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Vídeo Aula: Uso da Coletânea de Textos

Olá, pessoal!

Como estão os estudos?

Hoje o prof. Rafael Cunha começa o módulo de como fazer um melhor uso dos textos dados nas coletâneas das redações para vestibulares dando dicas de leitura.

É fundamental prestar bastante atenção nesse aspecto que é determinante para que você não fuja do tema proposto pela banca e saiba exatamente o que eles querem ler! =D

Nesse módulo, você encontra:

- Dicas de Leitura

- 4 Exemplos de como utilizar a coletânea de textos na hora de escrever a redação!

Lembrando: esse é apenas o primeiro vídeo do módulo, então, não deixe de assistir à continuação!

Vamos começar? Boa aula!

Imagem de Amostra do You Tube
Descrição:

0:15 Olha pessoal, a gente vai dar continuidade, no módulo que vocês vão assistir agora, ao planejamento da redação. Não sei se você lembra, mas no módulo anterior a gente falou sobre as várias etapas para se planejar um texto. Lembra da primeira? Você tinha que ler e interpretar muito, mas muito bem o tema - ou o que seria frase tema para a redação. Só que muitas vezes essa frase tema é acompanhada de um série de textos, ou de fragmentos de textos, ou fotografias, ou poesias, ou letras de músicas, ou quadrinhos, ou tirinhas e todos esses textos, fragmentos de textos, tirinhas e afins são chamados de coletânea.

Juntamente com a leitura e interpretação do tema nós temos que saber fazer um bom uso da coletânea. Em outras palavras se você quiser escrever bem a sua redação, a tarefa de escrever propriamente dita deve ser precedida de uma tarefa de leitura. Quanto mais você for capaz de ler esses textos que a banca coloca lá para te ajudar a fazer a redação, melhor vai sar a sua escritura do texto. Como assim? Já, já eu vou te explicar.

1:28 Então agora eu quero que você saiba algumas premissas sobre a leitura e o bom uso da coletânea na sua redação.

Primeira premissa: Você não pode ser preguiçoso, quando a banca coloca textos ou fragmentos de textos que devem ser lidos você não deve fazer essa leitura de forma descompromissada, displicente. Essa leitura tem que ser feita de forma muito cuidadosa. Pensa sempre o seguinte: se entre todos os textos que existem no mundo, é aquele que foi escolhido, é claro que esse texto significa alguma coisa para o entendimento da redação e pode ser muito útil na hora de você argumentar. Então, você vai ter que ao olhar para o texto tentar interpretá-lo de forma adequada. Essa interpretação vai ter que ser acompanhada de uma reciclagem das informações – que, aliás, vai ser a maior parte desse módulo. Se você souber reciclar e interpretar as informações você tem tudo para arrebentar.

2:25  A segunda premissa está totalmente associada a primeira. Repetindo a primeira: você não pode ser preguiçoso, tem que fazer uma leitura minuciosa, tem que ser capaz de interpretar e, acima de tudo, reciclar as informações. Associadamente, você não deve, em hipótese alguma, copiar techos da coletânea. Quando eu falo copiar é cópia literal, cópia letra a letra. Isso jamais deve ser empregado, porque empobrece o seu texto, a banca sabe que aquilo ali já foi dado pela comissão do vestibular e sabe que você não está trazendo nenhuma informação nova, está só se limitando a reproduzir algo que eles mesmos deram.

Então, nada de copiar! A única exceção possível seria no caso de haver um trecho de uma lei, que seja realmente interessante para a sua argumentação,  ou uma definição dicionarizada. Às vezes, algumas bancas colocam uma definição tirada do dicionário. Às vezes, essas definições têm várias acepções, várias possibilidades e, de repente, uma delas pode ser útil para o seu texto. Mas, lembre, sempre tem que ser feito com muito cuidado, com muito bom senso, interpretando e com uma boa dose de senso crítico.

São essas as duas exceções à regra de nunca copiar a coletânea.

fonte Site Descomplica

Redação Pronta – ENEM 2006

Olá!

Estou trazendo pra vocês uma redação nota 10 sobre o tema de 2006 do ENEM: “O Poder de Transformação da Leitura”. Fiquem ligados, pois no próximo post trarei uma análise detalhada desse texto!

PODER VITALÍCIO

O químico francês Antoine Lavoisier, que primeiro enunciou o princípio da conservação da matéria, tornou imortal o pensamento de que na natureza nada se perde e nada se cria, tudo se transforma. Se estamos, então, sempre transformando o que já existe, nos cabe fazê-lo da melhor maneira possível. A leitura pode ocasionar profundas transformações nas vidas daqueles que já possuem a capacidade de raciocínio: os seres humanos. É surpreendente o alcance que este simples e ancestral hábito pode ter.

