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	<title>Desconversa - Português</title>
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		<title>Resumo: Imperativo e Uniformidade de Tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meliande</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
Já conferiram a super promoção do DESCOMPLICA? Pacotes com 50% de desconto!!! Confira já, está acabando o prazo!
Hoje, vamos falar sobre o imperativo e a uniformidade de tratamento. Já domina esse assunto? Ainda não? Então, vambora que é danado para cair no vestibular!
Embora a palavra imperativo esteja ligada à ideia de &#8220;comando&#8220;, nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Já conferiram a super promoção do<a href="http://www.descomplica.com.br/" target="_blank"> DESCOMPLICA</a>? Pacotes com 50% de desconto!!! <a href="http://www.descomplica.com.br/promo-ferias?utm_source=Twitter&amp;utm_medium=Rafael&amp;utm_campaign=Promo%2BFerias%2BDesconversa" target="_blank">Confira já</a>, está acabando o prazo!</p>
<p style="text-align: left;">Hoje, vamos falar sobre o<strong> imperativo </strong>e a <strong>uniformidade de tratamento</strong>. Já domina esse assunto? Ainda não? Então, vambora que é danado para cair no <strong>vestibular</strong>!</p>
<p style="text-align: left;">Embora a palavra imperativo esteja ligada à ideia de &#8220;<strong>comando</strong>&#8220;, nem sempre usamos esse modo verbal para dar uma ordem. Quase sempre, nossa intenção, ao utilizar o imperativo, é estimular ou exortar alguém a cumprir a ação indicada pelo verbo. Mas também usamos o imperativo para <strong>proibir</strong>,<strong> rogar</strong> e<strong> convidar</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Os dois imperativos existentes em português, <strong>afirmativo</strong> e<strong> negativo</strong>, são utilizados somente em orações absolutas, em orações principais, ou em orações coordenadas, podendo exprimir:</p>
<p style="text-align: left;">a) <strong>ordem ou comando</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Cavem, cavem depressa!</p>
<p style="text-align: left;">(Luís Jardim)</p>
<p style="text-align: left;">b) <strong>exortação, conselho</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Não olhes para trás quando tomares</p>
<p style="text-align: left;">O caminho sonâmbulo que desce.</p>
<p style="text-align: left;">Caminha &#8211; e esquece.</p>
<p style="text-align: left;">(Guilherme de Almeida)</p>
<p style="text-align: left;">c)<strong> convite, solicitação</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Vinde ver! Vinde ouvir, homens de terra estranha!</p>
<p style="text-align: left;">(Olegário Mariano)</p>
<p style="text-align: left;">d) <strong>súplica:</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não me deixes só, meu filho!&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">(Luandino Vieira)</p>
<p style="text-align: left;">e) <strong>sugestão de uma hipótese</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Suprima a vírgula, e o sentido ficará mais claro.</p>
<p style="text-align: left;">f) <strong>ordem</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Saiam da chuva, meninos!</p>
<p style="text-align: left;">Observação: devemos levar em conta que as ideias expressas pelo imperativo dependem não só do significado do verbo, mas também do contexto em que a frase é falada (ou lida); e, também, da entoação que se dá às palavras. A depender do tom da voz, o que, aparentemente, é um comando, pode se transformar em súplica.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-align: left;"><strong>Uniformidade de tratamento</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Na língua portuguesa falada no Brasil &#8211; ou seja, na linguagem coloquial brasileira -, o pronome você praticamente derrotou o tu. Muitas vezes, no entanto, as duas formas de tratamento se misturam na frase, causando erro, o que se torna cada vez mais comum quando utilizamos o modo imperativo.</p>
<p style="text-align: left;">Vejamos, por exemplo, esta frase:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Faze para ti e seus filhos uma casa na parte mais alta da colina&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: left;">O pronome ti (forma que o pronome tu assume em alguns casos) corresponde, corretamente, ao verbo fazer, usado na 2ª pessoa do imperativo afirmativo (faz, faze tu). O mesmo não ocorre, entretanto, com o pronome seus (que corresponde à 3ª pessoa).</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Dessa forma, para que haja <strong>uniformidade de tratamento</strong>, <span style="text-decoration: underline;">devemos colocar toda a frase ou na 2ª pessoa, ou na 3ª</span>. Assim:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Faze para ti e teus filhos uma casa na parte mais alta da colina&#8221;. (2ª pessoa)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Faça para você e seus filhos uma casa na parte mais alta da colina&#8221;. (3ª pessoa)</em></p>
<p style="text-align: left;">Não esqueça: em vestibulares, provas e concursos, exige-se sempre o conhecimento da <strong>norma culta</strong> (formal, erudita) da língua &#8211; e não a norma informal, que usamos no dia a dia.</p>
<div style="text-align: left;">Então, pessoal, por hoje é só!</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">Até mais!</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">(fonte <a href="http://vestibular.uol.com.br/" target="_blank">Uol Vestibular</a>)</div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div style="text-align: left;"></div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Resumo: Figuras de Sintaxe</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meliande</dc:creator>
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		<category><![CDATA[enem 2012]]></category>
		<category><![CDATA[estudar para portugues]]></category>
		<category><![CDATA[estudar para vestibular]]></category>
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		<category><![CDATA[figura de sintaxe]]></category>
		<category><![CDATA[Figuras de linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, meus nobres!
Como foram de fim de semana? Estudando muito?
Para não perder o ritmo, separei um resumo sobre figuras de sintaxe. Você sabe o que é isso ?
