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Resumo – Textos Narrativos

Olá, meu povo!

Hoje separei uma vídeo aula do site Descomplica em que a professora de redação Caraolina Pavanelli faz uma introdução geral sobre textos narrativos.

Você já sabe tudo sobre esse tipo de texto? Saberia escrever uma narrativa? Quais são suas principais características?

Vamos ver tudo isso agora =)

Imagem de Amostra do You Tube

Fonte Canal Descomplica

Redação Pronta!

Olá, pessoal!

Já falamos sobre 2 partes essenciais da dissertação: a introdução e o desenvolvimento. Como anda o treinamento de vocês?

Vocês já conferiram esse vídeo do Professor Rafael Cunha, sobre o desenvolvimento da redação, com foco no ENEM? Vale muito a pena dar uma olhada:

http://www.descomplica.com.br/redacao/resumo-para-o-enem-desenvolvimento-da-redacao?m=105

Por falar em ENEM… trouxe hoje uma redação pronta sobre o tema de 2003: “A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo?”

Vamos lembrar sempre que:

“A dissertação argumentativa em vestibulares deve ter 2 ou 3 parágrafos de desenvolvimento. Mais do que isso compromete argumentação.”

“Use apenas uma ideia principal em cada parágrafo de desenvolvimento para evitar o empilhamento de ideias e a desorganização do texto.”

Confiram a redação:

Inércia (in)cômoda.

Na conjuntura brasileira contemporânea, a violência é quase tão discutida quanto o futebol. No entanto, enquanto o segundo é uma paixão, a primeira é um enorme problema nacional. Diariamente, os brasileiros são afetados, de diversas maneiras, por manifestações violentas e criminosas, presencialmente ou não. A sociedade está perdendo esse jogo, rendida e inerte diante de uma problemática de difícil solução. Não é impossível, porém, vencer essa batalha.

A desigualdade social, como é de conhecimento público, é um dos maiores problemas do país. Vive-se a plenitude de uma sociedade consumista, na qual o ter em detrimento do ser é valorizado e divulgado pela mídia de massa. Entretanto, dadas as diferenças socioeconômicas, nem todos podem ter acesso aos bens desejados. Dessa forma, muitos optam por caminhos alternativos para obtê-los, que são, frequêntemente, ligados ao crime e a violência, ferindo a dignidade do cidadão e gerando sentimentos de revolta, repulsa, e até vingança, em um circulo vicioso que envolve todas as classes. Esse problema poderia ser amenizado com a criação de empregos, e redução da desigualdade.

É importante, também, observar que se vive no Brasil uma cultura da impunidade, na qual existe a certeza de que, muito possivelmente, nada acontecerá a quem comete crimes tidos como menores ou menos hediondos. Assim, além das manifestações dignas de virarem notícias na televisão, existe a violência doméstica, velada e escondida. Impera a lei do mais forte contra o mais fraco, o que faz com que mulheres sejam espancadas, crianças exploradas, e aqueles que não estão diretamente envolvidos permanecem míopes, raciocinando de maneira individualista. Essa situação se perpetuará enquanto as vítimas não denunciarem seus agressores.

Percebe-se, também, certo comodismo por parte dos brasileiros das classes média e alta. Parte das elites detentoras de poder, essas pessoas se escondem em seus condomínios e prédios, onde pagam por segurança ininterrupta, mantendo a problemática da violência longe dos olhos e do coração. É como se ela não existisse, mas isso não faz com que ela desapareça. Esse processo de negação só contribui para a perpetuação do problema, pois a maior parte da população permanece pouco protegida, a mercê de tal situação. A mudança precisa partir daqueles que têm maior influência e voz na sociedade.

