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Descomplica pela metade do preço :O

Oiii gente!

Primeiro preciso me desculpar por ficar sem postar essa semana. Eu operei amigdalas, adenoide e desvio de septo. :(

Estava me recuperando e pensando em dicas pra estudar pro vestibular pra contar pra vocês. :D

Minha primeira super dica do ano é GENTE A ASSINATURA DO DESCOMPLICA TÁ PELA METADE DE PREEEEEEEEÇO :O Deu a louca das férias aqui, é muito sol na cabeça hahaha!

Mas a boa é que você pode assinar muito mais barato e ter acesso ilimitado a todo conteúdo do site: vídeo, áudio pra download (já pensou ir pra praia ouvindo sobre a as fontes de energia alternativas, like a boss? Muito louco né :D ), aulas ao vivo super divertidas (rerere eu adoro), notícias quentinhas e testes! Ufa, tá bom ou quer mais? Maaaais!

Então tá: você pode falar com a gente pelo Facebook, gritar socorro no Twitter, tirar aquela dúvida infeliz pelo Perguntas e Respostas e ainda acompanhar vááááááááárias dicas e exercícios resolvidos aqui no Desconversa!

Acho que com o que o cursinho passa de matéria e o que a gente oferece dá pra ocupar bastaaaante o tempo, né? ;)

Mas peraí! Atenção para a segunda preciosa dica de estudo: não vire um robô estudando. Todo vestibulando merece ser um pouquinho feliz ao longo do ano e relaxar nas horas vagas. :) Mas falamos mais sobre isso depois! :D

Até a próxima!

Mafê :D

Veja aqui o exemplo de uma boa redação com base no tema da prova do Enem 2011 feita pelo professor Rafael Pinna

E ai galera!

O professor Rafael Pinna fez uma redação exemplar seguindo o modelo e tema do ENEM 2011.

Vale a pena conferir para ficar por dentro do tema redes sociais e as problemáticas sobre esse assunto, desenvolver suas opiniões sobre o tema e revisar a estrutura do texto dissertativo. Que  prato cheio!

Quinze minutos de privacidade

Quando afirmou que, no futuro, todos teriam direito a quinze minutos de fama, Andy Warhol indicou o desejo pela fama como uma tendência da sociedade de massa. A famosa frase foi cunhada no fim da década de 1960, quando a internet só existia como uma rede acentrada ainda com objetivos militares. Hoje, a grande rede se faz presente em boa parte das atividades cotidianas, como as próprias relações interpessoais, uma “‘evolução” que transformou a crítica do conhecido artista plástico em uma espécie de profecia a ser seguida. O problema, nesse caso, é que a vida virtual muitas vezes elimina a tênue fronteira entre o público e o particular.

Basta ter uma conta de e-mail ou navegar eventualmente pela internet para perceber os perigos que ela oferece. De fato, invasões de contas e crimes de diversas naturezas tornam a rotina em banda larga pouco segura, transformando informações sigilosas em conteúdo público com a mesma velocidade da comunicação em tempo real. Embora haja uma discussão acerca da correção do caso, o trabalho da organização conhecida como “Wikileaks” evidencia como nem mesmo empresas e governos, com suas redes de seguranças supostamente seguras, estão imunes a esses riscos.

Nem sempre, porém, o problema é fruto de invasões e crimes: o desejo pela exposição e pelo reconhecimento virtual tem levado a perigosos exageros na vida real. Por trás de perfis em redes sociais e de pseudônimos em chats e blogs, muitas pessoas expõem suas intimidades, com frases ou fotografias comprometedoras profissional e socialmente. Prova disso são os casos de demissões e processos causados pela publicação de conteúdos considerados inapropriados, mesmo que isso tenha sido feito em ambientes tipicamente “pessoais”. Assim, trata-se de uma ilusão imaginar que a vida em bytes, revelada no interior de um quarto fechado, possa ser dissociada da vida em carne e osso, em ruas e calçadas.

Diante de um panorama complexo, repleto de variáveis, é fundamental buscar caminhos para o estabelecimento de limites entre o público e o privado na grande rede. O primeiro passo deve ser dado pelos governos, com a criação e o aprimoramento de legislações específicas e mecanismos de identificação e punição capazes de inibir crimes relacionados a invasões de privacidade e manifestações preconceituosas. Afinal, o que é sociamente ilegal e imoral na vida real também o é na internet. Na mesma perspectiva, a mídia pode divulgar – tanto no noticiário quanto em dramaturgias – os perigos da exposição na internet, de modo a sensibilizar a sociedade.