Quando escrevemos, pensamos em diferentes maneiras de passar nossos pensamentos para o papel. Damos às diferentes formas de se construir frases o nome de figuras de sintaxe. Vejamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus nobres!</p>
<p style="text-align: left;">Como foram de fim de semana? Estudando muito?</p>
<p style="text-align: left;">Para não perder o ritmo, separei um resumo sobre figuras de sintaxe. Você sabe o que é isso ?</p>
<p style="text-align: left;">Quando escrevemos, pensamos em diferentes maneiras de passar nossos pensamentos para o papel. Damos às diferentes formas de se construir frases o nome de figuras de sintaxe. Vejamos algumas delas:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Pleonasmo</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> superabundância de palavras para enunciar uma ideia.</span></p>
<p style="text-align: left;">a) quando se procura reproduzir a fala popular:</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Entra pra dentro, Carlinhos.</em> &#8221; (José Lins do Rego)</p>
<p style="text-align: left;">b) emprego do adjetivo como epíteto de natureza:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;E a Noite sou eu própria! A Noite escura!!</em> (Florbela Espanca)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Objeto pleonástico</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">a) Para dar realce ao objeto direto, é costume colocá-lo no início da frase e, depois, repeti-lo com a forma pronominal o (a, os, as):</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Meu saco de ilusões, bem cheio tive-o</em>.&#8221; (Mário Quintana)</p>
<p style="text-align: left;">b) O pronome lhe também pode reiterar o objeto indireto:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Ao homem mesquinho basta-lhe um burrinho</em>.</p>
<p style="text-align: left;">c) Para ressaltar o objeto (direto ou indireto), usa-se fazer acompanhar um pronome átono da correspondente forma tônica regida da preposição a:</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>A mim não me enganas tu</em>.&#8221; (Miguel Torga)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Hipérbato</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> utilizando-se a intercalação de um membro frásico, separam-se palavras que pertencem ao mesmo sintagma.</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Que arcanjo teus sonhos veio</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Velar, maternos, um dia?</em> &#8221; (Fernando Pessoa)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Anástrofe</strong>: <span style="text-decoration: underline;">inversão que consiste na anteposição do determinante (preposição + substantivo) ao determinado.</span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>&#8220;Vingai a pátria ou valentes</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>Da pátria tombai no chão!</em>&#8221; (Fagundes Varela)</div>
<p style="text-align: left;">(Observação: gramáticos e teóricos de literatura têm diferentes definições para &#8220;<strong>hipérbato</strong>&#8221; e &#8220;<strong>anástrofe</strong>&#8220;, o que tem levado a se fazer uma classificação mais geral, unindo as duas figuras sob o termo de &#8220;<strong>inversão</strong>&#8220;.)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Elipse</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> omissão de termos ou expressões que ficam subentendidos na frase.</span></p>
<p style="text-align: left;">1) Elipse como processo gramatical:</p>
<p style="text-align: left;">a) Elipse do sujeito:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Maria foi até o quarto. Acendeu a luz, olhou a cama vazia</em>.</p>
<p style="text-align: left;">b) Elipse do verbo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Um hipócrita. Até quando sincero, um hipócrita.</em></p>
<p style="text-align: left;">c) Elipse de preposição:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>“Miguel foi atrás dela, mãos nos bolsos, falando calmo.”</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">(Luandino Vieira)</div>
<p style="text-align: left;">d) Elipse da preposição de antes da integrante que introduz as orações objetivas indiretas e as completivas nominais:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>“Uma vez certa que morria, ordenou o que prometera a si mesma.”</em> (Machado de Assis)</div>
<p style="text-align: left;">e) Elipse da conjunção integrante que:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>“Não cuideis seja a masmorra&#8230;</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>Não cuideis seja o degredo&#8230;”</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">(Cecília Meireles)</div>
<p style="text-align: left;">2) Elipse como processo estilístico (trata-se de um recurso condensador da expressão):</p>
<p style="text-align: left;">a) na descrição esquemática de ambientes, de estados de alma, de perfis:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">“<em>E o trabalho, as esperanças perdidas, a magreza, a fome de todo o ano. Sezões e tifos. Sonhos e raivas encobertos em xales e saias escuras, em fatos de bombazina de contrabando, gente de luto.</em>” (Fernando Namora)</div>
<p style="text-align: left;">b) em anotações rápidas:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>“Poucos feridos. Rara gente de luto. Nenhuma tristeza. Muitos espetáculos. Cafés do centro, cheios.</em>” (Mário de Sá-Carneiro)</div>
<p style="text-align: left;">c) na enunciação de pensamentos condensados, ditos sentenciosos ou irônicos:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>“– Meu dito, meu feito.</em>” (Machado de Assis)</div>
<p style="text-align: left;">d) nas enumerações:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“Jantares, danças, luminárias, músicas, tudo houve para celebrar tão fausto acontecimento</em>.” (Machado de Assis)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Zeugma</strong>: <span style="text-decoration: underline;">é uma forma de elipse. O termo utilizado em um enunciado participa de outro, mas sem estar expresso.</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8221; A igreja era grande e pobre. Os altares, humildes.</em>&#8221; [Entenda-se: Os altares eram humildes.] (Carlos Drummond de Andrade)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Prolepse </strong>(ou antecipação) :<span style="text-decoration: underline;"> deslocação de um termo de uma oração para outra que a preceda</span>:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8221; &#8211; O próprio ministro dizem que não gostou do ato.&#8221; </em>(Machado de Assis)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Sínquise</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> inversão violenta das palavras de uma frase:</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Da fonte dos meus olhos nunca enxuta</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>A corrente fatal, fico indeciso,</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Ao ver quanto em meu dano se executa.</em>&#8221; (Cláudio Manuel da Costa)</p>
<p style="text-align: left;">Em ordem direta, teríamos: <em>&#8220;Ao ver quanto se executa em meu dano, fico indeciso [perante] a corrente fatal da fonte dos meus olhos [que] nunca [está] enxuta&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Assíndeto</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> vigoroso processo de encadeamento do enunciado, que exige do leitor uma atenção maior no exame de cada fato.</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;A barca vinha perto, chegou, atracou, entramos. &#8220;</em> (Machado de Assis)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Polissíndeto</strong>: <span style="text-decoration: underline;">é o contrário do assíndeto, ou seja, emprego reiterado de conjunções coordenativas, especialmente das aditivas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;O quinhão que me coube é humilde, pior do que isto: nulo. Nem glória, nem amores, nem santidade, nem heroísmo</em>. &#8220;(Otto Lara Resende)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Anacoluto</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> mudança de construção sintática no meio do enunciado, geralmente depois de uma pausa sensível.</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Umas carabinas que guardava atrás do guarda-roupa, a gente brincava com elas, de tão imprestáveis</em>. &#8220;(José Lins do Rego)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Silepse</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com o seu sentido, com a ideia que elas expressam.</span></p>
<p style="text-align: left;">a) <strong>Silepse de número</strong>:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Deu-me notícias da gente Aguiar; estão bons</em>. &#8221; (Machado de Assis)</p>
<p style="text-align: left;">b) <strong>Silepse de gênero</strong>:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8221; &#8211; V. Ex.ª parece magoado&#8230;&#8221;</em> (Carlos Drummond de Andrade)</p>
<p style="text-align: left;">c) <strong>Silepse de pessoa</strong>:</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;Sós os quatro velhos &#8211; o desembargador com os três &#8211; fazíamos planos futuros.</em> &#8221; (Machado de Assis)</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;No fundo a gente se consolava, pensávamos em nós mesmos. &#8221; </em>(Autran Dourado)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Anáfora</strong>:<span style="text-decoration: underline;"> repetição de palavras ou expressões no início de versos ou frases.</span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>&#8220;Como no tanque de um palácio mago</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>Dois alvos cisnes na bacia lisa,</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>Como nas águas que o barqueiro frisa,</em></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><em>Dois nenuferes sobre o azul do lago [...]</em>&#8220;</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">Então, meus caros, por hoje é só! Curtiram? Deixem um comentário, é sempre bom saber a sua opinião!</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">Até a próxima!</div>
<p style="text-align: left;">
<p>(fonte:<a href="http://vestibular.uol.com.br/" target="_blank"> uol vestibular</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Guia de Estudo: Português</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meliande</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meu povo!
Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com 50% de DESCONTO!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.