Em um primeiro momento, podemos apontar a transformação pessoal que o costume de ler pode ocasionar. Usando a leitura como entretenimento, o indivíduo pode usufruir de momentos de abstração, e até mesmo fuga momentânea da realidade circundante para uma outra, ficcional, o que pode ser saudável. Para os que o condenam como um hábito solitário, há inúmeros grupos de estudo em torno de livros, que demonstram que essa pode ser uma prática social. Hoje, existem várias maneiras de se praticar este ato, e blogs, sites de revistas e de jornais afirmam a Internet como eficiente meio pós-moderno de leitura.

Além disso, é possível estabelecer, também, a possibilidade de transformação social. Se a informação é a chave para o conhecimento, a leitura de obras e autores internacionais proporciona o entendimento de culturas e povos diversos. Da mesma maneira, a literatura de outros tempos ensina ao homem o seu passado, possibilitando maior compreensão do presente. Isso pode aumentar a aceitação das diferenças, o respeito pelo outro, e o discernimento para mudar o que há de errado no momento atual. Se mais autores brasileiros fossem publicados no exterior, poderíamos ser vistos como referência de boa literatura, e não conhecidos somente como o país do carnaval e do futebol.

Por fim, é possível pensar em um efeito mais amplo de transformação política. Sabendo que a leitura aumenta a aptidão cognitiva do indivíduo, e que cada leitor tem sua maneira de perceber e atribuir significado ao que lê, isso pode catapultar a capacidade argumentativa do cidadão. Considerando que vivemos em uma sociedade profundamente influenciada pela mídia de massa, que divulga informações prontas e superficiais, o habito de ler pode levar à reflexão. Pessoas que discutem problemáticas sociais, que sabem de seus direitos e deveres, podem não só votar com mais consciência, como cobrar dos Governantes que as leis sejam cumpridas, para o bem de todos.

Dessa maneira, para usarmos os conhecimentos de Lavoisier, e fazer com que o já existente e importante hábito da leitura não se perca, mas se transforme em bem permanente, a sociedade precisa de unir como um todo. Pais devem, junto a escolas, incentivar o costume nas crianças. Se livros são considerados caros, há maneiras de se diminuir o custo de produção dos mesmos, como papéis reciclados. Além disso, as comunidades de cada bairro, de cada cidade, devem se unir para edificarem bibliotecas públicas, por meio de doações de obras, e com computadores para o acesso à leitura também pelos meios mais modernos. O poder de transformação da leitura não é pontual, limitado, e não se perde. É vitalício.

E aí, descomplicou?

Até a próxima!

ESTRATÉGIAS PARA A CONCLUSÃO

Olá!

Como prometi no último post, hoje trago pra vocês algumas estratégias para a conclusão. Não me canso de repetir que grande parte do processo textual é treinamento, portanto, escolham um tipo de estratégia, treinem bastante e sigam em frente!

Síntese da propostaneste tipo, o candidato retoma sua tese, escrevendo-a novamente, porém com outras palavras. Para não deixar o parágrafo muito “vazio”, é interessante propor reflexões e estabelecer frases de efeito no final no texto.

Proposta de Intervenção – este é o tipo de estratégia cobrada em provas como o ENEM. Aqui, o candidato procura propor soluções para a problemática do tema. Muitas vezes, o problema em tela é de difícil solução. Quando isso ocorre, o ideal é que o candidato proponha maneiras de amenizar o problema. Isso é melhor do que jogar propostas utópicas e mostrar pouca noção da realidade circundante.

Intertextualidade O interessante dessa estratégia é mostrar conhecimento geral e base cultural ao fazer o cruzamento entre textos. Citações e paráfrases são boas maneiras de finalizar seu texto, causando impacto no leitor.

Entenderam?

No próximo post, voltarei com a análise de uma boa conclusão.

Até lá!

DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA CONCLUSÃO

Olá, pessoal!

Chegamos, então, à última parte do texto dissertativo-argumentativo: a conclusão. Aqui, temos que ter muito cuidado para não “relaxarmos”, o que pode comprometer este parágrafo, que é a cereja do bolo!

Hoje quero falar sobre um lugar-comum da conclusão: muitas pessoas aprendem e pensam que uma proposta de soluções é obrigatória em dissertações. Isso é uma falácia! Com exceção do ENEM, que exige a proposta de intervenções na problemática do tema, quase nenhuma banca encara isso como uma obrigatoriedade. É claro que é sempre interessante se mostrar preocupado e disposto a ajudar nos problemas sociais, pois isso mostra cidadania e comprometimento social e é visto com bons olhos pela banca, mas caso isso não esteja explícito no edital ou na prova, não se preocupe se “der um branco” na hora da prova e você não conseguir pensar em saídas, ok?

Além disso, é preciso dar um tom conclusivo, ou seja, mostrar para o leitor que o seu texto está chegando no fim. Sendo assim, não se esqueça de empregar conectivos conclusivos no fim do parágrafo, como “Portanto”, “Dessa maneira”, “Dessa forma”, “Assim”…

No próximo post, voltarei com algumas estratégias conclusivas pra vocês!

Até lá!

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