Dessa forma, é possível perceber que, assim como na Física, na qual a Inércia é a propriedade que mantém a matéria sem variação de velocidade, a sociedade brasileira está comodamente inerte em relação à problemática da violência, sem forças para sair da inalterabilidade e modificar a situação. É de suma importância um comprometimento de toda a população para vencer esse jogo, no qual as escolas e os meios de comunicação possuem papel fundamental na propagação de direitos e deveres. Somente com as mais diversas forças, vindas de várias camadas, contribuindo para o fim da inércia, esse perigoso adversário poderá ser derrotado, e a sociedade brasileira será vencedora.

Tipos de Argumentação II

Olá!

E aí, vocês têm treinado os tipos de argumentação? No último post, falamos sobre argumentos por análise de causas, argumentos de autoridade e argumentos por exemplificação, vocês se lembram? Hoje volto com as últimas dicas de estratégias para deixar seu desenvolvimento bastante convincente. Vamos lá?

Argumento por Raciocínios Lógicos – Esse é um tipo bastante refinado de argumentação. O candidato faz uso de um dos três raciocínios lógicos mais comuns em dissertações para comprovar sua tese: a dedução, a indução e a dialética. Em uma oportunidade futura, falaremos com calma sobre cada um desses tipos. É necessário bastante conhecimento sobre cada um deles para que sejam usados de maneira eficiente.

Argumento com provas concretas - Um tipo muito eficaz de argumentação é este: fazer uso de dados estatísticos, leis e até definições de dicionário para corroborar com a tese do candidato. Agora, cuidado: essas definições devem ser exatas! Muitas vezes elas aparecem na coletânea de textos e o candidato pode fazer uso delas livremente, sem copiar os textos de apoio. Só não vale “chutar” definições e porcentagens, ok?

Lembrem-se sempre de que redação é TREINAMENTO! Por isso, experimentem usar essas estratégias em textos dissertativos para descobrir qual delas se adequa mais ao caráter argumentativo de cada um, ok?

Até a próxima!

Tipos de Argumentação I

Olá, pessoal!

Nos últimos posts (post 1, post 2) falamos um pouco sobre o desenvolvimento da redação, então resolvi dedicar alguns posts aos tipos de argumentação. Não custa nada lembrar SEMPRE que o desenvolvimento é a parte mais importante do seu texto, pois é ali que o candidato comprova sua tese e “ganha” o leitor. Dessa forma, existem algumas estratégias que, a partir de treinamento, o candidato pode seguir para incrementar sua argumentação. Falaremos hoje sobre 3 delas:

Argumento por análise de causas – Esse é o tipo mais comum de argumentação. No entanto, isso não quer dizer que ele não é eficaz. Nesse tipo de argumentação, o candidato analisa causas e consequências da problemática abordada e, assim, mostra um vasto conhecimento sobre as origens do problema, facilitando uma possível sugestão de intervenções na conclusão. Para evitar o empilhamento de ideias, é necessário abordar somente uma causa por parágrafo de desenvolvimento.

Argumento de autoridade – Nesse tipo, o candidato faz uma citação de algum conhecido especialista no assunto abordado no tema. Ao usar pensamentos e frases de outras pessoas, o candidato evidencia um vasto conhecimento cultural e fortalece sua tese. Todavia, é preciso ter cuidado ao citar ideias de outrem. Além de dizer quem foi que disse aquilo, pois não devemos nos apropriar de ideias que não são nossas, é necessário que essa citação tenha, de fato, a ver com o resto da tese.

Argumento por Exemplificações – nesse tipo de argumento, o candidato procura ilustrar a ideia que abordou no parágrafo, baseando-se na realidade direta para construir sua tese. É uma boa forma de mostrar para o leitor – e, consequentemente, para a banca – que o candidato conhece a realidade circundante. No entanto, use o exemplo apenas para comprovar sua ideia, mas não faça um parágrafo inteiro somente de exemplos, pois isso torna o texto expositivo.

Entenderam? Vocês já podem começar a praticar cada um desses tipos de argumentação. No próximo post, volto com mais estratégias para vocês.

Até lá!


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