Continuando o post &#8230; Reservei para hoje um plano de estudos para o vestibular desse ano. Português é a nossa língua, logo, nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meu povo!</p>
<p style="text-align: left;">Antes de tudo, gostaria de informá-los que o Descomplica está com<a href="http://www.descomplica.com.br/assinatura/descomplica-especial-de-ferias/?utm_source=Landing%2BPromo%2BF%C3%A9rias%2B50%25&amp;utm_medium=banner%2Bhome&amp;utm_campaign=Promo%2BF%C3%A9rias%2B50%25&amp;utm_source=Desconversa&amp;utm_medium=Rafael&amp;utm_campaign=Promo%C3%A7%C3%A3o%2B50%25" target="_blank"> 50% de DESCONTO</a>!! Gente, não vamos marcar bobeira, estudar nunca é demais! Não há maneira mais fácil de estudar, sério.</p>
<p style="text-align: left;">Continuando o post &#8230; Reservei para hoje um plano de estudos para o vestibular desse ano. Português é a nossa língua, logo, nossa obrigação conhecê-la!</p>
<p style="text-align: left;">Vamos que vamos!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">A prova de <strong>Português </strong>visa avaliar a capacidade de ler, compreender e interpretar criticamente textos de toda natureza (literários e não-literários), bem como a capacidade de  mobilizar conhecimentos lingüísticos na produção de textos que atendam aos requisitos de adequação, correção, coesão e coerência.</p>
<p style="text-align: left;">Para isso, o candidato deve dominar o conteúdo dos itens adiante. Insista-se em que a verificação desse conhecimento se fará sempre por meio de sua aplicação a textos de qualquer extensão e natureza. Fica implícita a necessidade de uma nomenclatura a que o candidato já se terá habituado no decorrer de sua formação, no ensino fundamental e médio, mas cujo conhecimento não será tido como um fim em si.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Língua Portuguesa</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1. Distinção entre variedades do português.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2. Norma ortográfica.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Morfossintaxe das classes de palavras:</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1 flexão nominal;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2 flexão verbal: expressão de tempo, modo, aspectos e voz; correlação de tempos e modos;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3 formação de palavras;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">4 concordância nominal e verbal;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">5 regência nominal e verbal;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6 pronomes;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7 advérbios;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">8 conectivos: função sintática e valores lógico- semânticos;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">9 processos de coordenação e subordinação;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">10 reorganização de orações e períodos; paragrafação;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">11 citação de discursos: direto, indireto e indireto livre.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Organização do texto</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1 dissertação: fato e demonstração / argumento</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">e inferência / relações lógicas;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2 narração: seqüenciação de eventos /</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">temporalidade;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3 descrição: simultaneidade / espacialidade na</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">ordenação dos elementos descritores.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Elementos de composição</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1 recursos expressivos; estratégias de articulação do texto;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2 poema: sonoridade, ritmo, verso, imagens.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">6. Relação do texto com outros textos (intertextualidade); diversidade de tratamento de um tema.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">7. Relação do texto com a obra em que se insere ou com o conjunto da obra de um autor.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">8. Relação do texto com seu contexto histórico e cultural.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Para formação do estudante, no que se refere a textos literários, pressupõe-se um certo repertório</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">de leituras que inclua, entre outras, as abaixo discriminadas.</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Literatura Portuguesa</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">a) <strong>Trovadorismo</strong>: (Cantigas de amigo e Cantigas de amor)</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">b) <strong>Humanismo</strong>: Gil Vicente (Farsa de Inês Pereira, Auto da barca do inferno e Auto da Índia).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">c) <strong>Classicismo</strong>: Camões (Poesia lírica: sonetos; poesia épica: episódios do Concílio dos deuses (I, 20-41), de Inês de Castro (III, 118-135), do Velho do Restelo (IV, 90-104) e do Gigante Adamastor (V, 37-60), de Os Lusíadas.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">d) <strong>Barroco</strong>: Padre Antônio Vieira (Sermão da sexagésima, Sermão da quarta-feira de cinzas, Sermão de Santo Antonio aos peixes e Sermão do mandato).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">e) <strong>Arcadismo</strong>: Bocage (Sonetos).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">f) <strong>Romantismo</strong>: Almeida Garrett (Viagens na minha terra e Frei Luís de Sousa), Alexandre Herculano (Lendas e narrativas, Eurico, o presbítero), Camilo Castelo Branco (Amor de perdição, A queda d’um anjo), Júlio Dinis (A morgadinha dos canaviais).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">g) <strong>Realismo</strong>: Eça de Queirós (A cidade e as serras, O mandarim, O primo Basílio, A ilustre casa de Ramires, Os Maias, Contos).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">h) <strong>Simbolismo</strong>: Camilo Pessanha (Clepsidra).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">i) <strong>Orpheu</strong>: Mário de Sá Carneiro (poesia: Dispersão e Indícios de Oiro; Contos: A estranha morte do Prof. Antena, Mistério, Asas, O homem dos sonhos, O fixador de instantes), Fernando Pessoa (Poesia ortônima e heterônima).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">j) <strong>Modernismo</strong>: Miguel Torga (Os contos da montanha), Vergílio Ferreira (Aparição), Carlos de Oliveira (Uma abelha na chuva &#8211; última versão), José Cardoso Pires (Conto: Jogos de azar), José Saramago (Memorial do convento, História do cerco de Lisboa), Almeida Faria (O conquistador), Agustina Bessa-Luís (A Sibila, A corte do norte, A brusca).</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Literatura Brasileira</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">a)<strong> Barroco</strong>: Gregório de Matos (Poesia satírica e poesia lírico-amorosa).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">b)<strong> Arcadismo</strong>: Cláudio Manuel da Costa (Sonetos), Tomás Antônio Gonzaga (Marília de Dirceu).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">c) <strong>Romantismo</strong>: Gonçalves Dias (Poesias), Álvares de Azevedo (Noite na taverna, Lira dos vinte anos), Castro Alves (Espumas flutuantes, Os escravos), José de Alencar (Iracema, O guarani, Senhora, Lucíola, O tronco do ipê),</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Manuel Antônio de Almeida (Memórias de um sargento de milícias), Martins Pena (teatro: Juiz de Paz na roça, O noviço).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">d)<strong> Realismo</strong> – Naturalismo: Machado de Assis (Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó, Papéis avulsos, Histórias sem data, Várias histórias), Aluísio Azevedo (O mulato, O cortiço), Raul Pompéia (O Ateneu).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">e) <strong>Parnasianismo</strong> – Simbolismo: Olavo Bilac (Poesias), Raimundo Correia (Sinfonias, Versos e versões), Cruz e Souza (Broquéis, Últimos sonetos).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">f) <strong>Pré-modernismo </strong>e <strong>Modernismo</strong>: Lima Barreto (Recordações do escrivão Isaías Caminha, Triste fim de Policarpo Quaresma), Mário de Andrade (Paulicéia desvairada, Lira paulistana, Amar, verbo intransitivo, Macunaíma, Contos novos), Oswald de Andrade (Poesias reunidas, Memórias sentimentais de João Miramar), Alcântara Machado (Brás, Bexiga e Barra Funda), Monteiro Lobato (Urupês), Manuel Bandeira  (Estrela da vida inteira).</div>
<p style="text-align: left;"><strong>Tendências contemporâneas</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">1- Prosa: José Lins do Rego (Menino de engenho, Fogo morto), Graciliano Ramos (São Bernardo, Vidas secas), João Guimarães Rosa (Sagarana, Primeiras estórias, Manuelzão e Miguilim), Jorge Amado (Capitães de areia, Os velhos marinheiros), Clarice Lispector (Perto do coração selvagem, Laços de família, A legião estrangeira, A hora da estrela), Érico Veríssimo (O tempo e o vento), Cyro dos Anjos (O amanuense Belmiro), Pedro Nava (Balão cativo), Rubem Braga (Crônicas &#8211; Contos), Carlos Drummond de Andrade (Crônicas e contos: A bolsa e a vida, Contos de aprendiz, Cadeira de balanço), João Ubaldo Ribeiro (Sargento Getúlio), Rubem Fonseca (Feliz ano novo, A coleira do cão), Dalton Trevisan (Cemitério de elefantes).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">2- Poesia: Cecília Meireles (Romanceiro da Inconfidência), Carlos Drummond de Andrade (Alguma poesia, A rosa do povo, Claro enigma, Lição de coisas), João Cabral de Melo Neto (Morte e vida severina, A educação pela pedra), Jorge de Lima (Poemas negros), Murilo Mendes (Contemplação de Ouro Preto), Ferreira Gullar (Toda poesia), José Paulo Paes (Um por todos).</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">3- Teatro: Nélson Rodrigues (Vestido de noiva, A falecida), Jorge Andrade (Vereda da salvação, A moratória).</div>
