola.</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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