Redação Pronta – Intolerância no mundo contemporâneao

Olá, pessoal!

Como prometi, hoje vim postar uma redação pronta sobre a questão da intolerância no mundo contemporâneo. Observem que tentei diferenciar bastante o assunto e tema, como mostrei no post anterior. Leiam, analisem, e comentem!

INTOLERÂNCIA PÓS-MODERNA

Ataques a monumentos históricos. Repressão. Massacres. Esses são alguns aspectos que trazem à luz uma discussão bastante importante na atual conjuntura contemporânea: a intolerância. A humanidade como um todo já está acostumada  a assistir episódios políticos, religiosos e sociais e demonstram essa atitude intolerante por parte de muitos, mas essa questão pede uma análise mais profunda de suas causas e conseqüências. Embora não seja algo inédito, a intolerância tem, hoje, razões bastante específicas que devem ser estudadas com cuidado.

Em primeiro lugar, é necessário analisar a “cultura do eu”, cada dia mais enraizada em nossa sociedade. Na contemporaneidade, o mercado de trabalho é extremamente acirrado e competitivo, fazendo com que as pessoas tenham que, constantemente, se atualizarem e se superarem. Focando em si próprio, e no seu crescimento pessoal e profissional, o ser humano acaba por incentivar o individualismo, um dos maiores males do mundo atual. Este faz com que se aceite menos o outro, suas diferenças e especificidades, principalmente quando se afastam daquilo que é tido como normal, ou até mesmo correto, tornando o homem mais intolerante.

Além disso, não podemos esquecer de considerar a questão dos pré-conceitos. Uma das mais marcantes características do mundo contemporâneo é a globalização que, embora traga muitos aspectos positivos, ela pode auxiliar a disseminar a intolerância. Com a ajuda da internet, há muitas idéias e informações difundidas indiscriminadamente para todos aqueles que têm acesso a ela. Dessa forma, muitos equívocos e ideologias deturpadas são espalhadas, ainda que não tenham uma relação direta com a questão inicial. Assim, as pessoas já enxergam certos assuntos com preconceitos, pois eles são vistos dessa maneira.

Portanto, fica bem claro que há diversos aspectos no mundo contemporâneo que fazem com que algo tão antigo quanto a intolerância tome formas catastróficas e até mortais. Cabe ao homem pós-moderno selecionar as informações que recebe, buscando saber o que é coerente ou não. Além disso, não devemos radicalizar nenhum movimento político, religioso ou social, pois os extremistas existem em todo lugar, mas são minoria, e não devem responder pelo todo que representam.

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  • Tainarasouza

    curtii

  • pikachu

    boa

  • Marcos

    A humanidade já esta acostumada a assistir episódios de
    repressão social. Desde a antiguidade houve a repressão de mais fraco pelo mais
    forte, o Holocausto é um grades exemplo desse tipo de intolerância. Atualmente o preconceito e o senso comum cria
    uma intolerância em diferentes classes sociais, isso reprime o individuo e o
    leva a fazer estereótipos sobre a sociedade.

    Se levarmos em conta os aspectos socioeconômicos que levam a
    essa intolerância; vemos que tudo gira em torno do poder, o povo repressor tem
    sempre as mesmas características: com maior poderio militar, econômico e sempre
    em busca da exploração do povo mais fraco. Isso é evidenciado, por exemplo, na escravidão
    o puro racismo pregava que, o homem europeu, branco, sendo mais inteligente que
    o homem negro, tem o direito de trata-lo como animal.

    Esse estereótipo atualmente, em forma de senso comum, está estabelecido
    no inconsciente humano, as pessoas não respeitam os direitos humanos, que
    estabeleceria a tolerância entre o individuo, até mesmo no humor se vê a
    repressão social. Vemos pessoas praticando o racismo, a xenofobia, a homofobia
    como forma de se sentir superiores ao outro indivíduo, como é o caso do
    preconceito com os imigrantes.

    Desse modo concluímos que, o homem reprime diferentes
    classes sociais, a fim de se sentir superior a outro individuo, e isso já está
    no inconsciente humano. Para acabar com esses preceitos, temos que reeducar o indivíduo,
    para que ele não seja levado a um senso comum de que, o “mais forte é quem
    manda”; ensinando assim a pessoa a respeitar os direitos humanos.


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