<p style="text-align: left;">Espero ter auxiliado em seus estudos! Deixem um comentário! Até mais <img src='http://www.desconversa.com.br/portugues/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">( fonte <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>)</p>
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		<title>Você sabe? A diferença entre analisar, compreender e interpretar</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 22:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus queridos,
Como estamos com esses estudos, hein? Hoje, um belo dia de verão e cá estamos nós, suando, derretendo em frente ao pc estudando, ao invés de curtirmos AQUELA praia maravilhosa&#8230; É chato, mas só digo uma coisa: faz parte do processo. Então, vamos parar de mimimi e agilizar logo esses estudos. Escolhi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus queridos,</p>
<p style="text-align: left;">Como estamos com esses estudos, hein? Hoje, um belo dia de verão e cá estamos nós, suando, derretendo em frente ao pc estudando, ao invés de curtirmos AQUELA praia maravilhosa&#8230; É chato, mas só digo uma coisa: faz parte do processo. Então, vamos parar de mimimi e agilizar logo esses estudos. Escolhi um tema importante para ser visto, principalmente antes de qualquer prova de<strong> português</strong>: o entendimento do comando da questão. Dentre os termos que mais geram confusão temos &#8220;<strong>analisar</strong>&#8220;, &#8220;<strong>compreender</strong>&#8221; e &#8220;<strong>interpretar</strong>&#8220;. Então, vamos matar essa dúvida de vez e seguir em frente!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">1. O que se pretende com a <strong>análise textual</strong>?</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Identificar o<strong> gênero</strong>; a<strong> tipologia</strong>; as<strong> figuras de linguagem</strong>;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Verificar o significado das palavras;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Contextualizar a obra no espaço e tempo;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Esclarecer fatos históricos pertinentes ao texto;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Conhecer dados biográficos do autor;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Relacionar o título ao texto;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Levantar o problema abordado;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Apreender a idéia central e as secundárias do texto;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Buscar a intenção do texto;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Verificar a coesão e coerência textual;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Reconhecer se há intertextualidade.</div>
<p style="text-align: left;">2. Qual o objetivo da análise?</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Levantar elementos para a compreensão e, posteriormente, fazer julgamento crítico.</div>
<p style="text-align: left;">3. Para compreender bem é necessário que o leitor:</p>
<p style="text-align: left;">- Conheça os recursos lingüísticos.Por exemplo, a regência verbal não compreendida pelo leitor pode levá-lo ao erro. Veja: Assisti o doente é diferente de assisti ao doente. No primeiro caso, a pessoa ajuda ao doente; no segundo, ela vê o doente.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Perceba as referências geográficas, mitológicas, lendárias, econômicas, religiosas, políticas e históricas para que faça as possíveis associações.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Esclareça as suas dúvidas de léxico.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Esteja familiarizado com as circunstâncias históricas em que o texto foi escrito. Por exemplo, para entender que, no poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, o advérbio aqui e lá é, respectivamente, Portugal e Brasil, você tem que saber onde o poeta escreveu seu poema naquela época.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Observe se há no texto intertextualidade por meio da paráfrase, paródia ou citação.</div>
<p style="text-align: left;">4. Afinal o que é<strong> interpretar</strong>?</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">-<span style="text-decoration: underline;"> Interpretar é concluir, deduzir a partir dos dados coletados</span>.</div>
<p style="text-align: left;">5. Existe interpretação crítica?</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">- Sim, a<strong> interpretação crítica </strong>consiste em concluir os dados e, em seguida, julgar, opinar a respeito das conclusões.</div>
<p style="text-align: left;">Então, por hoje é só!</p>
<p style="text-align: left;">Té mais!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">(fonte <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>)</p>
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		<title>Saiba quando usar Ç, S, SS, Z e X</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<category><![CDATA[lingua portuguesa ortografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Faaaaala, amigos do Desconversa!
Tudo certinho? Sabe quando bate aquela dúvida: escreve-se tal palavra com S ou SS? S ou Ç? X ou Z? Ó CÉUS!
Sem desespero! Hoje, vamos ver algumas dicas que ajudarão e muito na hora de escrever aquela redação sem erros ortográficos, digna de 10 no vestiba! Então, vambora que tempo é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Faaaaala, amigos do <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a>!</p>
<p style="text-align: left;">Tudo certinho? Sabe quando bate aquela dúvida: escreve-se tal palavra com S ou SS? S ou Ç? X ou Z? Ó CÉUS!</p>
<p style="text-align: left;">Sem desespero! Hoje, vamos ver algumas dicas que ajudarão e muito na hora de escrever aquela redação sem erros ortográficos, digna de 10 no vestiba! Então, vambora que tempo é o que nos falta!</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><strong>Grupo 01</strong></div>
<p style="text-align: left;">a) Usa-se <strong>ç</strong> em palavras derivadas de vocábulos terminados em <strong>TO</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">intento = intenção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">canto = canção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">exceto = exceção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">junto = junção</div>
<p style="text-align: left;">b) Usa-se<strong> ç</strong> em palavras terminadas em <strong>TENÇÃO </strong>referentes a verbos derivados de <strong>TER</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">deter = detenção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">reter = retenção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">conter = contenção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">manter = manutenção</div>
<p style="text-align: left;">c) Usa-se <strong>ç</strong> em palavras derivadas de vocábulos terminados em <strong>TOR</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">infrator = infração</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">trator = tração</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">redator = redação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">setor = seção</div>
<p style="text-align: left;">d) Usa-se <strong>ç </strong>em palavras derivadas de vocábulos terminados em <strong>TIVO</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">introspectivo = introspecção</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">relativo = relação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">ativo = ação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">intuitivo – intuição</div>
<p style="text-align: left;">e) Usa-se <strong>ç</strong> em palavras derivadas de verbos dos quais se retira a desinência<strong> R</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">reeducar = reeducação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">importar = importação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">repartir = repartição</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">fundir = fundição</div>
<p style="text-align: left;">f) Usa-se<strong> ç</strong> após ditongo quando houver som de <strong>s</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">eleição</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">traição</div>
<p style="text-align: left;">Grupo 02</p>
<p style="text-align: left;">a) Usa-se <strong>s</strong> em palavras derivadas de verbos terminados em <strong>NDER</strong> ou <strong>NDIR</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">pretender = pretensão, pretensa, pretensioso</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">defender = defesa, defensivo</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">compreender = compreensão, compreensivo</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">repreender = repreensão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">expandir = expansão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">fundir = fusão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">confundir = confusão</div>
