Resumo para o ENEM: Regência Verbal
Oi, gente!
Essa é a primeira parte do resumo de regência verbal para vocês estudarem para o ENEM. Aproveitem que o descomplica está gratuito até o ENEM e deem uma olhada nos outros vídeos desse módulo!
Oi, gente!
Essa é a primeira parte do resumo de regência verbal para vocês estudarem para o ENEM. Aproveitem que o descomplica está gratuito até o ENEM e deem uma olhada nos outros vídeos desse módulo!
Olá, molecada!
Aqui estou eu, às cinco e vinte da manhã, postando pra vocês. Como a essa hora ainda não começou o programa da Ana Maria Braga (e porque hoje é sábado), vamos conversar sobre variação linguística!! U-hu!!
O Enem, talvez pelo seu caráter politizado, adora abordar questões sobre variação cultural e diferentes utilizações sociais da linguagem, como na prova de 2008, em que inúmeras questões tratavam justamente sobre esse tema (lembra da tirinha do Hagar?). Desta forma, acho legal que lembremos que existem inúmeras formas de uma mesma língua se manifestar numa sociedade e a isso damos o nome de variação linguística. Resumindo da melhor forma possível, esse fenômeno se dá toda vez que falantes da língua de diferentes classes sociais, idade, sexo, contexto, procedência geográfica, entre outros, precisam se comunicar e utilizam a língua considerando seus valores culturais de grupo e individuais. Assim, vemos num mesmo país – e até na mesma cidade ou bairro – pessoas que se valem de variedades mais ou menos valorizadas socialmente, o que nós classificamos como variedade padrão e não-padrão, respectivamente. Para as variedades menos prestigiadas, costumamos atribuir valores de ruimou errado, no entanto, desconsiderando o que eu ou você pensamos, devemos ter em mente que o objetivo máximo de qualquer língua é a transmissão da mensagem. Em seus dados contextos, a galera que utiliza ‘framengo’ em vez de flamengo na verdade está obedecendo à utilização social do meio em que vive.
Enquanto mecanismo comunicativo, devemos lembrar que a língua abarca inúmeras possibilidades de utilização e é importante que saibamos em qual contexto podemos ou não utilizar determinada palavra ou ideia, correndo o risco de não sermos compreendidos e pecando, assim, contra a máxima linguística citada anteriormente.
Ficamos por aqui hoje, mas volto em breve com maiores divagações sobre nosso amigo Enem.
Grande abraço.
Olá, galerinha desesperada para entrar no mundo universitário!
É com imenso prazer que escrevo aqui para público tão seleto: uma garotada que tem perdido horas de sono, roído unhas, chorado no colo da mãe e do namorado/namorada, deixado de ir às festas nos fins de semana, tudo por um bem maior. É por vocês que aqui me sento diante da tela empoeirada do meu computador, na tentativa de clarear um pouquinho as suas cabeças já tão bagunçadas pela expectativa.
E por falar em expectativa, setembro é mês de tratar a respeito do polêmico Exame Nacional do Ensino Médio. Diante de tantas discussões a respeito de quão justos são os critérios avaliativos ou do quão cansativo é o exame em si, não nos resta muito além de fazer o melhor para alcançar a nota mais bacana possível, deixar a poeira para trás e seguir em direção às demais provas que ainda estão por vir. Para tamanho intento, uma coisa é fundamental: ter o conteúdo necessário para responder a todas as questões que oEnem nos coloca. De fato, contra o conhecimento adquirido, não há prova que nos derrube!
O exame, ao menos no que concerne às Linguagens e Códigos, vai testar conhecimentos seus que vão além dos meramente convencionais. Você terá que reconhecer os diferentes tipos de linguagens, suas manifestações culturais e contextuais, suas variações orais, escritas e sociais, sua relevância artística, sua metodologia de aplicação em textos, imagens e demais tipos de atos comunicativos, além de perceber de que forma a mesma linguagem interage com o homem e o meio que o cerca. Soa impossível, não acha? Não se engane, querido vestibulando. Na maioria do tempo, você utiliza a Língua Portuguesa para interpretar o mundo ao seu redor, interagir de variadas formas em variados contextos, analisar códigos verbais e não verbais, interpretar textos literários ou não. Você reconhece o mundo ao seu redor o tempo todo e o transforma a cada momento quando se vale da nossa queridíssima língua pátria. Pode não haver a percepção da sua parte, mas juro que acontece. E é exatamente isso o que oEnem vai testar em você – sua habilidade interpretativa. No entanto, parece muito mais difícil quando a gente lê o conteúdo de habilidades requisitadas, não é verdade?
Sem maiores floreios, vos digo: continuem acompanhando nosso blog e aguardem pelas dicas que aqui postarei, assim como as aulas em vídeo que logo estarão à sua disposição. Nesse material, durante o mês de setembro, tentarei mostrar os conteúdos mais cobrados de forma geral nos últimos anos e sobre eles discutiremos. Continuem atentos e de antena ligada. Informação vale ouro, pessoal!
Grande abraço