Fica claro, portanto, que são necessárias medidas urgentes para evitar uma confusão danosa entre o particular e o público na internet. Contudo, a transformação profunda deve ser feita na nova geração de crianças e adolescentes, que já nasceu e vem crescendo em um ambiente paralelamente real e virtual. Por isso, o trabalho de ONGs e, sobretudo, de escolas parece ser a solução mais eficaz. Com aulas e palestras sobre o uso seguro e socialmente adequado da internet, é possível imaginar um futuro em que menos pessoas se prejudiquem com a vida em banda larga, e mais indivíduos usem esse recurso para, por exemplo, compreender melhor a frase de Andy Warhol.

(via OGlobo Online)

Estudante conta a estratégia que usou para gabaritar a redação do Enem

A universitária Isabela Marques, de 18 anos, sabe bem a importância da prova de redação no Enem. Graças à sua nota máxima (1.000) no exame do ano passado, ela conseguiu uma vaga em Biologia na UFRJ, onde cursa o segundo período.

- A redação foi o meu diferencial no vestibular. A prova tem que ter um peso grande mesmo, independentemente da carreira, pois qualquer que seja o profissional deve saber escrever bem. Apesar de eu ter concorrido na área de biomédicas, fazia uma redação por semana. Era muito cobrada na minha escola – diz Isabela, que estudou no Pensi.

Para quem vai encarar a prova pela primeira vez, a “garota nota 1.000″ dá algumas dicas, como começar a fazer as provas do segundo dia de Enem, que incluem ainda Linguagens e Matemática, pela redação:

- Fiz a redação primeiro, quando ainda estava com a cabeça fresca, pois a prova vence pelo cansaço. Em uma hora, consegui fazer o rascunho e passar a limpo, porque escrevendo direto você comete erros. Também é muito importante ler bastante jornais e revistas, para estar informado sobre atualidades. Isso ajudará na interpretação dos textos de apoio.

Rafael Pinna, coordenador de Redação do Colégio e Curso _A_Z, ressalta o caráter social dos temas cobrados pelo Enem, além da necessidade de propor soluções para os problemas apresentados.

- Os temas são questões sociais que devem ser problematizadas pelo candidato. O grande diferencial é fazer propostas de intervenção para alterar uma situação que não está muito boa no país – explica Pinna.

Professor aponta temas possíveis de serem cobrados

Entre as apostas do professor para o Enem deste ano estão assuntos como o espaço da mulher na sociedade (ascensão, obstáculos, violência); reflexões sobre os desafios e caminhos da educação no panorama atual; debates em torno da tecnologia e da ciência, considerando suas funções sociais; uma discussão sobre intolerância (étnica, socioeconômica, sexual); e consumo e desperdício, considerando o aspecto transversal desse tema, que envolve cultura, ecologia, comportamento e economia.

- São questões de relevância social que ainda não apareceram no exame. No campo educacional, por exemplo, a banca pode questionar como a escola pode cumprir suas funções sociais diante de apelos de entretenimento e tecnologia, indisciplina e dispersão – exemplifica o professor.

(via OGlobo Online)

A cinco dias do Enem, é hora de relaxar

A proximidade do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 –as provas são neste final de semana– deixa muitos candidatos em dúvida: existe uma hora para parar de estudar? Compensa manter a cara nos livros até o último momento?

Professores ouvidos pelo UOL Educação dizem: se você já está se preparando há algum tempo, a hora agora é desacelerar e, no máximo, revisar os conteúdos que apresentam maior dificuldade.  “O aluno que já vem estudando pode dedicar um pouco mais de tempo àquela matéria que ele tem dificuldade. Ninguém sabe tudo, e é melhor valorizar o que ele sabe”, diz Alberto Nascimento, coordenador de vestibular de cursinho.

Na sexta-feira (21), véspera da prova, esqueça os livros e os estudos e faça qualquer outra coisa. “Sexta-feira é o dia de conhecer o local de prova, dia de caminhar no parque, mas com o cuidado de não se machucar”, afirma Nascimento.

No entanto, alerta Edmilson Motta, coordenador-geral do Etapa, não dá para mudar a rotina completamente. “De sábado para domingo, a tendência é querer mudar a rotina: dormir muito cedo ou muito tarde. É para manter. Mas isso não quer dizer que é pra ir para a balada.”

Não estudou nada?

Para quem pouco pegou (ou nem tocou) nos livros, não dá para recuperar todo o tempo perdido, mas uma leitura superficial dos assuntos que podem ser cobrados no exame ajuda. “O Enem tem certos temas prediletos. Isso serve de referência para estudo, no caso do ‘desesperado’ e para aquele que está fazendo revisão”, diz Motta.

“Os temas favoritos ainda são os do Enem antigo. Se está em cima da hora para revisão, ou se não se estudou nada, dê uma olhadinha nos temas mais básicos: química ambiental, física e energia, história contemporânea, geografia do Brasil, variáveis proporcionais e porcentagem.”

(via UOL Vestibular)