<p style="text-align: left;">b) Usa-se <strong>s </strong>em palavras derivadas de verbos terminados em <strong>ERTER</strong> ou <strong>ERTIR</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">inverter = inversão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">converter = conversão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">perverter = perversão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">divertir = diversão c) Usa-se s após ditongo quando houver som de z:</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Creusa</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">coisa</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">maisena</div>
<p style="text-align: left;">d) Usa-se<strong> s </strong>em palavras terminadas em <strong>ISA</strong>, <strong>substantivos femininos</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Luísa</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Heloísa</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Poetisa</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Profetisa</div>
<p style="text-align: left;">Obs: <strong>Juíza</strong> escreve-se com <strong>z</strong>, por ser o feminino de juiz, que também se escreve com z.</p>
<p style="text-align: left;">e) Usa-se <strong>s</strong> em palavras derivadas de verbos terminados em <strong>CORRER </strong>ou <strong>PELIR</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">concorrer = concurso</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">discorrer = discurso</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">expelir = expulso, expulsão</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">compelir = compulsório</div>
<p style="text-align: left;">f) Usa-se <strong>s</strong> na conjugação dos verbos <strong>PÔR</strong>, <strong>QUERER</strong>, <strong>USAR</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">ele pôs</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">ele quis</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">ele usou</div>
<p style="text-align: left;">g) Usa-se<strong> s</strong> em palavras terminadas em <strong>ASE</strong>, <strong>ESE</strong>,<strong> ISE</strong>, <strong>OSE</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">frase</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">tese</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">crise</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">osmose</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Exceções: deslize e gaze.</div>
<p style="text-align: left;">h) Usa-se<strong> s</strong> em palavras terminadas em <strong>OSO</strong>,<strong> OSA</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">horrorosa</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">gostoso</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Exceção: gozo</div>
<p style="text-align: left;">Grupo 03</p>
<p style="text-align: left;">a) Usa-se o sufixo indicador de diminutivo <strong>INHO</strong> com <strong>s </strong>quando esta letra fizer parte do radical da palavra de origem; com <strong>z</strong> quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em <strong>s</strong>:</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Teresa = Teresinha</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Casa = casinha</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Mulher = mulherzinha</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;">Pão = pãozinho</div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">b) Os verbos terminados em <strong>ISAR</strong> serão escritos com <strong>s</strong> quando esta letra fizer parte do radical da palavra de origem; os terminados em<strong> IZAR</strong> serão escritos com <strong>z</strong> quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em <strong>s</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">improviso = improvisar</p>
<p style="text-align: left;">análise = analisar</p>
<p style="text-align: left;">pesquisa = pesquisar</p>
<p style="text-align: left;">terror = aterrorizar</p>
<p style="text-align: left;">útil = utilizar</p>
<p style="text-align: left;">economia = economizar</p>
<p style="text-align: left;">c) As palavras terminadas em <strong>ÊS</strong> e <strong>ESA</strong> serão escritas com s quando indicarem nacionalidade, títulos ou nomes próprios; as terminadas em <strong>EZ</strong> e <strong>EZA</strong> serão escritas com<strong> z </strong>quando forem substantivos abstratos provindos de adjetivos, ou seja, quando indicarem qualidade:</p>
<p style="text-align: left;">Teresa</p>
<p style="text-align: left;">Camponês</p>
<p style="text-align: left;">Inglês</p>
<p style="text-align: left;">Embriaguez</p>
<p style="text-align: left;">Limpeza</p>
<p style="text-align: left;">Grupo 04</p>
<p style="text-align: left;">a) Os verbos terminados em <strong>CEDER</strong> terão palavras derivadas escritas com <strong>CESS</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">exceder = excesso, excessivo</p>
<p style="text-align: left;">conceder = concessão</p>
<p style="text-align: left;">proceder = processo</p>
<p style="text-align: left;">b) Os verbos terminados em <strong>PRIMIR</strong> terão palavras derivadas escritas com <strong>PRESS</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">imprimir = impressão</p>
<p style="text-align: left;">deprimir = depressão</p>
<p style="text-align: left;">comprimir = compressa</p>
<p style="text-align: left;">c) Os verbos terminados em <strong>GREDIR </strong>terão palavras derivadas escritas com<strong> GRESS</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">progredir = progresso</p>
<p style="text-align: left;">agredir = agressor, agressão, agressivo</p>
<p style="text-align: left;">transgredir = transgressão, transgressor</p>
<p style="text-align: left;">d) Os verbos terminados em <strong>METER</strong> terão palavras derivadas escritas com <strong>MISS</strong> ou <strong>MESS</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">comprometer = compromisso</p>
<p style="text-align: left;">prometer = promessa</p>
<p style="text-align: left;">intrometer = intromissão</p>
<p style="text-align: left;">remeter = remessa</p>
<p style="text-align: left;">Grupo 05</p>
<p style="text-align: left;">a) Escreve-se com<strong> j </strong>a conjugação dos verbos terminados em <strong>JAR</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Viajar = espero que eles viajem</p>
<p style="text-align: left;">Encorajar = para que eles se encorajem</p>
<p style="text-align: left;">Enferrujar = que não se enferrujem as portas</p>
<p style="text-align: left;">b) Escrevem-se com <strong>j</strong> as palavras derivadas de vocábulos terminados em <strong>JA</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">loja = lojista</p>
<p style="text-align: left;">canja = canjica</p>
<p style="text-align: left;">sarja = sarjeta</p>
<p style="text-align: left;">gorja = gorjeta</p>
<p style="text-align: left;">c) Escrevem com<strong> j</strong> as palavras de origem<strong> tupi-guarani</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Jiló</p>
<p style="text-align: left;">Jibóia</p>
<p style="text-align: left;">Jirau</p>
<p style="text-align: left;">Grupo 06</p>
<p style="text-align: left;">a) Escrevem-se com<strong> g</strong> as palavras terminadas em <strong>ÁGIO</strong>, <strong>ÉGIO</strong>, <strong>ÍGIO</strong>, <strong>ÓGIO</strong>, <strong>ÚGIO</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">pedágio</p>
<p style="text-align: left;">sacrilégio</p>
<p style="text-align: left;">prestígio</p>
<p style="text-align: left;">relógio</p>
<p style="text-align: left;">refúgio</p>
<p style="text-align: left;">b) Escrevem-se com<strong> g</strong> os substantivos terminados em <strong>GEM</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">a viagem</p>
<p style="text-align: left;">a coragem</p>
<p style="text-align: left;">a ferrugem</p>
<p style="text-align: left;">Exceções: <strong>pajem</strong>, <strong>lambujemc)</strong> Palavras iniciadas por<strong> ME</strong> serão escritas com <strong>x</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Mexerica</p>
<p style="text-align: left;">México</p>
<p style="text-align: left;">Mexilhão</p>
<p style="text-align: left;">Mexer</p>
<p style="text-align: left;">Exceção: <strong>mecha</strong> de cabelos) As palavras iniciadas por <strong>EN</strong> serão escritas com <strong>x</strong>, a não ser que provenham de vocábulos iniciados por<strong> ch</strong>:</p>
<p style="text-align: left;">Enxada</p>
<p style="text-align: left;">Enxerto</p>
<p style="text-align: left;">Enxurrada</p>
<p style="text-align: left;">Encher – provém de cheio</p>
<p style="text-align: left;">Enchumaçar – provém de chumaçoe) Usa-s x após ditongo:</p>
<p style="text-align: left;">ameixa</p>
<p style="text-align: left;">caixa</p>
<p style="text-align: left;">peixe</p>
<p style="text-align: left;">Exceções: recauchutar, guache</p>
<p style="text-align: left;">Por essa semaninha é só! Bom feriado, descanse, mas ó, não deixe de dar aquela bizoiada em português não <img src='http://www.desconversa.com.br/portugues/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">(fonte: <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>)</p>
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		<title>Vídeo Aula: Tipos de Sujeito</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 11:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meliande</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E aí, meus desesperados favoritos!
Como estão? Um assunto de fundamental relevância no vestibular (principalmente no Enem) é o sujeito da oração.  Pensando nisso, separei uma vídeo aula do Descomplica que resume e explica os principais tipos de sujeito! Vamos começar?
Boa aula!

Assista à aula
Deixe seu comentário! É sempre bom ouvir a sua opinião!
Até mais!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">E aí, meus desesperados favoritos!</p>
<p style="text-align: left;">Como estão? Um assunto de fundamental relevância no vestibular (principalmente no Enem) é o <strong>sujeito da oração</strong>.  Pensando nisso, separei uma vídeo aula do<a href="http://www.descomplica.com.br/" target="_blank"> Descomplica</a> que resume e explica os principais tipos de sujeito! Vamos começar?</p>
<p style="text-align: left;">Boa aula!</p>
<p><a href="http://www.descomplica.com.br/portugues/resumo-para-o-enem-sintaxe?m=157" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-468" title="aula portugues sujeito" src="http://www.desconversa.com.br/portugues/wp-content/uploads/2012/01/aula-portugues-sujeito.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.descomplica.com.br/portugues/resumo-para-o-enem-sintaxe?m=157" target="_blank">Assista à aula</a></p>
<p style="text-align: left;">Deixe seu comentário! É sempre bom ouvir a sua opinião!</p>
<p style="text-align: left;">Até mais!</p>
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		<title>Resumo: Funções da palavra QUE II</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meliande</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meus amigos!
Conforme o prometido, aqui vai a continuação do post anterior, falando sobre as funções da palavra QUE. Boa leitura!

- A conjunção QUE
O QUE pode ser conjunção coordenativa ou subordinativa.
- Conjunção coordenativa
Como conjunção coordenativa, a palavra QUE liga orações coordenadas, ou seja, orações sintaticamente equivalentes.
- Aditiva
Liga orações independentes, estabelecendo uma seqüência de fatos. Neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meus amigos!</p>
<p style="text-align: left;">Conforme o prometido, aqui vai a continuação do <a href="http://www.desconversa.com.br/portugues/resumo-funcoes-da-palavra-que/" target="_blank">post anterior</a>, falando sobre as <strong>funções da palavra QUE</strong>. Boa leitura!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">- <strong>A conjunção QUE</strong></p>
<p style="text-align: left;">O<strong> QUE</strong> pode ser <strong>conjunção coordenativa</strong> ou <strong>subordinativa</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Conjunção coordenativa</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Como conjunção coordenativa, a palavra QUE liga <strong>orações coordenadas</strong>, ou seja, orações sintaticamente equivalentes.</span></p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Aditiva</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Liga orações independentes</span>, estabelecendo uma seqüência de fatos. Neste caso, o<strong> QUE</strong> não tem valor bastante próximo de conjunção <em>e</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Anda que anda e nunca chega a lugar algum.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Fica lá o tempo com aquele chove que chove&#8230;!</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Explicativa</strong></p>
<p style="text-align: left;">A <strong>oração coordenada explicativa<span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><span style="text-decoration: underline;">aponta a razão de se ter feito a declaração contida em outra oração coordenada</span>. Quando introduz esse tipo de oração, o QUE tem valor próximo ao da conjunção <em>pois</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Mantenhamo-nos unidos, que a união faz a força.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Deixe, que os outros pegam.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>- Adversativa</strong> indica oposição</span>, ressalva, apresentando valor equivalente a<em> mas</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Outro, que não eu, teria de fazer aquilo.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Outro aluno, que não eu, deveria falar-lhe, professor!</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Conjunção subordinativa</strong></p>
<p style="text-align: left;">A conjunção QUE é<strong> subordinativa</strong> <span style="text-decoration: underline;">quando introduz orações subordinadas substantivas e adverbiais</span>. Essas orações são subordinadas porque desempenham, respectivamente, funções substantivas e adverbiais em outras orações ( chamadas principais ).</p>
<p style="text-align: left;">-<strong> Integrante</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">O  QUE é <strong>conjunção subordinativa integrante</strong> quando introduz oração subordinada substantiva</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: &#8220;E ao lerem os meus versos pensem que eu sou qualquer coisa natural.&#8221;( Alberto Caeiro)</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Parecia-me que as paredes tinham vulto.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Causal </strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Introduz as<strong> orações adverbiais causais</strong></span>, possuindo valor próximo a <em>porque</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Fugimos todos, que a maré não estava pra peixe.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Não esperaria mais, que elas podiam voar</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Final </strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Introduz <strong>orações subordinadas adverbiais finais</strong></span>, equivalendo a <em>para que, a fim de que. </em></p>
<p style="text-align: left;">Ex1: &#8220;&#8230;Dizei que eu saiba.&#8221; ( João Cabral de Melo Neto)</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Todos lhe fizeram sinal que se calasse.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Consecutiva</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Introduz as<strong> orações subordinadas adverbiais consecutivas</strong></span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: A minha sensação de prazer foi tal que venceu a de espanto.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: &#8220;Apertados no balanço Margarida e Serafim Se beijam com tanto ardor Que acabam ficando assim.&#8221; ( Millôr Fernandes)</p>
<p style="text-align: left;">-<strong> Comparativa</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Introduz <strong>orações subordinadas adverbiais comparativas</strong>.</span></p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Eu sou maior que os vermes e todos os animais.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: As poltronas eram muito mais frágeis que o divã.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Concessiva</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Introduz <strong>orações subordinada adverbial concessiva</strong>, equivalente a<em> embora</em></span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que nos tirem o direito ao voto, continuaremos lutando.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Estude, menino, um pouco que seja!</p>
<p style="text-align: left;">-<strong> Temporal</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Introduz <strong>oração subordinada adverbial temporal</strong>, tendo valor aproximado ao de desde que.</span></p>
<p style="text-align: left;">Ex1: &#8220;Porém já cinco sóis eram passados que dali nos partíramos.&#8221; ( Camões)</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Agora que a lâmpada acendeu, podemos ver tudo.</p>
<p style="text-align: left;">Então, pessoal, por essa semana é só! Deixe seu comentário! Adoraremos saber sua opinião sobre os post, o blog&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Até semana que vem!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resumo: Funções da palavra QUE I</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Meliande</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, meu povo!
Como andam os estudos? Nessa preparação inicial, a equipe Desconversa considera fundamental apresentar aquelas questões mais simples, mas que sempre nos geram dúvidas, como o uso da palavra &#8220;QUE&#8221; e quais funções ela pode desempenhar. Pensando nisso, separamos um post super completo do site Mundo Vestibular. Vamos começar?

A palavra QUE pode pertencer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, meu povo!</p>
<p style="text-align: left;">Como andam os estudos? Nessa preparação inicial, a equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> considera fundamental apresentar aquelas questões mais simples, mas que sempre nos geram dúvidas, como o uso da palavra &#8220;<strong>QUE</strong>&#8221; e quais funções ela pode desempenhar. Pensando nisso, separamos um post super completo do site <a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank">Mundo Vestibular</a>. Vamos começar?</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">A palavra <strong>QUE </strong>pode pertencer a várias categorias gramaticais, exercendo as mais diversas <strong>funções sintáticas</strong>. Veja abaixo quais são essas <strong>funções</strong> e <strong>classificações</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">-<strong> Advérbio</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Intensifica adjetivos e advérbios</span>, atuando sintaticamente como <strong>adjunto adverbial de intensidade</strong>. Tem valor aproximado ao das palavras<em> quão</em> e<em> quanto</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que longe está meu sonho!</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Os braços&#8230; Oh! Os braços! Que bem-feitos!</p>
<p style="text-align: left;">-<strong> Substantivo</strong></p>
<p style="text-align: left;">Como substantivo,<span style="text-decoration: underline;"> tem o valor de qualquer coisa ou alguma coisa</span>. Nesse caso, é <span style="text-decoration: underline;">modificado por um <strong>artigo</strong>,</span> <strong>pronome adjetivo</strong> ou <strong>numeral</strong>, tornando-se monossílabo tônico ( portanto, acentuado). Pode exercer qualquer função sintática substantiva.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Um tentador quê de mistério torna-a cativante.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: &#8220;Meu bem querer tem um quê de pecado&#8230;&#8221; ( Djavan) Também quando indicamos a décima sexta letra do nosso alfabeto usamos o substantivo quê.</p>
<p style="text-align: left;">Ex : Mesmo tendo como símbolo kg, a palavra quilo deve ser escrita com quê.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Preposição</strong></p>
<p style="text-align: left;">Equivale à preposição <em>de</em> ou <em>para</em>, geralmente ligando uma <strong>locução verbal</strong> com os verbos auxiliares<em> ter</em> e <em>haver</em>. Na realidade, esse <strong>QUE</strong> é um<strong> pronome relativo </strong>que o uso consagrou como substituto da preposição<em> de</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Tem que combinar? (= de)</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Amanhã, teremos pouco que fazer em nosso escritório. (= para) Além disso, a partícula QUE atua como preposição quando possui sentido próximo ao de exceto ou salvo.</p>
<p style="text-align: left;">Ex : Chegara sem outro aviso que seu silêncio inquietante.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Interjeição</strong></p>
<p style="text-align: left;">Como interjeição, a palavra <strong>QUE</strong> (exclamativo) também se torna tônica, devendo ser acentuada. <span style="text-decoration: underline;">Exprime um sentimento, uma emoção, um estado interior e, equivale a uma frase, não desempenhando função sintática em oração alguma</span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Quê! Você por aqui!</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Quê! Nunca você fará isso!</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Partícula expletiva ou de realce</strong></p>
<p style="text-align: left;">Neste caso, a retirada da palavra<strong> QUE </strong>não prejudica a estrutura sintática da oração. Sua presença, nestes contextos, é um recurso expressivo, enfático.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Quase que ela desmaia!</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Então qual que é a verdade? Obs: Pode aparecer acompanhado do verbo ser, formando a locução é que.</p>
<p style="text-align: left;">Ex: Mas é que lá passava bonde.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Pronome relativo</strong></p>
<p style="text-align: left;">O <strong>pronome relativo</strong> refere-se a um termo (por isso mesmo chamado de antecedente), <strong>substantivo</strong> ou <strong>pronome</strong>, ao mesmo tempo que serve de conectivo subordinado entre orações. Geralmente, o pronome relativo introduz uma oração subordinada adjetiva, nela desempenhando uma<strong> função substantiva</strong>. Neste caso, pode ser substituído por <em>qual, o qual, a qual, os quais, as quais.</em></p>
<p style="text-align: left;">Ex1: João amava Teresa que amava Raimundo.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Às pessoas que eu detesto diga sempre que eu detesto.</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Pronome indefinido substantivo</strong></p>
<p style="text-align: left;">Quando equivale a &#8220;<em>que coisa</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que caiu?</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: A fantasia era feita de quê?</p>
<p style="text-align: left;">- Pronome indefinido adjetivo</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Quando, funcionando com<strong> adjunto adnominal</strong>, acompanha um<strong> substantivo</strong>.</span></p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que tempo estranho, ora faz frio, ora faz calor.</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Que vista linda há aqui!</p>
<p style="text-align: left;">-<strong> Pronome substantivo interrogativo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Substitui</span>, nas frases da língua,<span style="text-decoration: underline;"> o elemento sobre o qual se deseja resposta</span>, exercendo sempre uma das <strong>funções substantivas</strong>, significando <em>que coisa</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que terá acontecido? (= que coisa)</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Que adiantaria a minha presença? (= que coisa)</p>
<p style="text-align: left;">- <strong>Pronome adjetivo interrogativo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Acompanha os <strong>substantivos</strong> nas frases interrogativas, desempenhando função de <strong>adjunto adnominal</strong></span>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que livro você está lendo?</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: &#8220;Por aquela que foi tua, que orvalho em teus olhos tomba?&#8221; ( Cecília Meireles)</p>
<p style="text-align: left;">Obs: Caso semelhante (o qual não figura entre os tipos de pronomes registrados pela NGB) ocorre em<strong> frases exclamativas</strong>. Nesse caso, teríamos um <strong>pronome adjetivo exclamativo</strong>, sintaticamente atuando como <strong>adjunto adnominal</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Ex1: Que poema acabamos de declamar!</p>
<p style="text-align: left;">Ex2: Meu Deus! Que gelo, que frieza aquela!</p>
<p style="text-align: left;">Então, pessoal, no próximo post, veremos a palavra <strong>QUE </strong>como<strong> conjunção subordinativa </strong>e <strong>coordenativa</strong>. Não percam!</p>
<p style="text-align: left;">Dúvidas? Deixe sua pergunta nos comentários ou no <a href="http://www.perguntaserespostas.descomplica.com.br/">Perguntas e Respostas</a> que os nosso monitores terão o prazer em responder!</p>
<p style="text-align: left;">Até mais!</p>
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		<title>Resumo: eu ou mim?</title>
		<link>http://www.desconversa.com.br/portugues/resumo-eu-ou-mim/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 12:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eu ou mim]]></category>
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		<category><![CDATA[resumo de pronomes]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoal!
Para hoje, a equipe Desconversa separou um resuminho sobre o emprego dos pronomes eu e mim. Parece fácil, mas muita gente ainda se enrola com eles&#8230; Então, nada melhor que começar o ano tirando essas dúvidas pequenas&#8230; O texto foi retirado do site Mundo Vestibular. Não perca tempo, leia e aprenda tudinho!

O emprego dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Olá, pessoal!</p>
<p style="text-align: left;">Para hoje, a equipe <a href="http://www.desconversa.com.br/" target="_blank">Desconversa</a> separou um resuminho sobre o <strong>emprego dos pronomes</strong> eu e mim. Parece fácil, mas muita gente ainda se enrola com eles&#8230; Então, nada melhor que começar o ano tirando essas dúvidas pequenas&#8230; O texto foi retirado do site<a href="http://www.mundovestibular.com.br/" target="_blank"> Mundo Vestibular</a>. Não perca tempo, leia e aprenda tudinho!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O emprego dos pronomes eu e mim. Apesar de simples, o emprego dos pronomes eu e mim ainda pega a moçada pelo pé.Veja o exemplo:</p>
<p style="text-align: left;">a. Depois da reunião, fiquei na sala. O professor deixou um texto para eu ler.</p>
<p style="text-align: left;">b. Depois da reunião, fiquei na sala. O professor deixou um texto para mim ler.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">A grande vilã é a <strong>preposição</strong> para</span>. Ela adora armar ciladas. Nós, desatentos, entramos na dela como patinhos recém-saídos da casca do ovo. Depois, na hora de conferir o gabarito, a ficha cai. Adeus, preciosos pontinhos! O remédio? Nada melhor que a prevenção. No caso, refrescar a memória.</p>
<p style="text-align: left;">— Mim ou eu?, provocava o professor brincalhão.</p>
<p style="text-align: left;">E completava:</p>
<p style="text-align: left;">— Lembrem-se: <span style="text-decoration: underline;">mim não faz nem acontece</span>.</p>
<p style="text-align: left;">A explicação não deixava dúvidas:</p>
<p style="text-align: left;">— O pronome mim tem fobia ao isolamento. <span style="text-decoration: underline;">Anda sempre &#8211; sempre mesmo – acompanhado de <strong>preposição</strong></span>. Pouco seletivo, aceita qualquer uma de braços abertos e coração em festa:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Dirigiu-se a mim. Jurou inocência ante mim e os demais amigos.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Paulo depôs contra mim.Revelou o segredo só para mim.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Confirmou tudo perante mim. Não há nada entre mim e o diretor.</em></p>
<p style="text-align: left;">O eu joga em outro time. Pertence à equipe dos autosuficientes. Todo-poderoso, escolheu para si a função de <strong>sujeito</strong>. Para não deixar dúvida, registrou a posse em cartório.Veja exemplos: <em>O diretor deixará o relatório para eu redigir</em> (quem redige? Eu, sujeito). <em>Pediu para eu responder à carta</em> (quem responde? Eu, sujeito).<em>Deixou os filhos para eu cuidar </em>(quem cuida? Eu, sujeito).</p>
<p style="text-align: left;">Viu? <span style="text-decoration: underline;">Diante da preposição para, abra os olhos e afine os ouvidos</span>. Ela introduz uma oração reduzida de infinitivo? <span style="text-decoration: underline;">Se a resposta for sim, o pronome vem seguido de verbo (no infinitivo, claro)</span>. É o caso da questão do simulado: <em>O professor deixou um texto para eu ler</em>.</p>
<p style="text-align: left;">PARECE, MAS NÃO É</p>
<p style="text-align: left;">Há uma construção pra lá de ardilosa. Parece viciada, mas não é. Ela lança mão de recurso legítimo da língua — <strong>mudar de lugar na oração</strong>. Os pouco atentos imaginam que se trata do tal mim que faz e acontece. Falso. Veja a construção da armadilha:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Ler é fácil para mim.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Para mim ler é fácil</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Viu? Os períodos estão certinhos da silva. Mas muitos, numa primeira leitura, poderão considerar o mim sujeito. Como evitar a confusão? <span style="text-decoration: underline;">A vírgula ajuda: Para mim, ler é fácil.</span></p>
<p style="text-align: left;">É isso. Aplica-se à língua a regra aplicada à mulher de César. A primeira-dama dos romanos não só tinha de ser honesta. Tinha de parecer honesta. A língua não só tem de ser correta. Tem de parecer correta.</p>
<p style="text-align: left;">Então, pessoal, por essa semana é só! Até mais!</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>DESCOMPLICANDO A 2ª FASE DA UFF</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jessica Barcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios de portguês]]></category>
		<category><![CDATA[exercicios resolvidos]]></category>
		<category><![CDATA[prova de portugues]]></category>
		<category><![CDATA[prova uff 2012]]></category>
		<category><![CDATA[questões de portugues]]></category>
		<category><![CDATA[uff 2012]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[E aí, galera?
Feliz Ano novo!!! Para começar bem o ano, vamos descomplicar juntos todas as questões da prova específica de Português e Literatura da UFF 2012! Vocês podem baixar a prova no site do vestibular da UFF.

1ª QUESTÃO
A primeira questão pedia para identificar no texto aspectos da crítica social que se tornou marca da ficção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">E aí, galera?</p>
<p style="text-align: left;">Feliz Ano novo!!! Para começar bem o ano, vamos <strong>descomplicar</strong> juntos todas as questões da prova específica de Português e Literatura da<strong> UFF 2012</strong>! Vocês podem baixar a prova no site do<a href="http://www.coseac.uff.br/2012/"> <strong>vestibular da UFF</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.desconversa.com.br/portugues/wp-content/uploads/2011/12/log-uff.png" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-438  aligncenter" src="http://www.desconversa.com.br/portugues/wp-content/uploads/2011/12/log-uff.png" alt="" width="168" height="61" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>1</strong><strong>ª QUESTÃO</strong></p>
<p style="text-align: left;">A primeira questão pedia para identificar no texto aspectos da crítica social que se tornou marca da ficção pré-modernista de Lima Barreto.</p>
<p style="text-align: left;">Diversos elementos do texto exemplificam essa atmosfera de crítica social:</p>
<p style="text-align: left;">*<strong>a descrição da casa </strong>– <em>“A nossa casa frágil parecia que, de um momento para outro, ia ser arrasada.” </em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>*a caracterização da mãe</strong> <em>–“ Eu devaneava e ia-lhe vendo o perfil esquálido, o corpo magro, premido de trabalhos, as faces cavadas com os malares salientes, tendo pela pele parda manchas escuras,como se fossem de fumaça entranhada.”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>*o descompasso entre a inteligência do narrador e sua condição social – </strong><em>Supus que adivinhava os perigos que eu tinha de passar; sofrimentos e dores que a educação e inteligência, qualidades a mais na minha frágil consistência social, haviam de atrair fatalmente. Não sei que de raro, excepcional e delicado, e ao mesmo tempo perigoso, ela via em mim, para me deitar aqueles olhares de amor e espanto, de piedade e orgulho.”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>2</strong><strong>ª QUESTÃO</strong></p>
<p style="text-align: left;">A segunda questão pedia para retirar um período de cada texto que exemplificasse o modo de retratar a identidade a partir de dúvidas e indagações.</p>
<p style="text-align: left;">Do texto 1, poderiam ser extraídos qualquer um dos dois períodos que relatam a percepção do narrador segundo a ótica da mãe.</p>
<p style="text-align: left;">-<em> Supus que adivinhava os perigos que eu tinha de passar; sofrimentos e dores que a educação e inteligência, qualidades a mais na minha frágil consistência social, haviam de atrair fatalmente.</em></p>
<p style="text-align: left;">-<em> Não sei que de raro, excepcional e delicado, e ao mesmo tempo perigoso, ela via em mim, para me deitar aqueles olhares de amor e espanto, de piedade e orgulho.”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
<p style="text-align: left;">Do texto 2, poderiam ser extraídos qualquer um dos três períodos nos quais o eu-lírico indaga a sua própria identidade.</p>
<p style="text-align: left;"><em>- “TEIA de aranha, galho seco da roseira,/quem sou?”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>-“Luz calçada em alpargatas de prata/rapta as flores da fronha,/quem sou?”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>- “Pássaro que mora na neblina/destila seu canto de água limpa/- longe, sozinho –/me diga quem sou.”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>3</strong><strong>ª QUESTÃO – letra a</strong></p>
<p style="text-align: left;">A questão pedia para comentar o efeito criado pela sequência de verbos em relação ao comportamento da personagem mãe, na passagem:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“Minha mãe ia e vinha de um quarto próximo; removia baús, arcas; cosia, futicava.” (linhas 2-3)</em><em> </em></p>
<p style="text-align: left;">A partir da leitura do texto é possível perceber que para o narrador, a mãe estava aflita e nervosa diante dos perigos que o filho poderia enfrentar e a sequência de verbos usada serve justamente para reforçar essa caracterização da personagem – por estar tão nervosa e aflita a mãe realiza diversas ações seguidas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>3</strong><strong>ª QUESTÃO – letra b</strong></p>
<p style="text-align: left;">A questão pedia para explicar a relação entre a escolha dos adjetivos e locuções adjetivas e a caracterização dos sentimentos experimentados pela mãe em relação ao filho, na seguinte passagem:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“Não sei que de raro, excepcional e delicado, e ao mesmo tempo perigoso, ela via em mim, para me deitar aqueles olhares de amor e espanto, de piedade e orgulho.” </em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(linhas 8-9)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
<p style="text-align: left;">Os adjetivos e locuções adjetivas presentes no período são antagônicos e representam as contradições e ambiguidades do sentimento materno, uma vez que a percepção podia ser ao mesmo tempo delicada e perigosa e os olhares de amor e espanto e/ou de piedade e orgulho.</p>
<p style="text-align: left;">As duas últimas questões da prova ficam para o próximo post!</p>
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